Poesia Carinho Machado de Assis
A maneira mais simples de transformar um sonho em realidade começa com acordar para a necessidade de dedicação, trabalho... muito trabalho e paciência. Dificilmente você vai se levantar da cama numa manhã qualquer e se ver imerso na vida que sempre quis sem ter lutado para chegar lá.
Você pode resolver os problemas facilmente com o passar do tempo, ou sofrer as consequências esperando o tempo passar.
Os nossos pensamentos podem nos ferir, trazer grandes dores, mas é com os nossos pensamentos que a gente constrói a felicidade, a vitória. Eles são inúteis se o ideal prepondera.
Você atribui a culpa à sorte de certas pessoas, mas eles tentaram. Se você não tenta não existe sorte.
Você só saberá o que é o amor quando viver no mínimo 50 anos com a mesma pessoa! Então pare de se apaixonar 50 vezes no ano!
No palco da vida para alcançar os nossos sonhos e realizações, não existem fórmulas, segredos ou técnicas. O que existe é apenas um processo de práticas contínuas de metas e ações, para gerar resultados reais e escrever nossa própria história.
A nossa mente forja dificuldades, sem cogitar as infinidades possíveis. Somos donos de nossa história, podemos ser tudo o que queremos, se fizermos o que precisamos e só no final, contar um pouco com a sorte, o acaso.
Suas mentiras não me fizeram esquecer dos bons momentos que compartilhamos, mas me deixaram mal sem motivo.
Se por um lado a impaciência e a vontade sobram... por outro, a falta de coragem e a incapacidade de dizer o que sinto, me prendem. As vezes me pergunto: quantas de mim habitam meu corpo?
Pressa! Eu tenho muita pressa, para ter o que quero, para ver o que me faz alegre, para rir de coisas bobas, para comer coisas gostosas, para ler bons textos, para conhecer lindos lugares, para falar com gente interessante, para aprender com gente boa, para ouvir aquela música. Enfim, tenho pressa p ser feliz!!!!!
Não sei se é um defeito ou uma qualidade ou se é um pouco dos dois, mas os vínculos que eu crio com as pessoas, são eternos, as pessoas podem se afastar, ir embora, podem até deixar esse mundo, mas algo aqui dentro sempre me liga a elas, definitivamente não sei, não aprendi dizer adeus.
nunca faça mal, destrate ou julgue uma pessoa, você pode destruir a vida dela, pode traumatiza la para o resto da vida, e lembre-se tudo voltará para você no final... ou pode ser que em alguns casos, no futuro, você jamais chegue aos pés da pessoa que destratou, quando menos esperar, você vai ver o feio esbanjando beleza, o sem futuro mostrando todos os seus talentos únicos, o burro se esbaldando em conhecimento, o excluído tendo ao seu lado os melhores amigos que poderia ter, o depressivo abrindo os mais belos sorrisos e o FRACASSADO no topo, que por todo mal que fez, você nunca chegará.
No primeiro dia de abril as pessoas brincam de mentir, nos outros dias do ano elas levam isso à sério.
Muitas vezes queremos as oportunidades para passar por cima dos outros, poucas vezes queremos ao outro para alcançar as oportunidades.
*** Em águas límpidas canta o mar
entre acordes de sal e sol
a sua imensurável força
que o tempo não poderá levar ***
**Acordes de sal e sol **é metáfora criada pela escritora Neusa Marilda Mucci e já registrada.
É como um útero cinza que habito:
ar, água, vias de sangue
circulam entre mim e sonhos.
Ruas se entrecruzam
com alguma surpresa:
trompas.
Na esquina, pode estar
qualquer forma de claustro, desespero,
antes mesmo do fim:
ovário.
A indiferença se disfarça de beleza, proximidade:
religiões, bares, barracas
de comida urbana disputam convivas.
O tempo não nos absolve
dessa correria encardida.
Dias nos fazem deixar um pouco do que somos
para trás:
placenta em lixo hospitalar.
Tudo é
O que ali está
E o que ali está
Nunca mais acaba
É o concreto absoluto
E quase insuportável
De quem viu claramente visto
Como um danado
Cada detalhe vive
Inteiro
Íntegro –
Sua importância é igual
Ao inteiro mundo
O mistério dos mistérios
Ali está
Visível
Manifesto
Mas ninguém sabe o que é
À Virgem Santíssima
Cheia de Graça, Mãe de Misericórdia
N'um sonho todo feito de incerteza,
De nocturna e indizível ansiedade,
É que eu vi teu olhar de piedade
E (mais que piedade) de tristeza...
Não era o vulgar brilho da beleza,
Nem o ardor banal da mocidade...
Era outra luz, era outra suavidade,
Que até nem sei se as há na natureza...
Um místico sofrer... uma ventura
Feita só do perdão, só da ternura
E da paz da nossa hora derradeira...
Ó visão, visão triste e piedosa!
Fita-me assim calada, assim chorosa...
E deixa-me sonhar a vida inteira!
Amei-te? Sim. Doidamente!
Amei-te com esse amor
Que traz vida e foi doente...
À beira de ti, as horas
Não eram horas: paravam.
E, longe de ti, o tempo
Era tempo, infelizmente...
Ai! esse amor que traz vida,
Cor, saúde... e foi doente!
Porém, voltavas e, então,
Os cardos davam camélias,
Os alecrins, açucenas,
As aves, brancos lilases,
E as ruas, todas morenas,
Eram tapetes de flores
Onde havia musgo, apenas...
E, enquanto subia a Lua,
Nas asas do vento brando,
O meu sangue ia passando
Da minha mão para a tua!
Por que te amei?
— Ninguém sabe
A causa daquele amor
Que traz vida e foi doente.
Talvez viesse da terra,
Quando a terra lembra a carne.
Talvez viesse da carne
Quando a carne lembra a alma!
Talvez viesse da noite
Quando a noite lembra o dia.
— Talvez viesse de mim.
E da minha poesia...
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