Poesia Carinho Machado de Assis
Sonhos também fazem parte do narrar indígena, são histórias contadas por muitas gerações e fonte de grandes saberes passados...Por isso precisamos tecer os fios dos quais nascem nosso saber. As folhas não podem ser expostas e levadas pelo tempo. Mesmo sabendo que é preciso ser inciado em uma não linguagem que faz parte de uma leitura de vida plena nas curvas de muitos rios que andam pela terra e são invisíveis para as mentes civilizadas. Não é uma visão mágica ou romantizada do viver, é pura ciência da vida mas de um outro jeito de ver, outro lugar de fala, e se relaciona com as palavras, diferente dos signos linguísticos conhecidos e interpretados. É mais complexo do que se mostra aos desprevenidos e narcotizados pelos não sentidos.
Mergulhamos em um rio, a água está sempre em movimento na direção que a correnteza arrasta tudo em seu fluxo, pedras podem mudar algumas direções. Podemos sentar próximos de suas margens e observar, seu interior pode ser claro ou escuro, vemos o que está nele ou não. Mas todo momento ele compartilha um ensinamento e apenas com os olhos da nossa identidade podemos escutar ou ler seus sinais.
Algumas associações, projetos ou organizações, administradas pelos não indígenas que impõem sua forma de trabalhar e pensar ainda são motivos de reflexão sobre até que ponto foram rompidas as correntes de pensamento e práticas coloniais. Benfeitores se espalham por todos os lados, áreas e segmentos da sociedade, com o discurso de prestar auxílio aos povos indígenas mantendo a politica indigenista e não indígena. Muitos, imbuídos de boas intenções, mas acostumados com a postura etnocêntrica, reproduzindo um paternalismo dominante que não ajuda na conquista de um protagonismo real indígena.
Muito se fala em dar voz e espaço ao indígena, mas até quando é conquistado esse direito surgem interlocutores, facilitadores, especialistas e muitos outros, para segurar o microfone dessa interlocução.
Os processos comunicativos ganham identidades ao ser trabalhados por diferentes culturas. Personagens tornaram-se interlocutores de suas histórias e pensamentos. Fotografados, analisados, pesquisados e entrevistados constantemente, agora produzem seu próprio conteúdo. Grupos étnicos que por anos foram apenas objetos lançam hoje olhares sobre si e o mundo.
Adotar uma etnocomunicação é expressar sua essência étnica na comunicação. O que faz dela uma poderosa arma contra preconceitos e falta de informação especializada na grande mídia.
Qualquer coisa que comprometa a narrativa indígena abre discussão para questionamentos sobre conteúdos indígenas e indigenistas. É muito comum haver confusão entre os dois e o lugar de fala de cada um. No cinema cresce cada vez mais o número de documentários e filmes indigenistas, em que não indígenas trazem seu olhar sobre as temáticas indígenas por meio de depoimentos de indígenas dos diferentes povos no Brasil.
A colonização audiovisual em filmes que mostram as culturas indígenas é frequente pois diretores muitas vezes não percebem que estão impondo também sua perspectiva colonial em seu trabalho.
Quando falamos em comunicação indígena não estamos limitados ao formato jornalístico padronizado ou apenas na missão de produzir notícias indígenas feitas por diferentes etnias, mas falamos de uma comunicação ampla, além das palavras, imagens, ativismo ou faits divers. A força da comunicação oral é a mesma que permite memórias e saberes serem compartilhados por gerações. Um bom comunicador indígena possui uma sensibilidade que ultrapassa o mundo físico.
Etnomídia é uma ferramenta de empoderamento cultural e étnico, por meio da convergência de várias mídias dentro de uma visão etno. Por isso o uso deste prefixo. Ela é uma forma de promover a descolonização dos meios de comunicação, podendo ser executada por diferentes identidades étnicas e culturais. A apropriação dos meios de comunicar tornou possível aos povos serem seus próprios interlocutores.
Se a educação vem de casa, os "educadores" são os pais. Até porque, o conhecimento quem compartilha são os "professores". Portanto há grande diferença entre professor e educador.
não, não estou apaixonado, apenas sou assim, dedico cada palavra que escrevo, cada verso que crio para aquela que um dia irá fazer parte da minha vida, a merecedora da minha fidelidade, companheirismo, amizade e principalmente merecedora do meu amor...
mesmo que você perca a memória e não se lembre mais de mim, estarei lá, tentando te fazer apaixonar por mim mais uma vez...
Temos tanto medo do futuro que as vezes não arriscamos, não lutamos por alguém ou por algo com medo de nos arrepender no futuro, mas uma coisa aprendi, não se "prenda" ao medo do futuro, o passado passou, o tombo que levou no passado passou, virou a página, é hora de viver o hoje, o agora, pois o futuro não existe, não sabemos se teremos ou não o amanhã, o futuro só a Deus pertence...
Dar o poder ao povo de julgar um político corrupto é dar a chave do armário dos remédios a um viciado.
Não sofra se os seus inimigos rirem de ti, pois eles estarão encobrindo suas próprias infelicidades.
Há quem fale em nome de Deus para defender seus próprios interesses porque não morreram para Cristo.
Se você está mal, sempre há possibilidade de reverter, desde que você não viva pelos outros e viva por você.
Seu sorriso honesto é refletido na face quem vê, e geralmente é devolvido. A vida te retribui se você acredita nela.
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