Poesia Animo Fernando Pessoa
" A vida é feita de mistérios e nem tudo precisamos entender para que as coisas aconteçam. certas coisas quando têm que acontecer elas simplesmente acontecem "
há um tipo de felicidade que nada tem que ver com uma vida perfeita. alguns vão perdendo tudo até descobrir lá. Perde se a família, perde a saúde, perde os amigos. vão minguando a vida com as próprias mãos, com as atitudes e a sua ignorância.
Eu gosto de sossego. Não só o sossego de uma rede na varanda, mas a calma e a paz de uma mente tranquila. Sem remorsos ou peso na consciência. Gosto do sossego de noites bem dormidas e de manhãs acolhidas com amor. Gosto de minha alma assim, quieta, serena e grata.
Vire a página. Se está difícil, rasgue fora, jogue o livro inteiro, queime se for necessário. Mas faça o favor de andar pra frente. O tempo não para e a vida pede urgência.
"Eu vejo a sua beleza que você não enxerga, eu consigo enxergar através da sua beleza física, eu olho através de seus olhos e enxergo o quão bela é a sua alma, sua alma é cheia de luz e luz é beleza, beleza essa que transparece em seu olhar, a beleza física é passageira um dia ela deixa de existir, mas a beleza da alma ela não,ela é eterna."
"Mesmo que a luz do sol e da lua deixem de brilhar,eu continuarei a enxergar, pois você é a única luz que me tira da escuridão."
A maior distância que separa as pessoas não são os quilômetros, mas sim o medo de dizerem uma pra outra oque sentem
Eu e o tempo não nos entendemos muito bem. Sou imediatista demais, e ele insiste em ser futuro. Não conjugo o verbo esperar. "Esperança", não me veste. Talvez por isso eu ame tanto o por do sol. Aquele momento em que a noite ainda não se fez e o dia calmamente se fecha. É a fresta no ciclo onde o ontem e o amanhã escorrem juntos, e nesse lampejo, vislumbro o hoje em toda a sua plenitude.
Queria ser poeta, escrever para surpreender e incentivar, mãe sou feira de tristeza e escrevo para me aliviar!
À noite, sozinhas, enquanto esperam os ônibus outras mulheres se agarram as suas bolsas como eu me agarro aos meus poemas e como se os poemas, as bolsas, os medos fossem a mesma coisa.
Imprevisível, imperecível, imperfectível na voz calada aguda de curta e grossa. De cada suspiro, respiro e me falta, a falta de ar que te sufoca.
Amanheceu lá em mais uma vez de nós, acordei sentindo o calor do seu corpo e a maciez da sua pele. Entre carinhos, abraços e beijos novamente me vejo, no refletir do seu olhar e em todos os sinônimos de amar.
Só aprendi que pedra cortava os pés quando comecei a andar descalço, e assim fui seguindo até encaliçar o solado dos meus pés.
Olha que eu acertei beijar na boca de primeira, só não entendia o porquê da língua ser tão ligeira e não ter aquele sabor de framboesa como dizia os poemas que eu lia durante as madrugadas.
Às vezes atribuímos ao perfume o cheiro, mas no seu caso ele é apenas um mero coadjuvante nesse meu desejo.
Amor idealizado nos sonetos sabe melhor do que na prática, pelo simples fato do que amor poético não mágoa.
Não existe nada mais forte que um folha de papel. Ninguém suportaria os sentimentos que são escritos em uma folha de papel pelas mãos de um poeta.
Simples assim como uma suave brisa, quero sem rumo e sem tempo mapear seu corpo com minhas mãos e com meus beijos milimetrar sua pele.
"Se fosse para ser sensato no amor, ninguém cometeria loucuras. O amor é para os loucos e não para os sensatos. Permita-se!"
