Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
Te amei cada segundo, ontem
Te amo cada segundo agora…
Te amarei cada segundo amanhã também
Te amei, te amo te amarei,
Ontem, hoje, amanhã, eternamente e além.
Eu quero
Quero a sensação de saber que me querem bem, o coraçao acelerado ao ouvir sua voz, a saudade de ver o sorriso, a saudade de ver o olhar carente procurando apenas ser notado, o olhar ansioso a espera de um carinho apenas, a vontade de ouvir dizer bom dia, tenha uma lindo dia, que seu dia seja lindo e abençoado, ouvir um boa noite meu bem como foi seu dia ? E perder algumas horas ou alguns minutos contando tudo e ouvindo tudo, não quero o marasmo, a rotina, a não ser que seja uma rotina de beijos carinhos e abraços apertados... Faz falta tudo isso, faz falta um amor, faz falta um alguém pra poder chamar com todas as letras meu amor e é com ela que quero passar os resto dos meus dias, que sejam dias de alegrias pra sorrirmos juntos, ou que sejam de tristeza também pra superarmos mais juntos ainda... A final nem tudo é perfeito como esse sorriso lindo.
Faz falta, mas uma hora essa falta acaba e se preenche de amor, carinho e gratidao
♥🍃
Viver sempre em busca da nossa alma gêmea
Tentando encontrar uma fórmula que complete
Pois viver um amor é ter uma vida plena
Eu erro todos os dias que acordo sem estar do seu lado.
Eu me perco nas horas que fico, que passo, sem teu beijo, longe do teu abraço.
Porque se todos os meus sonhos virassem flores, você seria o meu jardim.
Porque se todos os meus sonhos virassem vaga-lumes você seria minha noite sem fim...
Mesmo que lhe pareça ruim no começo, arrume-se e vá, faça um pouco a cada dia. Quando fizer o alicerce, pessoas aparecerão para sondar.
Esteja preparado.
Sinto o teu cheiro em minha pele
Sinto a tua mão na minha
O teu abraço está marcado em minhas costas
O teu sorriso despertou o meu
Não saia da minha vida
Não saia do meu caminho
Seja a minha estrada,
a minha fortaleza,
o meu sol.
Deitada na cama, quietinha feito criado mudo.
Fico em silêncio, converso com a paz.
Dai sinto um alivio, como aquele vento leve que balança a cortina pela janela.
Olho pro teto, me vejo tão completo.
Me cubro com o cobertor, me dispo, me encho de Amor.
Minha companhia é uma delicia,saboreio.
E sinto a tranquilidade dos meus barulhos agarrada ao travesseiro, me escuto.
E descanso, minha alma, calma.
As forças são sempre renovadas.
Eu me reparo, me cuido, me amparo.
Fecho a porta, apago as luzes, ascendo meus sonhos.
Sou meu próprio lar.
Joyce Amanajás
Eu acho que ninguém nunca compreenderá
o que eu via quando te olhava
Eu acho que ninguém nunca compreenderá
como meu coração disparava quando tu chegava
Eu acho que ninguém nunca compreenderá
porque eu te amei tanto e tão intensamente
Eu acho que ninguém nunca compreenderá
que mesmo depois de tudo isso, você nunca conseguiu confiar em mim...
És:
A vida da minha vida.
O oxigênio do meu oxigênio.
O sustento das minhas pernas.
O relógio do meu tempo.
O ar da minha atmosfera.
A rosa mais singular do meu jardim.
O meu amor, a minha vida, a minha moça!
Meia-noite
Às meia-noite eu sou teu
Às uma és minha
Às duas somos um do outro
Às três somos do mundo
Às quatro somos das estrelas
Às cinco somos da lua que está por ir
Às seis somos do sol que está por vir
Às sete somos ar fresco da manhã
Às oito somos das rotinas do mundo massante
Às nove somos entregues ao estudos
Às dez continuamos nos estudos
Às onze o cansaço dos estudos surge, e com ele,
o pensamento nos "amanhãs" que se tornarão "hojes" ao seu lado!
Eu amava, na real eu amo
Na verdade gostava, bom eu ainda gosto
Eu era apaixonada, eu ainda sou
Mas no final tudo isso se chama amor
Eu poderia ter todos gatinhos na minha casa
Pra cuidar e me sentir aquela velha louca cheias de gatos
Mas não adiantaria fugir da única coisa que me deixou.... os rastros
Você foi embora, mas deixou pegadas,
E ca estou eu querendo saber se mudou o número que calçava
Fui apegada, agora me sinto como devesse largar
Ouço melodias do som das ondas quebrando
Me pergunto se todos esses pensamentos significa que estou desapegando?
Mas do que eu poderia desapegar?
Desapegar de me pegar imaginando seu sorriso idiota?
Desapegar de lembrar das noites tardes que fui ao seu encontro?
Desapegar da forma louca que penso em te agarrar?
Será que é desapegar das memórias?
Como seria acompanhar o ritmos das ondas indo e voltando? Elas me parecem amores que passam em nossas vidas, vão e voltam cada vez maior ou menor, depende da força do vento parar criar a onda, então significa que depende da situação que trouxe a pessoa em nossa vida para saber o quão profundo vai ser meu sentimento por ela?
As vezes penso que a melhor onda que surfei e que o vento me trouxe com todas as forças foi você, e o mais triste foi que você fechou antes mesmo de eu terminar de pegar a onda....
Um vez alguém me disse algo interessante
Se no universo existir diversas dimensões de nós mesmo, significa que algum “eu” meu encontrou o amor.... acho que o meu “eu” dessa dimensão nasceu para ser a velha louca cheia dos gatos
Prefiro abster-me em tocar-te
Para tê-la como a mais bela Arte,
Contempla-la com os olhos,
Guardar-te em meu peito,
Acariciar-te fazendo sorrir,
E contentar-me ao teu toque,
Suave e lúcido,
Mãos quentes,
Pintando-te em meus versos,
Fazendo-te Amor em palavras,
Que como oceano,
Intrinsico,
Se propaga do interior à esferográfica,
Em cores,
Sabores,
Desejo.
O mal Existe,
Assim como o Bem,
Somente no caminho do Bem,
E que encontraremos a Verdade, A Paz e o Amor,
Que tanto Almejamos.
A vida só tem sentido quando sonhamos,
E meu sonho é estar com você,
Mulher de meus sonhos,
Dona de meu coração,
LIVRAMENTO (soneto)
Leia-me! O meu verso árido e nefando
Que queima o meu peito, e dá arrepio
De quando teu paleio vem me cevando
Nos embustes sorrateiros, vis e tão frio
Olha-me! Não temas, pois, sou brando
Já não busco o poetar num belo feitio
O meu ser ainda permanece, radiando
Já o senso, é tal qual um céu sombrio
Fala-me! Verdades, não simule pranto
Pois, as flores do cerrado têm candura
As agruras, não vão ser, minhas pupilas
E se escrevo este soneto, enquanto
Escorre nos versos a minha tristura
O meu amor, desobriguei das quizilas...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
25/01/2020, 17’33” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
"Da mesma forma que é preciso dois para dançar o tango...
Também é preciso dois para fazer o amor acontecer..."
Alguém
Alguém que melhora a essência do seu dia, te tira um sorriso causando imensa alegria.
Alguém que saiba que te completar não é uma obrigação, mas que te ajuda a colocar as peças no lugar e transborda seu coração.
Alguém que não seja passageira, que viaje de mãos dadas contigo nessa vida ligeira.
Alguém que você tenha certeza que não veio por acaso, te tira daquele embaraço, transforma o amargo em mel e te mostra que nem sempre um anjo fica só no céu.
Uma espécie de perda
Usamos a dois: estações do ano, livros e uma música.
As chaves, as taças de chá, o cesto do pão, lençóis de linho e uma
cama.
Um enxoval de palavras, de gestos, trazidos, utilizados,
gastos.
Cumprimos o regulamento de um prédio. Dissemos. Fizemos.
E estendemos sempre a mão.
Apaixonei-me por Invernos, por um septeto vienense e por
Verões.
Por mapas, por um ninho de montanha, uma praia e uma
cama.
Ritualizei datas, declarei promessas irrevogáveis,
idolatrei o indefinido e senti devoção perante um nada,
(– o jornal dobrado, a cinza fria, o papel com um aponta-
mento)
sem temores religiosos, pois a igreja era esta cama.
De olhar o mar nasceu a minha pintura inesgotável.
Da varanda podia saudar os povos, meus vizinhos.
Ao fogo da lareira, em segurança, o meu cabelo tinha a sua cor
mais intensa.
A campainha da porta era o alarme da minha alegria.
Não te perdi a ti,
perdi o mundo.
MASMORRA (soneto)
A vida expira assim como os ventos
Tal a dor e alegria do pensamento:
Fugaz, vagos clarões, sentimentos
Nas venturas, ausentes, eu invento
Vidas que não tem vida, lamentos
De pó, para o pó somos momento
Em vantagens e em detrimentos
Num sopro espalhado a portento
Mas, as sensações sem ter vida
Desengana, extermina e alucina
São almas vazias, e com rancor
Calam as quimeras, põe de saída
A ilusão, numa inércia assassina
Expropriando o coração do amor!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
30/01/2020, 09’35” – Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Querida anjo,
Mesmo sempre lhe encontrando acompanhada
Em seus braços eu queria estar
Quando lhe olho de costas oh anjo
Quando lhe vejo de frente sinto vontade de sentar
Mesmo sempre lhe encontrando acompanhada
Sua bela voz sempre irei lembrar
Com os olhos consego te ver mas com a sensibilidade espiritual consigo enxergarte mesmo distante
