Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
" Eu sei e me arrependo do que eu tenha feito, não espero que me perdoe, mas me entenda de algum jeito."
A felicidade não está em um pote de ouro no final do arco-íris, ela está nos caminhos que escolhemos para chegar ao pote
" Num curto espaço de tempo somos tudo, mas de repente olhamos ao redor, e na verdade não somos nada. "
Somos capazes de fazer muitas coisas, mas não somos capazes de fazer todas as coisas. Querer carregar o mundo nas costas e querer agradar a todos é como rezar sem fé: não vale o esforço.
Em dia dos namorados de Pandemia,quem não sonha com a paixão, não fica com a doença do apaixonado.Ela é a pademia de um coração quebrado.
Alguns de nós se disfarçam em coisas pequenas para que sentimentos imensos não os encontrem e os devorem.
" olhar-se no espelho de si , e não se ver...é entender a ação sem causa... É negar- se a si mesmo e integrar- se ao todo..."
" a condição do homem é de ser uma arma apontada para sua própria cabeça, pouquíssimos não puxam o gatilho"
Eu sofro sim... eu sofro pelo que não entendo ... pelo que me fazem... pelas injustiças do mundo... sofro por que não esqueço... por que quero deixar pra lá e não consigo... sofro porque sou meio bobinha e criança e quero estar com todo mundo nessa guerra de humanos e estradas ... sofro porque na verdade quero perdoar fácil porque não guardo raiva de nada nem de ninguém... sofro porque amei demais... e amo..sofro porque faço burradas e fico arrependida..sofro principalmente porque sou o lado melhor de mim e também o mais confuso... sem sentido ...e sem nexo. Sofro porque há muito engulo sapos e resolvi de um tempo pra cá vomitá-los e ai de quem estiver pela frente... rsss. Sofro porque quero ser e existir nessa terra com minhas contradições ..sofro porque sei do meu valor.. sofro porque amo..já disse né... sofro porque quero arte toda hora e todo sempre do jeitinho que nós artistas gostamos de fazer até o amanhecer... sofro porque detesto eletrônicos e estou viciada neles... sofro porque amo e amo e amo e erro e brigo e falo e quero. (Pra você que não me entende) de Rosana Sabença.
Ela não acredita mais nos mitos e tradições da passagem do ano. No fundo, ela só vai acordar em uma data do calendário e dormir em outra, depois da meia noite. O branco, o espumante e as ondas são só para cumprir o protocolo. Ela vai juntar os cacos do que restou dela depois de um ano cheio de surpresas agradáveis e desagradáveis. E, conversando com ela mesma, fica admirando a falta de empatia de muitos que, durante algumas horas até o dia seguinte, se transforma em simpatia de todos. Por isso, quando os fogos anunciarem a chegada do novo ano, ela só quer continuar sendo forte para continuar sobrevivendo a toda essa loucura do mundo. Só isso.
Por ser de minhas letras não a pátria melhor imperfeita do que minha cabeça, nada de brasileiro, sou da língua portuguesa.
Sou um poeta que ama o pôr do sol, pois ao nascer não sabemos o que nos espera, mas ao se pôr temos a grata satisfação da completude.
Às vezes eu sou tão autossuficiente, me basto tanto, quando você não se cabe de alegria e vem colocar a sua no espaço da minha.
"Por mais que a lua me envie suas parcelas. Simplesmente sinto que algo não chega. Por mais que aquele algo pareça que preencha tudo. Ainda continua vazio, quero sempre mais. Porque as luzes me encantam e levam meu pensamento para além de mim. Ai vejo que as janelas olham. Já que há tanta coisa para conhecer, tantos lugares para estar. É tanta beleza para trilhar, que saio a querer dar um passeio pela vida..." (...)
"Não há nada que apague o brilho dos meus olhos. Eles sempre estarão queimando, gastando a magia de nossas almas... Me entregando a sua constelação, sempre quando você vem ser a lua, eu me faço sol... " (...)
"Mesmo você fazendo parte dos meus apegos esquecidos... Mesmo quando o normal não serve, não encaixa. Eu só queria o seu eu, tão comum. Aqueles dias foram para sempre..." (...)
"Por mais que eu não goste da nossa mesmice. Eu só queria que fossemos os mesmos um para o outro..." (...)
(...) "Meu romance por você não é de hoje. Eu me lanço em tudo. Nos abraços, no seu sorriso ensolarado. Esta intrínseco na alma... Eu abraço o sol, mergulho no brilho dos seus olhos. Me lancei na beleza da sua alma. Você me faz sair fora da caixa e pegar a luz. Agora deixei a luz entrar... Sua voz e seu jeito são um tipo de chamado, então nos atiramos um no outro e simplesmente senti que estou envolvido em todos os seus abraços. Suas meias palavras me obrigam a ser inteiro. Meus olhos disparam como um flash ao te ver e sua presença dá um nocaute em meus olhos. Seus dramas embaraçosos me desconcertam em blefes banais. Você faz meus impulsos nervosos bagunçarem minhas sinapses. Faz minhas veias pulsarem, atacando todos os meus instintos. Te vejo no ontem, no hoje e em todas as manhãs. Movimenta meu coração vai! Agora sei porque meu dia brilha ao te ver..."
Brecht que me perdoe, mas o pior analfabeto é o analfabeto poético: ele não vê, não sente, não se dá conta da vida ao seu redor. Ele não sabe quando os ipês amarelos começam a florir, o dia em que haverá superlua, o instante em que um afeto se transforma em amor. O analfabeto poético se orgulha e estufa o peito dizendo que não tem tempo para essas coisas. Não sabe que, da sua ignorância poética, nasce a frieza, a ingratidão e, o pior de tudo, a falta de vínculos com o resto da humanidade.
