Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

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É que eu tenho muita coisa pra falar irmão, e se eu for
Escrever tudo isso, dá mais de 100 livros, e nunca vai
Acabar com isso não, nunca vai acabar não.

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Sabe, eu tava querendo encontrar você
Tem tanta coisa que eu queria dizer
Ideias que tenho na mente
Me fala o que você sente
Sem você nada faz sentido aqui, yeah

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Quando tem você tá tudo feito, perfeito
Verdade, parei de ter medo
Tá bem, meu bem, sua verdade é um mar de desejo
Você é como um caso perdido
Eu só me ajo se for contigo
E quando eu fujo é pro seu beijo

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A confiança é o segredo, a insegurança atrai o
Medo, o terror dos seus sonhos se tornando em
Pesadelo.

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Será que nesse filme tu encontra um verdadeiro?
Da até pra contar nos dedos, se eu te falar que só
Existe você mesmo.

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Seja como os pássaros que voam alto, mais tão
Alto, porque só o céu é o limite, é azul e infinito e
O mundo não tem fim, assim como o oceano, se
Eu não me engano, é que tem muitos pra querer
Saber seus planos.

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Então, tente me entender, assim que seja, que seja assim
Vai ficar só me olhando ou vai querer me aplaudir.

Inserida por sindromesdapoesiaofc

⁠A saudade bate, a lembrança devora
E o nosso futuro se resumiu a nada
E o mais difícil é sempre entender
Que um dia tudo que começa acaba
(Pk)

Inserida por pensador

⁠É que a gente temos que entender
Que todos nós também representa
O palhaço
Já da pra ver no rosto, o sorriso
Estampado, sorrindo especificamente
Por fora e as lágrimas escorrendo
Por dentro.

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Cada um com seu sofrimento, só que
De uma forma diferente, só quem sente
Sabe, só quem sabe sente, ninguém é mais
Inocente.⁠

Inserida por sindromesdapoesiaofc

O mundo tá cheio de covardia, te apunhalam
Pelas costas e ainda com ironia, tudo começa
Quando se fecha as cortinas.⁠

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Ninguém confia mais em ninguém, nem mesmo na
Própria sombra

Nem o espelho tá mais servindo, quando fui me olhar
Até me assustei com meu semblante destruído, geral
Corrompido, o amor tá frio, eu também já enfriei.

Inserida por sindromesdapoesiaofc

No calor do ódio e da intolerância, todo mundo quer
Ser rei, me desculpe se eu errei, é que eu já não sei
Mais pra onde eu vou, aonde vou parar, será que da pra
Raciocinar?

Inserida por sindromesdapoesiaofc

O que é certo ficou errado, e o que é errado ficou certo
Meu papo é reto, nem sei mais quem sou, às vezes me sinto que
Estou em um deserto querendo desabafar com tanto glamour .

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Ai vem me falar, o que é que tem haver? é preciso dizer? que ninguém se importa
Com você, só você pode e tem a chave secreta, na calada na madruga o coração
Acelera à mil por hora, porque a gente chora? em silêncio, dia após dia, querendo
Colocar pra fora toda essa patifaria.⁠

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Tá me matando aos pouco, me vejo no poço, calabouço, eu dou grito com minha alma
Ao invés de usar minha própria voz, porra ninguém me escuta, más falam que eu tô na
Paranóia, ninguém entende minhas loucuras, e loucuras de louco quem vai entender?

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Só você sabe o que está passando e sentindo, cada gosto amargo feito fel, provando
Do veneno amigo.

Inserida por sindromesdapoesiaofc

Nós mesmo joga pedra sem querer ser atirado, somos nós mesmo, o próprio
réu sem querer ser o culpado, é tanta hipocresia que até quem é não consegue ficar calado
E eu não me calo, é preciso mais amor pra não poder ver mais um morrer enforcado, ame mais
Ame mais, ame mais, ame mais...

Inserida por sindromesdapoesiaofc

⁠E eu quero que as pessoas me entendam
Quero que os porteiros me atendam
Ou melhor, que as portas se abram
E meus irmãos nunca se vendam

Inserida por pensador

MEDÍOCRE

Que vil verdade é esta
Que tua vaidade criou
E que poder de errado
Valor ora te comprou e
Tomou conta de ti, guri
E por que preferes, queres,
Feres, diferes e somente
Digeres o que gera a fama
E ostenta uma boa grana?
Achas mesmo isto bacana?
E por que te alimentas com
O materialismo e te sustentas
Com este doente consumismo?
Enfim, por que tu te concentras
E centras em tantas idiotices e
Nos convites destes teus parcos
Limites e ainda, por que o centro
Do teu umbigo é teu melhor amigo?
Olha, pensa, pega agora tua carteira
De identidade para tentar reconhecer
E ver de perto, autenticada a cara da
Covarde futilidade que se apossou do
Teu nome por pura ganância, arrogância
Da tua genuína ignorância, por louca valia
E pouca serventia, por ridícula, medíocre,
Rasa, temporal, pseudo e irreal soberania!
Guria da Gaúcha Poesia

Pedaços de Mim,
Página 55
1999

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