Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
Chama-me de safado! Mas não acreditam quando digo o quanto você provoca o meu juízo
Desatinando a inocência das mais puras intenções... Infligindo a razão
Mas, contudo sua indecência desenvolve a minha imaginação...
Tua língua tanto me tenta em um pecado carnal;
Digo o que não quero quando a raiva me consome
Por ciúmes me desespero tenho medo por um instante
Instante de perder! Perder o teu olhar de admirar o meu prazer...
Te amo sem juízo na verdade nem sei por quê!
Só sei que não consigo viver sem o teu querer
Percorro o meu caminho para feliz poder te fazer
Tenho sonho de dar-te o mundo por isso escrevo para você;
Se o longe não fosse tão longe eu seguiria a pé
E os meus pensamentos teria muito mais esperança e fé
Alcançando os teus sentimentos como quiser
Enfrentando com coragem para o que der e vier;
Ser normal em um país onde as promessas não são cumpridas
É verdadeiramente uma ação de loucura para aceitar e não reclamar;
Verso do Dia em que deixei de acreditar: Não deixei de acreditar
No que me pareceu impossível para com a minha capacidade
Passei ter mais cautela com o meu antes só
Do que viver sendo mal amado ou estando
Pessimamente apaixonado;
Deixar que falem que não és capaz de realizar coisa alguma em tua vida... É um erro
Pois se você vive... Sonha... Se sonhares pode realizar e para que aconteça
Basta lutar para se concretizar em tua vida, as pessoas preferem
Julgar ao ter que realizara com as próprias forças...
Portanto deixem que fale que não és capaz
Lute... Vença e prove a si mesmo;
Passo mal de não ter feito o que queria fazer
Ou até morrer de arrependimentos
Mas de uma coisa que nunca
Ninguém poderá falar...
É que fui omisso ao amor;
Não importa em olhar para traz e ver o que perdeu
Olhe para frente e entenda o que você ainda pode ganhar;
Não busque a felicidade em ninguém porque todos nós temos a felicidade naturalmente
Busque apenas quem concorda e te apoia para viver livremente e juntos descobrir
O quanto se pode ser feliz juntos...
Sou bem ou sou mal
Depende de como você me veja
Posso ser a tua cura
Ou o vício que não segura
Absinto que não indico
Mas com dosagem regulares
Posso ser mais que delírio
Sentirás prazer
Se me provar!
Se satisfará
Se saborear-me!
Como um remédio
Te dou a cura
Ou como um veneno destilado
Que te derruba;
Não tente substituir o insubstituível
Por que um coração insubstituível
É um pequeno caminho
Para a realização
De um sonho;
Perigosamente sincero com as palavras
Guardo o meu juízo onde não veja
Para que a minha emoção
Tenha controle de tudo;
Pois a arte de amar é a arte da perfeição
E nem todo mundo é artista
Nem reconhece o perfeito
Como sentimento de paixão;
Não costumo me importar com julgamentos alheios
Pois dos meus erros e pecados só me fazem
Mais saliente para a minha vida;
Ainda que me julguem pelos meus erros
E consigam fazer que meu corpo fraqueje
Não farão que eu me curve as dificuldades;
Que o nosso Domingo seja de muita paz
No qual se tenha a consciência
De que Jesus não deu sua vida em vão;
E que a nossa páscoa seja doce como queira o nosso senhor...
Damos graças a Deus por tudo que lhe é digno;
Que as mensagens de Deus não se confundam com as crenças mitológicas
Para que o significado não falte com o respeito assim dita
E que as homenagens não tenham certo proceder
Ou em movimento Valquíria de ser;
Afastar-se-ão do meu coração no que está repreendido a mim
Pois os conselhos a mim dados não serão desprezados
E sei que se eu der ouvidos seguro estarei;
Não se deixe perder pelas dependências nas esquinas da ilusão;
Sonhe e deixe sonhar, que viver o sonho do outro é valorizar é amar;
Só sei que poeta sou e ainda não consegui amar;
Não aprendi o significado de amar alguém, sendo ou não a importância de uma história;
Tua espera não será em vão e os teus anseios não serão banalizados de forma desinteressada que desonre a tua honra de mulher serena que és...
Durma em seus anseios para fortalecer o teu coração que eu estou mais próximo do que você imagina;
Deixa que te cubras com o meu corpo que te aquecerá com os devidos carinhos...
