Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
Vou sentir falta da minha versão antiga,da menina boba e ingênua que não enxergava o mal no mundo,cheia de "amigos",confiava em todos sem medo de se magoar ou se machucar,pena que eu tô perdendo essa menina aos poucos,construindo muros que não serão derrubados tão facilmente,aprendendo que não se pode confiar em ninguém porque na primeira oportunidade eles te dão uma rasteira,aprendendo que é melhor você andar sozinho porque a gente sabe que se ficar íntima ou contar algum segredo pra ela no final a gente se ferra,se arrependendo de ter feito certas amizades.
Sim,eu estou crescendo,e estou começando a ver o mal no mundo,e me isolando mais ainda porque sabemos que esse é o melhor a ser fazer
Sobre equívocos e êxitos:
Por não dispor de uma boa autoconfiança, a pessoa controladora não consegue construir LAÇOS genuínos de amizade. E, por consequência, torna-se hábil em criar NÓS de inimizade difíceis de desatar.
- E existe algo do qual você não tenha medo? Ele zomba.
- Da morte. Respondeu a garota, ainda reflexiva.
- Não tem medo de morrer?
- Quando você manda uma mensagem e nunca obtém resposta ou quando uma pessoa que você ama se muda e vocês perdem o contato completamente, não é como se ela estivesse morta?
Você se lembra da pessoa toda o dia, mas não pode vê-la, toca-la nem ouvi-la.
Mas com o tempo você vai aceitando, vai esquecendo.
Acredito que a muitos mortos que ainda respiram por aí.
- Então eu estava morto para você? Ele pergunta.
- E eu para você suponho.
Ainda bem que estamos vivos agora. Respondeu com um sorriso em meio aos lábios.
Oque é o universo se não um único verso?
Se for isso não posso passar disso
Assumo comigo o compromisso
De escrever apenas um universo.
Peço-te desculpa
Isso não tira-me a culpa
Embora tenha me perdoado
Meu juízo é aguçado
Não mereço teu perdão
Eu te sinto ainda magoado
Gentil, como eu quero fugir!
Isso aperta meu coração.
Quanta coisa me envergonha
Não respiro sem pensar
Ela merece todo o ar
Não respiro e penso: disponha
Quanta coisa me entristece
Quero te ajudar, Formiga
Tento ser “a boa amiga”
Que tu me pensa ser
Como isso não me desce…
Quanta coisa me enfurece
Tanto ódio de mim mesma
Ódio, ódio duma resma
Que me descreve, me conhece.
Não estamos aqui para sermos felizes, estamos aqui para aprender sobre a felicidade.
27/06/2019 (Palavras escritas no marca página laranja que eu guardei)
Não sei porque não cogitei parafrasear
Alphonsus de Guimaraens
Só dar uma de Ismália e me jogar no mar…
Mas, ei!
Não vou dar este gosto aos capitães!
Vou dizer que é só brincadeira.
as vezes você vai ter que deixar de insistir pra não sofrer , não sentir dor.
Desistir e parar de se humilhar por coisas que deveriam ser naturais boas e até engraçadas.
O mundo está cheio de pessoas boas a nossa espera, então pra que se focar naquilo que só te machuca e estressa.
Vamos viver oque há pra viver, vamos nos permitir ....
O fracasso de quem não vive uma vida de sucesso está em pressupor o que não é real.
Nem tudo que reluz é ouro.
Basta um olhar sobre o sujeito, sobre a coisa é pronto, não li o livro pela capa; apenas senti o espírito da intenção pela sensibilidade e sei do que se trata.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Como estar diante deste cenário e não me lembrar de tudo o que fez, faz e ainda vai fazer.
Deus...
Como não te sentir, como não tentar descrever sua grandeza, como não chorar de felicidade. Por saber que vive em mim, mesmo sendo cheio de imperfeições.
Ricardo Baeta.
Se existe um Deus que nos abandonou nessa terra de ninguém, tenho certeza de uma coisa;
Ele não quer que sejamos felizes, ele quer que sejamos fortes!
maldita hora em que resolvi te deixar
maldita hora em que não pensei no "nós"
maldita hora em que achava que aquilo era o certo.
maldita hora, maldito dia, maldita vida.
eu falhei novamente.
Ambos sentimos a chama arder,
Sabemos que isso nós nunca vamos perder
Não precisa estar perto para a chama se ascender
É por isso que quero tanto te beijar?
Eu penso em você, de todas as formas, com tantas intenções.
Do pó ao pó.
Da matéria as cinzas.
A vida é uma doença da qual não existe cura.
Doença fatal, da mesma não existe escape.
Ninguém escapa dessa doença com vida.
Na morte há um pouco mais de acerbidade
Dentre tanta coisa que vi, direi a verdade
Contar não posso como tinha entrado
Me sentia abandonado
Tanto sono que havia os sentidos levado
Seria milagre congelado se eu tivesse encontrado
O único caminho bom eu havia deixado
Para Dante, direto do inferno.
Não existe insistência.
Na vaga sensação
De amar... Não se ama só.
Deixa que barco navegue
Até que encontre um porto seguro.
Não é hora de voltar atrás
A vida segue e cada segundo
Novas sensações
São momentos
A felicidade consiste
Em fagulhas que eternizado
Na lembrança
Viva o hoje sem lembrar do amanhã.
Filósofo Nilo Deyson Monteiro
Não é que nego a existência pelo fato de saber que fora da linguagem tudo é silêncio. Apenas equilíbrio entre os horizontes da real natureza e a natureza caótica condicionada.
