Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

Cerca de 539053 frases e pensamentos: Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

A minha maior saudade não é de amigos que se afastaram nem de parentes que me abandonam.
A minha maior saudade é de mim mesmo de quem eu era das coisas boas que eu era capaz de fazer, saudades de sentir a minha própria essência .
Mas Deus sabe de todas as coisas, principalmente sabe o que a de melhor em mim

R&F Perazza.'.

A paz não é um fato natural, você tem que lutar muito para alcançar. mas basta um segundo para perdê-la.




Daí-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.


R&F Perazza .'.

Senhor aqui é um homem moido pelo peso das escolhas que nao pode apagar, somente tu viste o rastro de destruição que meus erros deixaram atos que me assombram nas madrugadas frias da alma, não busco desculpas pois a culpa e minha e o fardo e justo, tenho sangrado na tentativa desesperada de consertar o que quebrei lutando contra a propria natureza para restaurar cada ruina que causei minhas mãos estão calejadas pelo esforço de tentar ser melhor do que fui ontem, mas sei que o esforço humano e em vão sem, o teu toque diante do abismo do meu passado clamo não me deixes naufragar no remorso peço o impossível, o sopro de uma segunda chance a qual sei que eu não mereço mas que sò a tua graça pode me dar queima em mim o que e velho destroi o ego reconstroi um carácter inabalável me o direito de recomeçar do zero sobre seu olhar para que minha vida seja prova viva de que a queda nao e o fim mas sim um novo começo…
Perazza.'.

Não tente ser leal a ninguém a não ser a você em primeiro lugar, quanto mais lealdade você mostrar aos outros, mas desprezo você ganha ...


Daí-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.


Perazza .'.

Seja honesto com você seja verdadeiro com você próprio não perca tempo mostrando a honestidade não perca tempo mostrando ser verdadeiro principalmente a quem nunca vai estar disposto a ver isso


Daí-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.


Perazza .'.

Desistir é o que eu não irei fazer.
Dou uns gritos, entro no chuveiro e choro, tomo um café e volto mais forte do nunca....




Perazza .'.

A pobreza pode te tirar muitas coisas, mas nunca deve tirar seu respeito próprio.
Se você não respeitar a si mesmo ninguém irá respeita-lo


Deus daí me força e fortaleça minha fé para cumprir a tua vontade Pai


Perazza .'.

⁠Ignorância é isto!!!
Refutar por refutar ou acreditar por acreditar...
E não entender nada ou compreender nada!!!
Simplesmente crer ou não crer por especulação e empatia pessoal infundada...

NADA COMO ANTES

De onde eu vim,
Lembro com muita saudade.
Ruas e quintais não são mais como antes.
Por lá eu cresci, vi muitas flores se abrindo
No raiar das manhãs. Quantas vozes eu ouvi.

Atrelado ao ar do lugar, Timbó está incravado em mim.
Suas praças me recordam bem, profundas lembranças
Que o tempo marcou.

Não posso esquecer dos amigos que um dia
Comigo sorriram. Aqueles que foram,
Os que me disseram, os que propuseram, os que se fecharam,
Os que se abriram e aqueles que nunca mais vi.

FANTASMA NO VAGÃO
Autor: Góis Del Valle

Já não sei dizer quanto tempo faz.
O prazo terminou, final de uma ilusão.
Não posso mentir pro meu coração.
Alimentar a velha dor, a dor de uma paixão.

Não sou mais o mesmo de ser.
Tinha que morrer pra renascer.
Todo tempo é pouco pra viver a
esperança de sentir um novo amor,
nova paixão. Viver feliz é ser feliz com
o seu novo amor.

Não me importo mais com os fantasmas
no vagão, perdidos pela noite em vão, soprando
minha vela então. Não posso mentir, talvez
admitir, alimentar a velha dor... A dor de uma paixão.

Anos em Londres me ensinaram a ler o mundo pelos rostos. Ao voltar ao Brasil, não vi estranheza, vi espelho. Um país inteiro desenhado com os mesmos traços
das etnias que cruzaram minha vida na cosmópole.

A PALAVRA SEGUINTE
Autor: Góis Del Valle

Nem quando você perceber.
Perceber não será entender.
Entender fará você duvidar de si mesmo.
Duvidar da própria verdade fará nascer questionamentos.
Questionamentos conduzem às verdades que fazem enxergar.
Enxergar nem sempre é suportar.

Não duvide do amor escondido.
Escondido, ele habita as formas mais simples de sentir.
Sentir não basta para reconhecer.
Reconhecer exige coragem para enfrentar a própria verdade.
Verdade que talvez revele aquilo que você passou a vida inteira
tentando negar.


Negar não muda o que o coração já decidiu.
Prosa Poética

ela é arte,
daquelas que não precisam de moldura,
porque até o mundo parece mais bonito
quando ela está nele.

QUANDO A FAÍSCA NÃO BASTA




Por gerações, a frase “os opostos se atraem” foi tratada como verdade universal, um feitiço romântico capaz de equilibrar caos e ordem. Muita gente, sem compreender a fundo a natureza dos vínculos duradouros, repete isso quase como um mantra. Só que essa ideia, quando colocada à prova da vida real, desmorona.


Os opostos até podem acender uma faísca inicial, gerar aquela curiosidade gostosa que parece novidade eterna. Mas a mesma oposição que encanta no começo costuma se tornar o atrito que desgasta. A chama vira ruído. A novidade vira cansaço.


O que sustenta dois seres através do tempo não é a diferença entre eles, e sim o alinhamento silencioso de seus propósitos. Uma ponte só atravessa o abismo porque seus pilares compartilham a mesma força, a mesma matéria, a mesma direção.


No fim, são os semelhantes — não em tudo, mas no essencial — que se reconhecem. São eles que encontram um solo comum onde a vida floresce sem esforço, onde um novo horizonte pode ser construído com beleza, verdade e futuro.

“Não estou apaixonado; estou apenas assistindo a um sonho do qual não quero acordar.
E se for para morrer de desejo, que seja com uma trilha sonora de rock ao fundo…
porque a sanidade sempre foi superestimada. Crazy Train.”

Maturidade não é pressa, nem carência disfarçada de escolha. É ter estrutura interna suficiente para não negociar o próprio valor só para não ficar só.
Pouca gente aguenta esse silêncio — e menos ainda crescem dentro dele.

Lizandra Alves


Lizandra — Riff de Esperança
  Alves — Mulher que Não Desiste


Lizandra — Abrandando Silêncios
  Alves — Onde a Força Floresce


Lizandra Alves, nome que o tempo não dissolve,
soa como acorde limpo, desses que a alma absolve.
Entre legumes, cores, traços num balcão desenhado,
o destino já ensaiava um encontro bem guardado.
Rock tocando alto, riso solto, olhar atento,
havia nela alegria vestida de sentimento.
Trabalhadora desde cedo, mãos firmes, coração leve,
orgulho que não se exibe, apenas vive — e se percebe.
Trazia no sorriso a arte de disfarçar
certas tristezas que só quem cuida sabe enxergar.
E mesmo assim, quando estava ali, tudo era luz:
amizade verdadeira, dessas que o tempo conduz.
Lizandra Alves, mulher de passos suaves,
que transforma cicatriz em força, medo em chaves.
O mundo tentou dobrá-la, mas não conseguiu quebrar:
ela aprendeu a ir, a voltar, a recomeçar.
Hoje o passado não dói — ele ensina, ele fala,
é ponte, não prisão; é memória que embala.
Se o destino cruza caminhos, não é por acaso:
algumas presenças ficam, mesmo após longo prazo.
E se um dia Queimados ouvir seus passos de novo,
não será retorno — será voo.
Porque quem carrega luz, trabalho e verdade,
nunca sai do lugar: apenas muda a paisagem.

O Limiar

Sinto tua falta como quem sente culpa,
não apenas dor.
Há um frio que não vem da ausência,
mas do que eu seria
se cruzasse a linha que me separa de ti.
Compreendi — tarde demais ou cedo demais —
que entre o querer e o tocar
existe um espaço que não me pertence.
O que me atrai não é a vida contigo,
é o risco, a queda,
a vertigem de um amor que cobra tudo.
Nada posso fazer.
Não por fraqueza,
mas porque há desejos que, ao serem atendidos,
destroem o que tocam.
Sou criatura do limiar:
preciso de permissão para entrar,
não na tua casa,
mas na região mais vulnerável da tua alma.
E sei que isso não seria amor.
Seria fome disfarçada de ternura.
Não me salvaria,
não te despertaria —
apenas nos perderia.
Eis o dilema humano:
amar e, ainda assim, escolher não tomar.
Ser condenado a observar,
não por falta de coragem,
mas por excesso de consciência.
Amaldiçoado não por amar demais,
mas por entender o preço do amor.

Ide...


"Redes guardadas apodrecem; pescadores parados viram teóricos. Não se engane: o mar não vem até o barco. Se queremos almas, precisamos deixar o cais. Afinal, para que serve um templo de tijolos se o Deus Vivo prefere o templo do seu corpo? Saia das paredes. O mar é grande, a hora é agora e o peixe não vai saltar para o seco."

Teorema do Olhar Elevado

Não é o rosto — é o gesto contido,
é o queixo erguido em ângulo preciso,
como quem conhece o próprio domínio
e mede o mundo sem pedir aviso.
Teus olhos não miram de frente,
deslizam em órbita sutil;
não fogem — escolhem o instante,
como quem calcula o próprio perfil.
Não há riso aberto, espalhado,
há curva mínima, estratégica intenção;
um desdém doce, arquitetado,
feito assinatura em declaração.
Tua mão no cabelo é bússola leve,
aponta o centro da própria atenção;
não é vaidade — é narrativa breve,
é direção consciente da percepção.
Há fogo na cor que te veste,
mas gelo na calma que sustenta o olhar;
combinação rara — teste e convite,
porta entreaberta que sabe fechar.
Chamam de pose. Eu chamo de código.
Chamam de foto. Eu chamo de sinal.
Pois quem domina a própria imagem
já ensaia comando no plano real.
Se a ciência diz que rosto não dita
o caráter ou o coração,
a expressão, porém, sempre grita
a postura diante da multidão.
E ali, no ângulo exato da cena,
não vejo acaso nem distração:
vejo mente que calcula a arena
e alma que aprecia o desafio da atenção.

John Rabello de Carvalho