Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

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“Talvez você ache que eu não amo como antes porque minha forma de demonstrar mudou.
Mas, por muito tempo, eu tentei amar através de cartas, presentes, palavras, cuidado e presença… e, aos poucos, fui sentindo falta disso vindo de você também na mesma intensidade e frequência. O sentimento em mim não morreu, só ficou cansado de se sentir sozinho.”

Tem saudades que não cabem no peito…
elas transbordam pelos olhos mesmo. 😔
Mas existe algo bonito nisso:
quem sente assim, sentiu algo verdadeiro.
Só pergunta “já comeu?”, “dormiu bem?”
É quem ama com cuidado, com carinho, com presença.
Às vezes o amor continua existindo
mesmo quando só resta o silêncio respondendo.
E o tempo, quem pouco a pouco vai separando quem um dia já foi amante, já foi feliz com sorriso radiante.
E só restará as dolorosas lembranças de quem um dia soube como é amar.

Acorde guarnecida por fé. Levante-se inspirada! O que você ainda não vê, não toca e não usufrui chegará pleno e sublime, pois Deus já o preparou, assim como também já o reservou para você no tempo certo.

(Aline M. Abdalah)

REFLEXÃO
Já pensou na crueldade a que somos submetidos?
Não podemos optar sobre rir ou chorar, sobre vencer ou perder... somos induzidos ao erro quando somos levados a crer que não desistir é o mesmo que ganhar...
E se você pudesse escolher entre ir ou ficar?
E se visse mais do que os olhos podem mostrar?
E se pudesse escolher um lugar pra alma morar?
E se pudéssemos trocar de corpo cada vez que o sol completa uma volta ao redor da terra e a gente finge que zerando o calendário tudo vai mudar?
E se pudéssemos o que não encaixa dentro de nós?
E se disséssemos sim mais alto com os olhos do que os nãos que os lábios falam?
E se conseguíssemos à risca aquela frase que repetimos ironicamente: "não sou obrigada a nada"!
Ignorando o fato se sermos obrigados a tudo, as vezes, por banalidades que nos são tão úteis...
E se o coração calasse a boca?
E se você pudesse estar onde teu pensamento vive?

Ray Sousa

O agente público que transforma sua missão em palco e sua função em vitrine não apenas se desvia — ele se perde.
Aquele que ocupa o cargo mirando os holofotes, e não o interesse coletivo, padece de uma enfermidade silenciosa e devastadora: o narcisismo institucional. Uma patologia que não apenas distorce sua própria percepção de realidade, mas que corrói, por dentro, os pilares da ética administrativa.
A Administração Pública não é arena de autopromoção, tampouco balcão de negócios pessoais. Não é espaço para mercantilização de cursos, venda de imagens ou construção artificial de prestígio. O Estado não pode ser instrumentalizado como extensão do ego de quem deveria servi-lo com humildade.
Há, nesse comportamento, uma inversão ontológica da função pública: o servidor deixa de servir para se servir.
E quando isso ocorre, instala-se uma perigosa degeneração — o interesse público é relegado ao segundo plano, substituído por estratégias de visibilidade, marketing pessoal e culto à própria imagem. A função, que deveria ser sagrada, torna-se espetáculo. A responsabilidade, que deveria ser dever, transforma-se em oportunidade.
Lugar de exibicionismo é no circo, sob as luzes do aplauso fácil e efêmero. A vida pública, ao contrário, exige sobriedade, compromisso e silêncio produtivo — aquele que constrói sem anunciar, que realiza sem ostentar, que serve sem esperar reconhecimento.
O verdadeiro agente público não busca aplausos — busca resultados.
A história não se curva aos vaidosos. Ela reverencia os íntegros.

⁠Lembrete:

Se você beber 3 litros de água por dia, não terá tempo para cuidar da vida dos outros, pois estará muito ocupado(a) mijando.

Mantenha-se hidratado(a)!

Eu não sou a minha família, nem os meus amigos, nem o que eles pensam sobre mim.
Eu não sou nenhum dos meus parentes, tampouco as opiniões deles.
Eu também não sou a minha rigidez, nem as minhas limitações.
Eu sou única. Não há ninguém igual a mim, nem haverá.
Por isso, não há competição e nem comparação.
Eu mereço o meu próprio amor e minha própria aceitação, não pelo que fiz, mas por existir.
Eu gosto do jeito que sou. E só preciso da minha aprovação em meus atos.

Querer bem não tem nada a ver com assumir responsabilidades dos outros, nem achar que você tem que fazer o outro feliz. Ninguém tem a habilidade de fazer o outro feliz, pois a felicidade está nas escolhas de cada um. Podemos ajudar o outro, mas a decisão de ficar bem é da outra pessoa. Mesmo que se faça ou sugira alguma coisa é a pessoa que fará algo dentro de si para melhorar.

Eu sou eu e não a outra pessoa. Se eu me envolvo com o problema do outro, eu coloco cargas em mim que não são minhas. Quando eu pego o problema do outro, eu dou espaço para ser ferida, machucada, invadida... por isso, não deixo a minha individualidade ser dissolvida, nem me deixo ser impressionada, nem levada por acontecimentos que não são meus, pois sei onde está o meu próprio lugar. Eu não desvio o meu foco. Isso se chama respeito a mim mesma. Não devo me apiedar por algo que não tenho culpa. A cada dia tenho mais consideração por mim.

Não é orgulho é autoestima...
Eu tenho qualidades e agradeço por tê-las.
Quando percebo a minha evolução me sinto muito bem. É por isso que sempre que possível eu produzo algo que me faça perceber que estou crescendo e aprendendo.
Quando passo por situações embaraçosas procuro rir de mim mesma, para que se envergonhar?
Eu uso e abuso do que me faz bem.
Eu me trato com muito carinho. Eu busco o melhor de mim. Sou gentil comigo mesma, cuidando-me interna e externamente.
Eu mereço tudo o que há de melhor.
Não sigo a moda, uso o que faz eu me sentir bem.
Eu dou muita atenção as minhas necessidades e é por isso que não deixo as coisas continuarem se não vão bem, tão logo as coloco no lugar
Quando eu erro, eu me perdoo. Pois o que importa é quem sou e o que faço hoje.
Sei que não sou uma miss, tenho alguns defeitos, mas não transformo isso em um pesadelo, nem faço de um defeito algo tão significante a ponto de atrapalhar a minha felicidade.

⁠Eu me perdoo

Eu me perdoo por tentar me apegar ao que não era para mim, por insistir em pessoas desinteressadas. Eu me perdoo por dar mais do que eu tinha, esperando amor dos outros quando eu não sabia como dar a mim mesma. Eu me perdoo por não conseguir me limitar quando eu deveria, por não conseguir agradar, quando eu queria dizer não, por buscar nos outros aquela aprovação que eu tanto precisava me dar. Eu me perdoo por não ter entendido antes que a felicidade não vem de fora, mas de aprender a me amar. Eu entendi que o amor próprio começa com o perdão, aceitar o que eu sou e decidindo o que eu quero ser. Eu me perdoo pelas vezes que esqueci quão valiosa eu sou, por ter me entregado a lugares que me machucavam só por medo da solidão. Hoje eu decido me libertar desse fardo, me dou permissão para recomeçar, priorizar a minha paz e me tornar minha melhor versão, porque me perdoar não é esquecer o que eu fui, mas me amar por tudo o que eu sou.

Ouvi um palestrante dizendo:

"Não ajude um fracassado, ele tem o que procurou ter"

Para mim parece mais uma falsa causalidade, justiça poética barata.
Assume-se que toda dificuldade é por uma escolha consciente. Na psicologia sabemos que não funciona assim. Ninguém "procura" trauma, crise financeira, depressão, doença. Muita coisa é contexto, sorte, sistema, história de vida. Reduzir tudo a "merecimento" é confortável pra quem fala, mas é falso.

Esse tipo de comentário geralmente protege quem fala. Se eu acredito que "cada um tem o que merece", eu me sinto seguro. "Comigo não acontece porque eu sou esperto". É o viés do mundo justo. Só que a vida derruba essa crença cedo ou tarde. Aí a pessoa não sabe lidar.

A relação humana sobrevive de apoio mútuo. Ninguém acerta 100% do tempo. Se nós só ajudassemos quem "merece", sobra quem?

O paciente não vai para o consultório porque está bem, por exemplo. Vai porque fracassou em algo. Se negasse ajuda pra todo "fracassado", a psicologia não existiria.

Chamar alguém de "fracassado" congela a pessoa num momento ruim. A pessoa falhou, não é um fracasso. É diferença sutil, mas muda tudo no tratamento. Um te dá chance de mudar, o outro te enterra.

Esse comentário é mais sobre o medo de quem fala do que sobre quem sofre. É julgamento raso vestido de "realismo". Soa forte, mas não explica a complexidade humana nem ajuda ninguém a sair do buraco.


_Jane Silva

Em 06/06/2026

Não é sobre atos de serviço, interesse físico ou material. Não é sobre desejo. É sobre quem te prioriza. Sobre quem te perdoa. Sobre quem te inclui na vida, na rotina e no coração.`


_Jane Silva




08/06/2026

Quando chega aquela hora da noite,...
Que você não consegue dormir,...
Relaxe, vá até a cozinha,...
Beba um copo dágua e deite-se,...
Que eu pedirei ao Sr. meu Pai,...
Que leve até seus ouvidos,...
Meus pensamentos,...
E que a faça ter um sono suave e feliz,...
Na certeza que você estará bem,...
Não me importo comigo.

O invejoso não é feliz como você,
Não possui o que você tem,
Não vive como você pode,
Não pode ser o que você é,
Não vive sua vida...

Deixo aqui a minha dica,
Pros guris e pras gurias,
Que em todos os meus versos e frases,
Não existem demagogia,
A simplicidade é o meu caráter,
Detesto hipocrisia...

O rico é pobre quando tem tudo pra ser invejado...
O pobre é rico quando não tem nada e mesmo assim causa inveja...

Pobre é o rico que tem tudo e não consegue ser feliz,
Rico é o pobre que mesmo não tendo nada consegue ser feliz...

Sou sensível, presa fácil, me doo por inteiro,
não sei lutar contra as tempestades sentimentais,
sou sempre derrotado nas batalhas do amor,
não que minhas armas sejam fracas, é que eu só enfrento,
grandes potências...

Queria ter coragem pra te dizer o quanto eu te amo,
Mas não teria coragem de ouvir tu dizer que não me ama...

Noite escura sem fim,
Tenha piedade de mim,
Devolva-me o sono,
Para de querer seu meu dono,
Não consigo dormir sequer,
Um pouquinho sem pensar nessa mulher...