Poesia Amanda
"E ela, como sempre, acertou no presente, “Pra que você não perca a hora de voltar pra mim”, escreveu num cartão junto com a caixa do relógio que ele agora usava a toda hora." Pedro usando o presente que Manu lhe deu em Amor nos Tempos de Quarentena
"Estaremos unidos nessas pequenas coisas, necessidades do dia a dia que todos fazemos." Manu pensando em Pedro em Amor nos Tempos de Quarentena
"É o momento ideal pra ligar pra Pedro. Essa é minha hora preferida do dia, aquele lusco-fusco em que não se sabe se é dia ou noite, criando uma atmosfera como se tudo pudesse acontecer." Manu em Amor nos Tempos de Quarentena
"De madrugada, enrolada num edredom nos ombros, vendo o mundo tomar cor pouco a pouco (ainda que não desse para ver o sol nascendo mesmo da varanda, mas gostava de olhar o céu e imaginar)." Trecho de Amor nos Tempos de Quarentena
"Ah! Saber que você não está aqui me mata um pouco." Pedro pensando em Manu em Amor nos Tempos de Quarentena
Eu crio minha depressão, me isolo e reclamo de não ter ninguém, mas afinal não sou eu quem afasta as pessoas?.
Eu costumo não ligar para as coisas. Eu também não sou a melhor sendo romântica. Porém, para mim, as memórias são mais importantes do que qualquer coisa.
Menina boa é aquela que sabe amar; menina boa é a que sabe diferenciar; menina boa é aquela que não muda por opiniões das pessoas e faz tudo por vontade própria.
A felicidade eu estou tentando encontrar, mas eu sempre fico confusa e crio muitas expectativas para algo que deveria já ser uma rotina para mim.
Sei dos amigos melhores que tens, meu prazer de fazer o bem, é maior do que recebê-lo. Entretanto, sinto algo aqui que me dá medo, quando eu descobrir o que me assusta, também saberei o que amo. O problema é que comigo tudo é demais, eu penso demais, sinto demais, me dedico demais, amo demais e me decepciono demais
"A constante inutilidade do ser humano é lutar para obter a vida mesmo sabendo que não importa o que seja feito, sempre vai morrer de qualquer jeito!"
E os problemas podem ficar pra depois, algumas coisas merecem mais prioridade na sua vida, e a sua felicidade é algo que você deve por em primeiro lugar.
Não vou mentir, vivo me questionando um monte de coisa que vejo por ai. As vezes consigo guardar pra mim, outras vezes não. Na maioria das vezes não. Eu tenho uma mania irritante de querer fazer redação sobre tudo. Não, não é pra tanto. Mas gosto muito de questionar, o que me atrapalha as vezes. Mas francamente, no meio onde vivo hoje é quase um suicídio dizer sim a tudo. Não consigo e pronto. Tenta acompanhar meu raciocínio. Hoje vivo em um país onde sou livre pra me expressar. Graças a Deus não vivi a época das censuras e imposições que houveram no Regime Militar do país em 1964. Então já que sou livre, não vou me reprimir. "Não se reprima, não se reprima". Ok. Vamos ao que interessa. Hum... Mas o que é que interessa mesmo? Sabe que nem eu sei? Olha só que coisa louca. Comecei a escrever sem nem saber o que ia dizer. E continuo escrevendo sem saber o que quero dizer. Mas e daí? Quem liga? Não sou tão "incoerente" quanto Paulo Coelho que não faz parte da Academia Brasileira de Letras por não obedecer as regras gramaticais, mas talvez em me encaixe em alguma parte desse "ser incoerente". Porque, sinceramente, esse texto não tem um raciocínio que segue uma linha lógica. Alguém consegue me entender? Se não, tudo bem. Eu nem ligo. Devo parecer uma retardada, mas quem liga também? Que seja.
“Pensando bem, eu realmente sou sentimental demais. As vezes digo que não. Insisto em dizer que meu coração endureceu e hoje sou mais equilibrada. Mas falar qualquer um fala. Vou direto ao ponto: você me desmonta. Quando você passa com esse seu charme infundível destrói todas as minhas tentativas de ser dura . Sua doçura me inebria. A brandura com que você lida com minhas complicações me deixa sem argumentos. O seus belos discursos a cerca da minha beleza simplesmente me deixam rendida ao seu amor. O amor é distorcido pela maioria das pessoas nesse mundo ridículo. Eu, por exemplo, algumas vezes já me deixei levar por essas ideologias idiotas que falam do amor como uma farsa, como fantasia. Já quis fugir do amor, mas ele me encontrou. Quando eu não quis mais acreditar no amor, você veio e com esse sorriso irradiante me mostrou uma infinidade de prazeres que ele pode me proporcionar. Então me convenci de que talvez eu não faça parte dessa parcela de mundo desiludido. Acredito no amor, em suas formas mais lindas. Porque o amor se apresentou pra mim na forma mais linda no dia que você apareceu e sorriu pra mim. E contra o seu sorriso, não tenho argumentos.”
“Nesse momento sinto paz. Uma paz que nada vai me roubar. Acho que to aprendendo melhor a manter meu coração alegre diante de coisas efêmeras. Não me abalo tanto quando alguém decide se voltar contra mim. Eu me amo tanto. Não ao ponto de deixar o orgulho e a soberba tomar conta de mim, mas o necessário pra não deixar as coisas alheias me roubarem a tranquilidade. Porque não amar se amar é tão lindo? Não vou me entristecer com picuinhas medíocres. Quero ter meus amigos por perto e poder sorrir com eles. Quero viver. Só isso. E essas coisinhas pequenas deixam de importar.”
“Já me disseram: “Quem desiste na verdade nunca quis”. Mas eu discordo. Existem dois tipos de desistências. Uma é simplesmente por falta de interesse. A outra é por cansaço. A gente desiste daquilo que não vale mais a pena. A gente desiste do que não nos acrescenta. Pelo menos é assim que deve ser. Ninguém é obrigado a insistir em algo que não lhe faz bem. Nem sempre desistir é sinônimo de fraqueza. Pelo contrário. As vezes desistir é sinônimo de coragem”
“Mas é que eu tenho esse jeito exagerado mesmo. Choro demais. Canto desajeitada. Amo demais. Exagero na escrita, nas vírgulas. Eu me aceito. Eu me amo. Claro que sim. E há quem me ame. Mesmo quando eu sou tão complicada. E devo agradecer pelo amor que me rodeia. Pois eu sei que apesar das complicações o amor está aqui. Em algum lugar. Mas está.”
“Lutemos para que os nossos discursos deixem de ser apenas belos discursos e se tornem atitudes. Lutemos para que os nossos olhos transmitam paz em um mundo de guerra. Para que os nossos ombros sejam fortes. Para que a nossa voz seja firme. Para que os nossos sonhos sejam indestrutíveis. Para que nossos pés não se cansem. Para que o medo não nos impeça de continuar. Lutemos para não desistirmos de amar. Para que o amor permaneça vivo dentro de nós. Lutemos continuamente, para darmos, todos os dias o nosso melhor, que não sejamos delinquentes e sim competentes nessa jornada longa que se chama vida.”
Sejamos sinceros conosco. Nosso ego. Ah o nosso ego. Como ele tem mania de querer gritar. Querer fazer de nós prisioneiros dele. Egocentrismo querendo ou não, é um mal nesse século. “Eu”, “Meu”, “Eu sou”, “Eu fiz”, “Eu sei”. Claro que dentro da gente tem que existir uma pontinha de amor próprio, óbvio. Mas, como já disse, o mal do século talvez não seja o egocentrismo em si. Os problemas sociais, políticos, econômicos talvez não sejam simplesmente causados por eles mesmos. Mas sabe qual o meu palpite? O mal do século é o próprio homem e sua cabeça que não funciona como deveria. O homem que exagera. Não interpreta. Não compreende. Não aprende. Sabe? Deus colocou miolos no cérebro de todo mundo. Mas vem cá e me responde? É todo mundo que usa? Não. A resposta é não. Infelizmente.
Entende que igreja não se resume a imposições desnecessárias, ocupação de cargos, nomes reconhecidos, e santidade forçada. Igreja é a casa de Deus. E pra Ele o que importa é o que tem aí dentro. Pra Ele o que importa é quem você é quando ninguém vê. É bom demais ser santo debaixo do teto da igreja. Quero ver agradar a Deus nas mínimas coisas. Hipocrisia me dá nos nervos. Deus não precisa de rostinhos bonitos fazendo papel de santo. Deus precisa da sua vida. Por completo.
