Poemas Vinicius de Moraes Patria minha
Estou aqui ignorando minhas amigas
Só pra escutar minha playlist preferida
Feliz por ouvir músicas românticas
E não pensar mais em você
24/09/21
A luz do vento
Eu estava no meu quarto, organizando alguns papéis da minha bancada,
Até que sutilmente um vento quase forte e gelado veio ao meu rosto.
Passei alguns segundos aproveitando aquela brisa tão pacífica que milagrosamente veio na direção exata de meu rosto,
Até que vagarosamente andei até a janela, e coloquei meu rosto bem na frente dela.
A brisa ficou levemente mais forte,
E através da janela fiquei olhando minha rua tão melancólica,
As árvores balançando, o silêncio, e um único garotinho andando de bicicleta contra o vento
E sem perceber, uma lágrima escorreu do meu rosto.
Eu fechei os olhos e senti escorrer,
Senti a lágrima gelada sendo arrastada para o canto do meu rosto pelo vento tão dramático,
E assim fiquei.
E aos poucos, minha alma pesada foi ficando leve
Leve
Tão leve,
Que eu flutuei.
O vento me deitou no ar sem me perguntar
E eu deixei.
Eu abri os olhos
Voltei o rosto para cima
E nas nuvens estava escrito:
"Você está pronta".
"Julgar é meu dever, ouvir verdades moribundas é minha paixão." ele disse enquanto o vento soprava. Paixão é como um furacão. Atormenta, causa caos, machuca e arrasta com violência. "Mais de mil almas já foram dilaceradas pelo amor". Uma tempestade sem escrúpulos.
Para Dante, direto do segundo círculo.
Escrevo para tentar esquecer, do cansaço que habita no meu ser.
Minha alma cansada grita em busca de paz, de saída nessa enorme escuridão.
Não me restaram mais forças para levantar desse chão, estou exausta, acabada..
Ficarei aqui aguardando o amanhecer, talvez eu não acorde, talvez eu esteja morta, do amanhã ninguém sabe o que pode acontecer…
Se Cristo voltasse antes da minha conversão eu estaria perdido, se não voltasse um dia, como prometeu, eu seria consumido pela desesperança.
Tenho, portanto, a misericórdia nesta amorosa espera e o juízo na certeza da promessa. Seja como for, a cada dia que passa a misericórdia Dele me parece maior e o Juízo mais próximo.
Meu coração apertado que só escrever palavras lindas e elegante.
Minha mente exausta só quer pensar e sonhar.
Minhas mãos fracas só quer escrever o quê pensar e sonha.
Minha criatividade e pensamento só quer se expressar.
Minha boca só quer falar e agir.
Meu corpo só quer gritar e pular.
Meu eu só quer chorar.
Minha solidão só quer me matar.
Polissêmico
Minha personalidade variante está além do que define algum restrito conceito.
Ora metonímia ora sinônimo, nascido em um tempo mais que perfeito.
Dizer que sou difícil e confuso só corrobora minha despretensiosa distinção.
Sou uma palavra mágica cujo sentido depende da sua interpretação.
Se você me chamasse e pedisse para voltar,
talvez o amor diria que sim.
Mas a minha mente não acredita mais em você,
Mesmo se algum dia você dissesse a verdade,
Porque eu não a reconheço dos seus lábios.
ACHACADO DE AMOR
Quisera eu, possuir uma poesia com encanto
Pra carrear minha poética pra onde tu estejas
Adornado de carinho e de surpresas no canto
Só pra celebrar o quão o meu amor te desejas
É poética cheia de sentimento, sede de estar
Portanto saiba, que me tomou por completo
O coração. Eu só tenho vontade de te beijar
E na ternura, querer-te ao lado do meu afeto
Na prosa não mais sei ser um bardo sedutor
Pois, cada verso nos versos só quer lhe falar
Do que sente por não te ter ao lado no amor
Bem sabes, cada penitência, aflita remissão
O querer que brada, e sobrevive a te esperar
Tão achacado de amor, e de saudosa paixão...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
28/09/2021, 15’53” – Araguari, MG
Pensamentos escritos em uma das melhores fases da minha vida. O ano era 28/05/1995
Meu amor é meio incerto
Por onde passa o grande deserto
Procurando enfim a paz
É como o pântano, a rosa maldita
Que sobre a pétala que palpita
Queima uma grande paixão
Quando penso demais em você
Sinto uma pontada de felicidade
É um problema que não aguento
Não conseguindo me controlar
Toda vez meu problema aumenta
A cada hora que não consigo dizer...
Querendo morrer, sentindo você
Em meus braços e chorar em delírios de amor...
Renê Augusto
28/05/1995
Pensamentos escritos em uma das melhores fases da minha vida. O ano era 06/01/1996
Meu amor antigo por você é passado
Mas me deixou ainda mais preso
Deixando-me também magoado
Junto com o maior desprezo
Agora tento me livrar desse pesadelo
Que me atormenta todo a vida
Me pondo a lhe fazer um apelo
Em que sempre perco a medida
O tempo se passou rapidamente
Agora tento colocar-me em harmonia
Em um silêncio por completamente
Longe de dor, desprezo e agonia
À mais pura vida gloriosamente
Em termos de pura nostalgia.
Renê Augusto
06/01/1996
Pensamentos escritos em uma das melhores fases da minha vida. O ano era 01/11/1994
Por que te conheci meu grande amor?
Quisera esquecer-te eternamente
Mas em silencio curto minha dor
Que me devora o peito loucamente
Quisera sentir teus doces beijos
Em meus lábio e abraçar-te tanto tanto
Dando vazão assim ao meu desejo
Mas só no pensamento entretanto
Consigo te avivar no coração
Quero esquecer ou esconder o teu amor
Mas teus olhos serenos dizem não!
Não sei porque te amo com tanto ardor
Se nem ouves soluçar meu coração
Por que te quero assim meu grande amor?
Renê Augusto
01/11/1994
A MINHA DOR
O que é isto que rasga meu soneto em sofrência
E de onde está poética que sussurra em alta voz
Versos frios, que tortura, dum amor na ausência
Que me devora por inteiro, num sentimento atroz
Triste sensação, desilusão em riste, rima triste
Há um tormento no peito que sufoca e agiganta
Tudo tão cinza, e uma prosa penosa que insiste
Numa dolorosa poesia que resiste e desencanta
Aonde estão as trovas tão cantadas com alegria
Aquela doce poesia, não o silêncio que me resta
A solidão, pensamento amargo e a paixão vazia
Cadê os versos, aqueles com ventura ao dispor
Com estória e histórias não essas que molesta
Pois cá neste versar penalizado só a minha dor...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
29 setembro, 2021, 14’25” – Araguari, MG
Ame sua esposa! Seja ela como for ou onde for....A MINHA É COMO MINHA MÃE, amiga e companheira
Te amo minha esposa!
Minha mente é depravada...
Meu corpo é devasso, meus desejos são intensos...
Minha fome é insaciável.
Noites quentes pedem banhos frios, as vezes de língua.
O tempo
Presa e suspensa no eterno crepúsculo que se tornou a minha vida.
O tempo passou sorrateiro...
Meio traiçoeiro... ou traiçoeiro por inteiro...
Me desacomodou.
As armas tirou.
Meu coração desalmou.
O tempo... lágrimas dos olhos derramou.
Me desequilibrou...
Numa enchente de dores me afogou.
Ah! O tempo... com esse seu ar de desdém...
Como uma torrente sem controle nem direção...
Vai arrastando tudo o que pela frente vem.
O tempo... não tem pena de ninguém.
Nem, na viagem da vida, calmamente espera por alguém.
LUTO
Minha poesia fez-se pesar dum amor ido
Uma dor no sepulcro onde saudade sente
Lembrada, suspirada, sentimento sofrido
Evocado da recordação, mas tão presente
Oh, versar, porque és tu, tão imperador?
Minha prosa vive a sonhar nos desvarios
Dos beijos, dos carinhos do amado amor
Num desejo de inteirar os versos vazios
Estouvada poética, carente de venturas
Não vês que o meu estrago é tão duro
Rasga o coração, e farto de amarguras
Cá fico a olhar e imaginar um atributo
Para então versar a este amor tão puro
Mas, o verso se traja de nostálgico luto!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
30 setembro, 2021, 11’08” – Araguari, MG
juros prós cês.....que quando vi minha MÃE LÁ FORA, VI CRISTO ATRÁS DELA... dizendo: CALMA FILHO NÃO DESISTIMOS DE VOCÊ E NUNCA VAMOS, minha MÃE CHORANDO é pesado dói cara dói.
Respeite todos! AME A DEUS E SEJA UM BOM FILHO NA TERRA.
