Poemas Vinicius de Moraes de Mar
No abraço dela encontro lar,
Em seus olhos, o mar a navegar.
Amar é poesia, é doce melodia,
Nos versos da vida, nossa sinfonia.
Seu toque, um verso suave,
Em cada palavra, um laço que grave.
No coração, um turbilhão de emoção,
Em seu amor, minha eterna canção.
No calor do seu abraço, meu desejo favorito,
No seu sorriso, meu lugar predileto.
Em cada beijo, a poesia se faz presente,
Em cada gesto, o amor reluzente.
Amar é assim, poeticamente intenso,
Um encontro de almas, um doce consentimento.
Em cada verso deste poema, eu te celebro,
Pois contigo, meu amor, sou completo.
Se o desejo é transformar
Ribeirão em braço de mar,
Misterioso é o caminho
Que na fonte vai desaguar.
Aonde nasce o ser,
Lá se encontra o segredo
De um coração a bater,
Num compasso de enredo.
Perceba, oh alma querida,
Que nas águas desse amar,
Meu peito pulsa em vida,
Só por ti, a suspirar.
Se o ribeirão quer se expandir,
E ao oceano se entregar,
É teu amor que vai surgir,
Para sempre me encantar.
Me perco toda vez que te vejo,
como o rio que esquece o caminho do mar.
Sem você, não há verso nem desejo,
a canção não aprende a rimar.
Teus olhos — castanhos, calmos, inteiros —
guardam o outono em pleno verão.
Neles, o tempo adormece primeiro,
e o amor desperta em contramão.
Você é o sopro que o tempo espera,
a brisa que volta só pra tocar.
Inspira meus sonhos, tempera a quimera,
ensina a saudade a dançar.
Há um azul escondido no brilho moreno,
um silêncio que sabe cantar.
Mergulho nele, pequeno e pleno,
só pra esquecer de voltar.
E se amar for mesmo um risco incerto,
que o vento leve o que for razão.
Prefiro seguir de peito aberto,
com você no centro da canção.
Se o mundo apagar a retina,
ficarei nos teus olhos — castanha e sina.
Moooooooo,
Me perco toda vez que te vejo,
como o rio que esquece o caminho do mar.
Sem você, não há verso nem desejo,
a canção não aprende a rimar.
Você é o sopro que o tempo espera,
a brisa que volta só pra tocar.
Inspira meus sonhos, tempera a quimera,
ensina a saudade a dançar.
Há um azul em teus olhos, tão sereno,
que o céu se curva pra te imitar.
Mergulho nele, pequeno e pleno,
só pra esquecer de voltar.
E se amar for mesmo um risco incerto,
que o vento leve o que for razão.
Prefiro seguir de peito aberto,
com você no centro da canção.
Cada palavra traz o som do mar para o poema o vruuuuh do vento canta nos lábios, o sol invade o vocabulário e o calor da imaginação chama ao banho
nas ondas das palavras quebrando
agente na praia que não deixa marca
de bronze, mas marca o imaginário...
Um mar de cores.
"Era uma vez" é algo típico.
Então lá vamos nós, mais uma vez...
Era uma vez um grupo,
Eram 7 pessoas,
Cada uma, única de seu jeito:
Uns pareciam loucos, mas felizes
Uns eram reservados, só observavam
Uns apenas seguiam a correnteza, deixando que ela os levasse,
Mas juntos eles eram incríveis, eram como as cores do arco-iris,
Separadas são únicas e lindas com tons,
Mas juntas formavam uma coisa surreal de se ver.
Gosto de andar na praia.
Ouvir o barulho do mar.
Gosto de contar estrelas.
Fazer as escolhas certas.
Isso, sim, é Prosperar.
*O MAR.*𓇼𓂃 ོ☼𓂃
Desembarquei em Maceió com a dor na garupa, e pouco espaço na mala
Cheguei eu e minha dor
E o Atlântico não perguntou quem éramos.
Apenas abriu os braços de sal e espuma:
"Entrem"
Aqui todo pranto é sagrado.
Gritou o mar, salgado
Tirei os sapatos gastos de giz e estrada,
E a areia quente curou sem prometer milagre.
Dor sentou-se ao meu lado, calada pela primeira vez, não doía.
Contando conchas, não mais minhas cicatrizes.
"Então é aqui que finda a guerra?", ele me olha.
Com olhos de quem já foi alto e agora é quase maresia
"Não", respondo ao mar, "aqui é onde começa a trégua.
Onde aprendo que tu não és corrente, és maré."
Porque descobri, de pés no oceano,
Que paz não é silêncio, é barulho de onda.
Não é ausência de ti, dor,
É saber que até tu sabes boiar.
Então, hoje, sorrio com os olhos e com o cerne,
Porque a essência que um dia se esvaiu,
Voltou trazida pela maré,
Mais salgada, mais forte, mais inteira.
E a dor?
Ah, a dor agora tira fotos do pôr do sol comigo.
Com o mar assistindo do seu esplendor infinito....⊹ ࣪ ﹏𓊝﹏𓂁﹏⊹ ࣪ ˖
Arrumar a casa, organizar as gavetas e, principalmente, pôr os pensamentos em ordem.
A vida é maravilhosa nos seus altos e baixos, então só priorize as coisas boas. Não que você tenha que deletar tudo de ruim que já viveu, até então eles têm que estar presentes em algum momento para te servir de aprendizagem, para você saber onde esteve, onde se encontra e principalmente para onde quer ir!
Então siga firme no seu propósito
Limpar a casa é desatar os nós da mente. O passado não deve ser apagado, mas transformado em aprendizado para guiar nossos próximos passos. Com força, foco e fé, o propósito se realiza.
Feliz semana ☕ 🍀 💟
Força 💪 foco 👁️ e Fé 🙏 💕
Encontrando Jesus
Um barquinho de esperança...
num mar de incertezas...
a vida ao sabor das ondas...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá...
Dia e noite, noite e dia...
tenta preencher sua vida de alegrias vazia...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá...
monotonia, monotonia, monotonia...
a única certeza: a morte
Encontrar Jesus seria sua maior sorte...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá... pra lá...
Em um mar vasto, as dúvidas se perdem,
navegando está um barquinho de esperança serena,
ondas macias, seguras, serenas... acalmam o peito aflito,
guiado pela luz doce do amor de Jesus.
Cada balanço é cuidado divino, é o amor mais sublime a nos abraçar...
afasta tempestades pra bem longe, bem longe, traz paz ao caminho... soa como um afago... um doce carinho.
No silêncio da alma, um suspiro de fé...
um refúgio tranquilo onde a vida pode tranquilamente repousar.
Jesus, mestre das águas, farol no horizonte,
faz do medo brisa e do desespero canção,
em seu barco de bênçãos, navegamos confiantes,
até o porto seguro de eterno verão.
Se você não O encontrar... vai lhe tragar a morte.
Que falta de sorte!
E fim.
no mar profundo seus ossos são parte integrante de um navio que navegante foi até o final do horizonte e afundou quando suspiros eram o amor.
Por Celso Roberto Nadilo
No tempo de outras eras eram deuses miticos que controlavam a Matrix sendo horizonte do mar final do mundo.
O mar criaturas e monstros guardavam os mares.
Meros arficios de manipulação.
Hoje em dia conflitos sociais e éticos são expostos no novo conceito da existência contemporânea.
O prelúdio do capitalismo somos sombras dos deuses esquecido.
A conciliação da conceito da consciência livre e do pensamentos fragmentos.
A terra é um pássaro numa gaiola..
A terra seria plana até que cubismo político e moral tenha a narrativa da verdadeira da natureza.
Dentro da alienação social somos fragmentos fragis...
Toda fake news trás um pássaro no profundo sentido do ser alienado.
A figura translúcida paira num mar remanescente.
Envolto nas flores da floresta do inconsciente...
Bem tal que dor flui nas profundezas da essência...
As lágrimas escorrem em palavras...
No ar,
o mar,
Não há o nada,
Para o nada,
o mar ,
Ou vento que respira o nada,
Para de repente o nada,
Seria o nada ate que o mar seja o nada,
Tal como tovia de repente se via o nada,
Seria mais o profundo sentido para o nada.
Qual seria o valor do nada ?
Emblemático seria?
Pois o nada o tocou?
Belo instante em que criticamos a luz...
Num estado inerte o ar morreu diante meus olhos...
A fumaça das fábricas é carros torna se parte volumosa...
O mar remanescente é puro óleo e sujeira
nos lugares o nada não existe mais apenas mau cheiro...
O nada faz sentir saudades da época que vento respirava...
não pule de cabeça num mar, onde você não sabe quão profundo ele é,
principalmente quando se está agitado.
as ondas podem te arrastar para longe, assim como, podem te afogar.
mesmo que conheçamos bem o “mar” que estamos nadando, nunca sabemos verdadeiramente o que se encontra em baixo dos nossos pés.
o mar é como uma ponte de madeira, balança, da medo, e a qualquer momento pode ceder;
mas, sempre que atravessamos a ponte vemos que o caminho, tem perigos, e muitas vezes foi, é, ou está sendo difícil.
mas quando alcançamos o outro lado, olhamos para trás e percebemos que se não enfrentarmos os nossos próprios obstáculos, não iremos atravessar a ponte, e talvez, nunca colocaremos os pés na beira do mar.
São proibido sonhadores muito menos pensadores...
O mar torna se poluído o mundo se degrada...
O humanismo morre em suas próprias palavras.
O inenar na humanismo se transforma em bots humanos...
Deepfakes são o abstrato de ser composto por cordas e apelações...
No refúgio do desmatamento garimpeiros ficam ricos a custo da natureza sera seus filhos e netos terão um planeta.
Natureza resiste com a resiliência de um gigante que é...
Num poluído mar existe vida em meio das garrafas plásticas e garrafa vidro se instala um coral de peixes muitas vezes mortos pelo próprio plástico,
A agua é envenenadas e consumida pelo próprio homem.
A sujeira degrada o homem e mundo...
A flores no afastamento, no teto das casas em todos lugar menos na mente do homem.
Mar de mentiras querem que engula suas verbais de verdade...
Que inocente diante das verdades que o consome...
Mundanos o seja ate a agua que bebe é vinho...
Na alienação intelectual deepfakes te fazem sonha com narrativa dele...
Que sobre poem aos alicerces da verdade...
Mais fakes news mais contradições para haja as vozes do engano...
Atenção pois as balelas são para tornar os conflito em mais conflitos o condenado seja absovido.. Pelas próprias verdades.
Deseja o mar e ser o mar...
No somos e deixamos ser o mar.
Mar tras a vida e brota a verdade escorrem nas areias do tempo.
Caminhamos sobre mar ainda não compreendemos que mar sempre foi parte de cada ser desta terra.
O respeito a vida nasce no respeito ao meio ambiente.
Mãe deu a vida a todos ainda alimenta a todos da ar e da alimentação...
E vivemos história do relativismo do universo atravessar outros mundos...
Mas sempre seremos filhos do mar e deste maravilhoso berço chamado Terra.
