Poemas sobre o Verão
Eu te amo de uma forma tão intensa,
tão bonita,
que mesmo que esse amor esteja apenas aqui,
eu não me arrependo,
nada faz com que eu desista.
sabe por quê?
porque mesmo sendo insano,
uma verdade, um sonho,
ele não é cruel,
eu te amo!
sei que sem ele,
eu não seria o mesmo.
posso passar a vida assim,
com você aqui,
enfim.
só não sei como você pode,
viver sem mim.
isso é a tua história.
a minha é sim,
uma história de amor...
Por que tanto de ti?
se até a mim não vens
e se vens, transformas lembranças
num luzir de saudade cruel
por acaso o céu tem limites
ou o vento pode ser acariciado
não! como tu, tudo é encantamento
uma história sem fim
pois que de perder-te, custou-me
algo raro demais para entender
que sem ti tudo é lúdico, impreciso
mas contigo o mundo já não era mais o mesmo
enfim sós
eu do lado de cá
e tu do lado de lá
para sempre...
Às vezes me perco
numa saudade intensa
onde minh'alma pensa`
que vc está ali
no momento sutil a me pertencer
e pode acontecer
que de tamanho desejo
aflore o ensejo, de me esvaziar
e o faço sem culpa
sem invadir
sem alvoroçar
por isso lhe peço
perdoe-me amor
por desejar-lhe assim
no corpo tão longe
e na alma tão dentro de mim...
Os que torcem por nós ou nos apoiam são raríssimos!
Faça por você, pra você!
Não precisa falar de seus objetivos pra ninguém, siga seus ideais, busque sua realização e um dia verão seus resultados.
#JaneFernandaN
Agora ele sabe que há pouco tempo, bem pouco tempo. Na verdade, não tem definido exatamente quanto, mas sabe que é pouco...
A única coisa que ele quer é tempo... tempo o bem mais precioso... mas ele sente que o tempo que tem escorre entre seus dedos... e, por mais que se esforce, não consegue segurar... ele quer correr atrás do tempo, mas está sempre atrasado... o tempo perdido está perdido.
Por que não viveu melhor? Por que não escolheu melhor? Por quê? Por quê? E por quê?
Houve um tempo em que ele não tinha noção do tempo... o tempo passava como ar de primavera... leve. Hoje o tempo passa pesado, ele tem noção de cada minuto no seu relógio tic-tac... tic-tac... pesando nos seus ombros... um assombro... um eco em seus ouvidos sempre lhe lembrando de que o tempo não para... que está lhe levando para o inevitável fim. Por que tem de ser assim?
Ele sabe que o tempo passa pra todo o mundo. Mas todo o mundo não tem importância pra ele. Só importa pra ele ele mesmo - e eu não o culpo por isso... porque no fim dos tempos cada um in-di-vi-du-al-men-te... deverá dar conta de seu tempo.
Todo mundo, por mais disposto que esteja, não poderá ajudá-lo... não estará lá pra justificar seu tempo perdido... inutilmente perdido.
Eu bem que tentei... mas ele bem que não entendeu, não se esforçou pra entender... continuando pondo seu tempo a perder...
Ainda é tempo? Talvez essa pergunta, se sincera, possa lhe dar a resposta... talvez... ainda é tempo, ou não...
E o sol de pleno verão mantém toda a sua força... e queima os ombros cansados dele.
Instintos à solta... como fera
aponta o alvo e não erra
espera que da vida só lhe cheguem primaveras...
Hiberna no inverno,
no outono e no verão.
Testemunha efêmera
longínqua... como o som de um trovão.
Fingidor ferido,
caído, prostituído,
bárbaros ruídos...
teoremas de ilusão....
sortilégio, bruxaria, maldição.
Quando tenho que ir?
Eu não quero, não partir.
Quero viver a vida...
Viver o que não vivi
pois, a muito tempo já percebi que morri.
Quero banhar-me ao mar no verão.
Sentir minhas pernas trêmulas no chão.
De ganhar um beijo roubado...
Pernoitar ouvindo o som na balada
Curtir a revoada da madrugada.
Ver felicitamente o raiar do dia
Ouvir a melodia de um bom dia...
Voltar para casa sem me lamentar
Fazer com que aqui se torne um lar doce lar.
Na praia dourada, ao pôr do sol tão belo,
Encontrei teus olhos, garota de cabelos de anelo.
O mar, testemunha dos amores e paixão,
Sussurra segredos, uma doce canção.
Loira como os raios do sol a brilhar,
Teu encanto, garota, não posso negar.
Teu sorriso é como o sol beijando o mar,
Ilumina a minha alma, me faz suspirar.
Seria melhor a gente se afastar? Eu diria, mas não é isso que quero acreditar.
O que seria isso então, eu diria. Amores de verão.
E porquê não fazer disso uma bela canção?
Prometo cantá-la por toda nossa geração.
O pescador
O pescador arremessa a isca
Que ultrapassa as barreiras
Do agitado mar de janeiro
Que deveria ser a calmaria do verão
O quebrar das ondas agitadas
Impede o lançamento da linha mar adentro
Devolvendo a isca que volta ao seu dono
Rompendo o desejo tão sonhado
É o pescador e a isca lutando
Para a sobrevivência e objetivos de ambos
O peixe sem nada a entender
Continua sua jornada normalmente.
Se choro
Se eu choro
Choro porque quero regar teu caminho
Molhar teu rosto
Baixar a poeira
Que o verão intensificou.
Sou o bem
A terra molhada
Que pisas forte
E nem ouve
E nem sente
Que eu sou tua estrada.
PESSOAS
Pessoas, eu as tiro da minha vida, em questão de segundos, num piscar de olhos, num estalar de dedos, num súbito sacudir de ombros. Eu as tiro como quem tira o que lhe incomoda ou o que não lhe faz bem ou não lhe satisfaz. Tiro-as, rapidamente como um delirar espontâneo, uma brisa passageira ou um temporal de verão.
Pessoas, eu as deixo na minha vida, em questão de milésimo de segundo. Deixo-as quando valem apena. Quando demonstram gratidão, respeito e emoção. Eu as deixo quando o meu peito sorri, a alma agradece e o momento se torna inesquecível. Quando a sua chegada, é como o sol que aponta nos braços do horizonte. É quando o céu inteiro sorri, mesmo quando não há um astro se quer visível. É quando o mar deslisa na areia e beija os pés de quem passa por ele.
Tudo depende das circunstâncias, dos acasos, das limitações, das ilimitações, dos trajetos. Tudo depende de uma série de interferências ou não.
Pessoas, são dádivas. Por isto, preservo, cuido, aconchego, alimento, embalo, abraço, como se fossem um tesouro muito valioso. Portanto, ao se aproximar, olhe, observe, pense, analise, fique atento. Não iluda e nem deixe o descaso entrar. Seja simplesmente mágico, como a vida.
Recebemos da vida aquilo que somos, aquilo que damos, aquilo que preservamos e aquilo que nos importamos. Se quisermos receber, temos que dar, doar e se empenhar o melhor que podemos ser. A vida é um espelho, o seu reflexo é o que emitimos.
Ombros da Saudade
Naquele instante que os olhos percebem
A envergadura do mistério da noite,
O silêncio vela por aqueles que descansam.
Nos ombros da saudade o frescor dos dias
De chuva de verão cavalga em direção do nada
A vida passa rapidamente acenando e sorrindo.
Assim, fica apenas a sensação de que alguma coisa
Ficou para trás e nós apenas observamos.
Sinal do Universo
Pedi ao Universo um sinal. Apenas um sinal. Um só. Mesmo que fosse fraquinho. Pequeno. Nebuloso. Um resquício de poeira. Seria apenas um único sinal, mas o único emitido foi o silêncio. Um silêncio sepulcral. Como se a morte tivesse passado e levado para o submundo todas as palavras. Foi tão intenso e tão triste, que senti como se um raio tivesse atravessado o meu peito e rasgado a minha única esperança. A única saída foi me encolher.
Abracei a saudade tão apertado, tão apertado, que quase sufoquei-a. Caminhamos em direção ao nada e percebi a esperança me esperando do outro lado da ponte. Atravessei-a calmamente sem tirar os olhos dela. Ao nos encontrarmos, nos abraçamos e percebi que tínhamos muita coisa em comum. Ela pegou na minha mão e seguimos caladas sem pretensão de chegar em algum lugar. Queríamos sentir apenas o frescor do vento daquela manhã de fim de verão.
Durante nossa caminhada silenciosa entendi que a esperança vem do substantivo “esperar”. Esperar o tempo certo. Esperar que as coisas se alinhem. Esperar que dará tudo certo. Esperar que a conexão se encaixe e se torne uma só. Esperar que a vida se encarregue de fazer acontecer no momento que tiver que acontecer.
p.o.e.s.i.a
eu poderia viver sem a p.alavra feito bicho o.dioso,
intratável e e.goísta, mas não abriria mão
(essa acostumada às nuvens) do s.ilêncio,
que me escuta, da i.lha, que me abraça, e das a.lturas,
que me cobram comp.a.i.x.ã.o
AS ESTAÇÕES DO ANO E AS FASES DA VIDA HUMANA
1. Primavera: É a fase da infância e adolescência, predomina a aprendizagem.
2. Verão: É a fase da juventude e adulta, predomina a ação.
3. Outono: É a fase idosa, predomina a reflexão.
4. Inverno: É a fase da velhice, predomina o repouso.
Esses períodos aplicam-se quer ao longo de um dia, quer ao longo da vida de uma pessoa e até mesmo ao longo da evolução humana!
Na minha escuridão,
o teu sorriso é luz,
reduz, a minha aflição
com o brilho dos teus olhos
afagando o meu coração,
portanto, és para mim,
de uma presença radiante
como um dia ensolarado de verão.
Em cada pormenor do teu ser,
percebo nitidamente o teu esplendor
que faz de ti, uma mulher de belos atrativos que transmitem uma sensação bastante agradável
que causa um avivamento
semelhante ao de dias de verão
num lugar paradisíaco,
assim, fico numa imersão
de deslumbramento
com tua natureza notável
adentrando os meus pensamentos.
Maravilhado, enalteço prontamente uma arte vívida, divinamente, criada
com uma venustidade notável, delicadeza instigante, certamente, é uma mulher amável que deixa esta noite ainda mais fascinante, calorosa, que tornará cada instante memorável.
Nela, o amor se mostra em demasia, a alegria se propaga com a sua presença que nem um beijo intenso da fantasia, oriunda dos livros ou de um dia entusiasmante de verão, o calor de um apreço recíproco, uma sincera e cativante emoção.
Além desta sua essencialidade ser tão apaixonante, tem lindos cabelos que caem gentilmente sobre o seu ombro, uma pele reluzente e uma serenidade nos olhos, detalhes que simplesmente encantam por serem singulares e charmosos.
Reparo muito agradecido da profundez atraente dos teus olhos ao teu belo florescer genuíno, traços delicados e charmosos, uma imagem bastante aprazível, divinamente, esboçada, um frescor de regozijo, uma arte irresistível bem detalhada.
Evidencias um romantismo majestoso de um dia amável de verão, cujo brilho é muito emocionante, tanto que gera uma sensação transformadora de entusiasmo, por isso que és tão bela e radiante e deixa-me profusamente extasiado.
Razão pela qual, seria de fato um desperdício do sentido da visão se não parasse um pouco para te contemplar e sentir uma emoção inconfundível e assim, poder externá-la nos meus versos, criando um lindo poema, vivo com a tua essência.
Por intermédio dos teus belos olhos, vejo que habita no teu ardente coração, um reflexo vívido dos memoráveis dias de verão, considerando o teu jeito muitas vezes impulsivo com uma forte paixão à flor da pele, um calor demasiadamente receptivo, a consciência de que a vida é breve e assim, não cabe desperdício de tempo, cada emoção é imponente e marca simplesmente certos momentos.
Contigo, vem uma sensação calorosa, a temporalidade não pode ser menosprezada, requer ser usufruída com ímpeto, levando em conta que algumas oportunidades são raras, então, é imprescindível saber aproveitá-las sempre que possível assim como um beijo na hora certa, uma palavra que não pode ser omitida, uma risada sincera, despreocupada, ocasião simples que liberta e fortalece a alma.
Detendo esta abrasadora particularidade, graças a Deus, és uma mulher muito fascinante, cuja presença se destaca à semelhança do Sol em uma estação quente, que rapidamente revigora de uma maneira entusiasmante, radiando um amor genuíno que transborda, deixa o dia mais exultante, quando a tristeza petulante não importa e consequemente viver o agora se torna mais importante.
