Poemas Variados e Diversos
AMIZADES
Haviam dois amigos,
Que se conheciam como ninguém.
Nas desventuras da vida humana, houveram mudanças;
Juraram fidelidade na amizade, cuja base era sinceridade.
Cometeram o erro de achar que seus sentimentos eram rasos e facilmente decifraveis,
Movidos pela razão, acharam que se conheciam o suficiente.
Em consequência se afastaram, recolheram os cacos de seus jovens corações.
Estavam ligados, mas o desinteresse e a suposição os condenou.
Ninguém estava errado, apenas precipitados.
Não eram pedras,
iriam se recompor,
pois ali,
naquela amizade,
existia o amor.
Rosas.
Por que você está aqui?
Vim para ter uma prosa
E que prosa poderíamos ter?
Talvez sobre o que são rosas
Rosas não são para você ver?
Sim, mas rosas são preciosas. Precisamos de um significado
Como nós também precisamos de um?
Não, rosas são lindas, e eu, complicado
Rosas não tem espinhos?
A beleza delas sobrepõem todos os defeitos que nela tenha
E todos os significados precisam ser justos?
Precisam, todos que contenham algum cativo, necessita justificativa
E se eu te disser que por você, eu já me cativei. Você me amaria?
Não sei.
E se eu fosse uma rosa, tu se apaixonaria?
Não sei.
E se eu tivesse a rosa mais bela de todas as rosas, você com ela ficaria?
Há coisas que precisam ficar como estão, pois se essa rosa for retirada, eu me machucaria pelos espinhos, como também ela morreria pela ausência do solo. As rosas só vão ser belas à distância, enquanto elas tem a terra, não terá mudança, não serão mortas por causa de ladrões apaixonados, mas terão a beleza eterna através de olhos fissurados.
Sinto sim a sua falta,não vou negar
Que lágrimas rolam em meu rosto
Eu quis tentar odiar, eu quis fugir
Mas sinto um desespero ao pensar
Eu sei que o futuro a Deus pertence!
Mas não se esqueça,que no momento presente
O coração vibra ao relembrar
Que ainda existe muito amor para dar.
Já amei pessoas que nunca me amaram
Já desprezei amores
Já perdoei traições imperdoáveis
Já troquei espinhos por flores
Já abracei pessoas vazias
Já recusei abraços por orgulho
Já lutei batalhas que não eram minhas
Já plantei para colheitas futuras
Já chorei até soluçar
Já ri até a barriga doer
Já me apavorei ao ponto de gritar
Já plantei o que não iria colher
Já li livros ruins que até hoje me arrependo
Já li contos que considerei perfeitos
Já li poemas que me perdi pensamentos
Já criei músicas marcadas pelo tempo
E assim escrevo, deixando para o futuro, as lembranças de quem um dia, viveu feliz nesse mundo.
Amigo, meu querido amigo!
Muito tenho pra te dizer
Você é especial, nunca vou te esquecer.
Você está por perto sempre
Caminha comigo faz tempo
São tantos anos, tantos momentos.
Alguns amigos são da infância
Dos bons tempos de escola
Quando brincava de boneca ou quando jogava bola
Outros são os amigos
Que aprendi a gostar
Pois estavam comigo para me apoiar
Nos momentos alegres ou de dor
Estavam ali ao meu lado,
nem que fosse apenas para dar um abraço apertado.
Existem os amigos distantes
Mas que estão próximos do coração
Os que estou disposta a sempre estender a mão.
Ah! E tenho os amigos irmãos
Aqueles que são os escolhidos
Para compartilhar a vida toda comigo
A todos quero demonstrar o meu amor
E quero de verdade agradecer
Amigo! Você faz parte do meu viver!
Carta ao Irmão:
Irmão sinto tanto sua falta, e hoje escrevo para te dizer.
Antes que seja tarde, antes que não haja mais tempo, antes que a vida nesse mundo acabe, antes que seja um adeus...
Já está chegando a hora de partir e tenho refletido e pensado sobre nós, será que ainda vale a pena mantermos essa distância?
Lembro de quando éramos crianças, de quando passávamos o dia todo juntos e não queríamos desgrudar nem para tomar banho.
Compartilhávamos os mesmos brinquedos, dividíamos a última fatia do bolo e medíamos no copo para ver se a quantidade de suco era a mesma para os dois.
Quantas lembranças daquele tempo de criança, de quando apenas brincávamos e não havia preocupações. As diferenças se resolviam com um abraço, afinal, precisávamos um do outro para brincar E que chato era fazer isso sozinho.
Com o passar dos anos nós crescemos e mudamos de opinião ou não concordávamos mais em tudo e um abraço passou a não ser suficiente para fazer as pazes...
Sabe que quando crescemos perdemos a inocência, ficamos com vergonha de demonstrar o que sentimos e olha, se eu pudesse hoje, te chamava para brincarmos juntos, como naqueles velhos tempos de criança.
Mas hoje a idade está avançada e o corpo não responde como antes, mas se ainda posso te pedir alguma coisa, quero que me perdoe pelas brigas e desentendimentos, pelos anos que deixamos de estar unidos, apesar de sempre termos sido irmãos.
Essa palavra irmão é tão forte, que pena não soubemos aproveitar o melhor que ela podia nos proporcionar.
Se ainda resta um pouco de tempo, que as diferenças fiquem para trás, se ainda resta um amanhã, que possamos nos encontrar hoje.
Quero te olhar nos olhos, irmão! Quero um abraço apertado e sim quero aproveitar o pouco do amanhã que houver.
Ainda dá tempo, ainda há amor em mim... Te amo!
Em algum lugar, há alguém...
Estár só. É uma questão de momento.
Existem muitas pessoas neste imenso universo,
e, em algum lugar, há alguém.
Este alguém pode estar se sentindo só
, e ele também sabe que, em algum lugar, há alguém
à sua espera ou procura.
Saudoso, porém alegre, cheio de esperança
de um dia poder ser totalmente feliz com alguém.
Talvez passe uma vida inteira à procura deste alguém,
que pode ser real ou simplesmente fantasia,
que pode te encher de amor ou te deixar vazia.
Que hoje ainda te faz sofrer por te fazer pensar
que procuras em vão, e que, possivelmente, amanhã,
numa aurora não distante, te faça chorar de prazer e alegria
por ter chegado o dia tão esperado,
por encontrar alguém que só procura o que sempre procuraria: amor.
POLIMENTO DO SER
Na jornada da vida, um ser a nascer, como pedra bruta, sem brilho a se ver.
Mas o tempo e a vida com seu cinzel, vai esculpindo a alma, fiel.
As dores e alegrias a lapidar, com cada experiência, um novo lugar.
Os desafios são como o fogo a arder, forjam a essência a crescer.
E assim, a pedra bruta se transforma, em diamante lapidado, que encanta e ilumina.
A alma polida pela vida em ação, reflete a luz da transformação.
Cada faceta, um aprendizado a brilhar, cada cicatriz, uma história a contar.
O ser humano é uma obra em constante evolução, que busca beleza e perfeição.
Que a vida nos guie, com sabedoria e amor, para sermos um dia, diamantes reluzentes a cintilar, beleza do ser a irradiar.
E mesmo quando a noite esconde o céu, a esperança acende um novo anel, pois dentro de nós, a força se esconde, e em cada amanhecer, um novo elo se expande.
Assim seguimos, com passos firmes e serenos, aprendendo com os erros, colhendo os acenos.
A vida é um palco, onde somos atores, e cada ato, uma lição, um mar de sabores.
No "polimento do ser", a alma se revela, em cada detalhe, a vida se modela, com paciência e fé, a gente se encontra, e no espelho da alma, a beleza se apronta.
Que a jornada seja leve e a alma fique em paz, que a luz do amor nos conduza e jamais se desfaça, pois somos diamantes, em constante lapidação, buscando a beleza, a eterna canção.
'nao me olhe desse jeito'
mas de que jeito?
estou apenas apreciando o castanho dos seus olhos
Apreciando esses seu sorriso apertado
Apreciando esses teus longos cílios
As curvas do seu cabelo enrolado
Tua risada sem graça
E sentindo minha tristeza escassa.
Talvez eu realmente te olhe diferente
Talvez um brilho apareça de repente
Nesse meu olhar reluzente
Toda vez q eu bato o olho em ti
E talvez ou sempre
Dentro da minha mente
Essas fotografias sem lente
Que eu tiro com o olhar
Possibilitam q quase sempre
De vc eu vá me lembrar.
"Brasa"
Sinto? Talvez sim.
Mas não como antes.
Havia um fogo em mim,
onde cada emoção era álcool.
Bastava um toque —
e eu explodia em chamas.
Belo, mas perigoso.
Foi assim que me afoguei em fantasias,
jogando horas do meu vasto dia
em cenários que não existiam.
Romance era refúgio
(e cárcere também).
Depois, veio o silêncio.
A dor me acordou.
E o fogo… virou brasa.
Hoje, é morno.
Quase não aquece,
mas também não queima.
Estranho.
Talvez necessário.
Talvez... uma saída, proteção.
Mas sinto falta, confesso
da melancolia que me fazia poesia,
da música suave ao apreciar a vista na janela,
do cheiro da chuva,
da beleza quieta do mundo.
Agora, meus olhos molham,
mas não choram.
A lágrima não escorrega
ela apenas sussurra.
E algo, dentro de mim,
a seca.
No começo, temi.
Temi virar pedra.
Temi nunca mais sentir.
Mas talvez...
seja uma lição.
Nem sempre a vida é sentimento.
Às vezes é fé.
Às vezes é razão.
Às vezes é só... viver.
Viciada em fugas
mundos paralelos de doçura.
Mas um dia doeu tanto,
que eu fui embora dali pra sempre.
Desde então,
sinto tudo mais leve.
Até demais.
Deveria doer.
mas só pesa.
E o medo volta:
e se eu não sentir nunca mais?
Mas talvez...
só talvez...
sentir de forma calma
também seja amar, também seja sentir.
E há esperanças
uma brasa, ainda queima de maneira escaldante
quem sabe torne-se eu novamente uma amante?
dessa vez, sem impulsos
sem extremos.
A florada de outono.
Ah! Aquela flor, dentre todas foi a mais especial, com um aroma sem igual.
Quando não vejo ela dentre todas as outras, sinto um diferencial, diferencial que eu chamaria de algo sem igual, como uma coisa que me deixa passando mal, que, ao mesmo tempo faz-me sentir um líquido lacrimal.
Lembro-me de seu rosto perto do meu, de seus braços me aquecendo como uma mãe acaricia sua vida. Quando ela se foi, senti-me num breu e ao momento que fui percebendo dei-me conta que nada passou de uma lembrança atrevida.
Se fosse para eu descrever ela, diria que seria uma margarida, como daquelas que não vemos em qualquer lugar, afinal, ela carrega aquele aroma sem igual, lembrando-me sempre que quando não a vejo, dói me a ferida.
Neste momento, estou a lembrar-me deste grande amor, que por não tê-la dito o que eu sentia, deixei a ir. Quando me lembro do que deixei acontecer, só consigo sentir dor, porque afinal de contas, não é todo dia que perdemos uma flor que estava por florescer, essa flor só pode receber um nome, Amor.
estive buscando o horizonte de seus pensamentos
pois a luz que vi em seus olhos nunca se apagou
depois de muitas tempestades continuo escrevendo
pois escrevo que o que perdura sempre é o amor
Carta para àquela que talvez nunca venha:
Não sei quem você é, e, sinceramente, não sei se um dia existirá.
Já deixei de procurar, porque cansei de encontrar reflexos rasos onde esperava profundezas. Não quero perfumes que duram só uma estação. Nem promessas feitas sob o calor da pele, mas que evaporam no frio da ausência.
Se um dia você vier, saiba: não estou inteiro.
Carrego rachaduras que o tempo não fechou, e aprendi a conviver com o eco do que não foi.
Não preciso que me salve, já sobrevivo sozinho.
Mas se for ficar, fique com verdade. Com paciência. Com coragem pra atravessar o inverno comigo, mesmo quando não houver flor nem canto.
Não espero encantamento.
Espero presença.
Não peço juras.
Peço silêncio ao meu lado quando as palavras faltarem.
Se amor for só leveza, não quero. Porque sei que o amor verdadeiro também pesa. E permanece.
E se nunca vier… está tudo bem.
Não preciso mais acreditar no amor para respeitá-lo.
E não preciso de companhia para saber meu valor.
Mas se vier… que seja pra ficar.
Mesmo que o mundo desabe.
Mesmo que tudo falte.
Mesmo que só reste o olhar, firme, dizendo: "eu ainda estou aqui".
Quero tentar diferente...
Emergir das correntezas da vida...
Pisar na margem desse rio de emoção
Quero tocar a areia úmida
E sentir o vento com aroma de solidão.
Quero renascer fora de mim
Assistir-me com olhar de platéia
Imaginar o que eu faria se eu fosse eu
E saber se de mim mesma, eu faço alguma idéia.
Dos julgamentos que fazemos, sem ter direito algum...
Quero saber se daquilo que sou, faço ao menos um.
E sendo eu a única ser capaz de julgar se valeu a pena chegar onde tudo isso me levou
Declaro que....
Apenas eu, posso entender a beleza e a dor de ser o que sou.
Bastando-se com o viver
o diferente é o diferencial tão necessário quando o tudo igual só aponta um mesmo caminho para o qual não nos sentimos fazer parte
o emergir em novidade de vida se dá a partir do mergulhar mais profundo que podemos ir, aquele adentra e ultrapassa as correntezas do tudo igual que nos levam sempre pelo mesmo caminho
que nos inundam e abundam do sentir que não concebemos poder suportar mas uma vez neste inundar transbordamos e quando percebemos num passe de mágica como se fossemos cuspidos de dentro para fora nos damos a margem tocandoa grama, sentindo as flores e contemplando as correntezas desde as mais profundas às mais rasas que circulam e circundam nosso ser
os pés firmes na areia úmida dando a certeza dos rastros que nossos passos haverão de deixar e quais o vento e as águas irão apagar
aromática solidão trazida pelo vento, olha-mo-nos de fora para dentro, despidos de alma enfim, reconhece-mo-nos
poderemos sobreviver sem as águas que nas correntezas profundas nos fazem transbordar?
quais rastros nossos pés suportarão que os ventos da solidão e as correntes nas ondas de águas rasas apaguem pegadas?
nos bastará em infinita beleza e profunda dor o entender?
eis que
um olhar para dentro, inevitável
e inevitavelmente o mar nos sopra canções do sentir onde e quando nada se entendia e sentindo-se com vida, não importava-se com o entender, bastando-se com o viver..
Um Sul procurando sorrisos do Norte....
Em direções opostas expostas de um ontem não acontecido....
O sonho acordou
E se perdeu em horizontes inertes
enquanto o cinza pintava-se de verde....
Lá onde o sol mais aquece
é que se procura uma forma de chegar mais cedo....
E os sorrisos do Norte choram a tristeza do Sul....
Perguntando-se porque das lágrimas em meio a tanta beleza....
Se quando a noite chega e as luzes se apagam
é que se pode perceber melhor o céu estrelado
e só atravessando o rio
é que se nota que o lado de cá também é belo....
E o Sul procura sorrisos do Norte...
Enquanto o Norte chora as tristezas do Sul...
Te desafio a Amar
um dejavu assalta-me enquanto concluo que um sonho ao acordar é apenas mais um avistar pela primeira vez
o perder-se em horizontes inertes é um chamado necessário ao despetalar das flores medrosas que urgem um renovar de essências
que a febre de sentimentos gerada onde mais aquece o sol possui uma senda para o descobrir de uma brecha na noite suave e estrelada que salva as almas de morrerem profundamente
de quando em meio a tanta beleza finalmente sucumbem as lágrimas ao esmigalhar das solidões que nos fazem morrer de ternura um no outro e renascer em coreografias onde um é a dança secreta do e no outro que repele e abandona os de outrora passos de sofrimento e os harmoniza melodicamente à alegria e felicidade
de quando no apagar das luzes se ilumina o chamado das estrelas para que ante o negar do toque, aceite-se um desafio
um ir além do verso, do refrão, da poesia
um convite à reconstrução
dança de mãos dadas, ritmos
passos de pés dados, em frente apesar de pausas
canções de ouvidos dados, ainda nos desafinos
nos desafinos reconhecer e aceitar o maior desafio
de nos sorrisos e choros desafiar-se a Amar..
Histórias, grandes sonhos....
Quantas vezes mudamos de rumo e nem sequer percebemos, por quantos obstáculos passamos sem notar...
Sem saber de que somos vitoriosos pelo simples fato de continuarmos vivos, por sorrir, por continuar tentando....
E quantas vezes deixamos de tentar por medo de errar, quantos universos deixamos de conhecer...
A saudade tem fim?
Quando nos sentimos sozinhos um abraço é capaz de curar a solidão e acabar com a dor que habita no peito?
E as palavras que saem do fundo da alma, que foram lidas por alguém em alguma tarde cinzenta...
Publicadas em um sonho que se chama História, adoradas por todos aqueles que um dia pensaram não se dedicar a velhas página de um livro apagado...
E do fundo do inconsciente desperta a lembrança de um sorriso, escreve alguns paragrafos e se sente tão bem..
Ouça o chamado
permitir-se à loucura é o dar asas onde a razão nos condiciona à um arrastar-se pesado em um chão aparentemente seguro, mas que logo tal peso no arrastar de cada passo fará com que os pés sangrem
neste chão "seguro", o choro evitado, a dor que não chega, a tristeza que se mantém ao longe, são apenas abreviadas
não há viver e sentir no Amor que tenha chego ao nosso conhecimento que não tenha nascido através da loucura de desprendendo-se de toda a razão dar asas a si mesmo quando tudo que se vê é a impossibilidade de voar
e mesmo neste céu imenso contemplando nuvens que não deveriam ali estar, nuvens de chumbo que não caberiam em nosso céu, que se nos chocarmos com elas inevitavelmente cairemos abatidos, no entanto, na loucura a que nos permitimos se nos faz acreditar que o bater de nossas asas a seu tempo afastará para longe tais nuvens de chumbo não permitindo que nos toquem, e por acreditar tão fidedignamente, assim acontece
sentimos, ouvimos nossas asas batendo...
tememos, imaginamos um choque nas nuvens de chumbo...
há um chamado ào céu da liberdade através da loucura do sentir
há um chamado à permanência do chão da segurança através da racionalidade do medo..
Deixe-se encontrar-se
esta procura que por vezes nos consome, nos desanima ao mesmo tempo que ansiamos encontrar fada-se ao fracasso devido a nossa ânsia de encontrar, esta ânsia que nos domina enquanto procuramos nos faz durante a busca demorada e cheia de obstáculos começar a imaginar como será, quando será, de que forma será
sonhamos tanto que não nos apercebemos que começamos a idealizar alguem que caiba em nossos ideais, enquanto a busca só termina ao encontramos quem nos faça perder nossos ideais
as vezes o melhor é parar de procurar e deixar-se encontrar
está em ti, sempre esteve, sempre estará, talvez os acontecimentos na caminhada em tal busca acabou ocultando em partes de ti que não queiras tocar, revirar, mudar de lugar, jogar fora
olhe para dentro, essa é a procura que deves fazer, deixando-se encontrar-se..
