Poemas sobre Si Mesmo
Me sinto a vírgula da Língua Portuguesa... Faço toda a diferença e, mesmo assim, as pessoas insistem em me deixar de lado!
Não existe nada mais desastroso do que querer que algo volte. Muita coisa não volta, até mesmo as que prometeram nunca partir.
Injusto mesmo é a maneira como as pessoas mudam e esquecem de avisar pras outras. Claro que a dor vai embora. Alguém nega? Nada de drama. Lava o rosto, se olha no espelho. Tenta não esquecer que só você pode mudar esse script. Não esquece que o coração, um dia, vai sentir todas as mesmas sensações (ou até mesmo melhores) que já sentiu. Mas até lá? Injusto seria não ter o direito de sofrer em silêncio.
Não queria ter o poder de ler a mente das pessoas, que graça isso teria? Queria mesmo era poder manipulá-las.
Ser contra a greve, é o mesmo que aceitar ser educado pelos políticos brasileiros e não pelos verdadeiros bons professores.
Mesmo quando tudo for difícil, se tratar as pessoas com gentileza, então a felicidade vai chegar até você.
O uso da violência é abominável mesmo para aquela causa aparentemente justa, pois dela não se resultam vencedores, os dois lados estarão vencidos.
Conheço pessoas que não têm ciúme. E admiro, admiro mesmo. Já ouvi falar que ciúme é sinal de insegurança, que ciúme é imaturidade, que ciúme é bobagem. Já ouvi dizer que ciúme é prova de amor. Olha, eu não sei definir o que é o ciúme, só sei dizer que a gente fica meio cega, meio burra, meio surda e fala muita besteira. E depois se arrepende.
Geralmente uma pessoa que é tímida tem vergonha dela mesmo, mas não irar dizer que é tímido porque é tímido.
“Mesmo que eu fosse apreciador dos bons restaurantes, não me imagino visitando a cozinha deles. Quando vou doar sangue, não olho para a enfermeira, muito menos para a agulha. O que acontece sob o capô do meu carro é um completo mistério para mim, beira a magia. Deve ser desmistificante para quem não está familiarizado com o processo de criação ver rascunhos, sementes de músicas que frutificaram longe de onde foram plantadas. (…) Natural, há um oceano na cabeça. As músicas, livros, desenhos, gritos, sussurros e silêncios são apenas as ondas que chegam à praia. E as ondas voltam. Sempre. Nunca iguais. Deve ser o que chamam “ponta do iceberg”. Talvez, depois de 25 anos, o resto do iceberg fique mais visível. Talvez não. Há quem diga que a função das palavras é esconder o que sentimos. Eu não digo.”
Escrevendo hoje, é a única maneira que tenho de expressar o que sinto,mesmo que por meios pequenos, tudo que tem aqui dentro de mim...
Amei, amei demais e mesmo assim te perdi, mas não me arrependo de ter te amado, pois sem a lembrança desse amor, minha vida seria vazia...
