Poemas sobre quem Realmente eu sou

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Sou novo é verdade; mas, para os espíritos bem nascidos. O valor não fica à espera da soma dos anos vividos.

Nasci velho e rejuvenesço a cada dia. Actualmente sou um jovem de sessenta anos.

Sou a favor do costume de se beijar as mãos de uma mulher quando somos apresentados. Afinal, é preciso começar por algum lado.

Às vezes, quando considero as tremendas consequências advindas das pequenas coisas ... sou tentado a pensar ... não existem pequenas coisas.

Sou um homem de letras, nada mais. Não estou certo de ter pensado nada de original em minha vida. Sou um fazedor de sonhos.

Desejo tanto que respeitem a minha liberdade que sou incapaz de não respeitar a dos outros.

Com quem pensa que está falando?
Quem você acha que está vendo?
Você sabe quanto eu ganho por ano? Mesmo se eu contasse você não acreditaria. Você sabe o que acontece se de repente eu parar de ir trabalhar?
Um negócio, grande o bastante para ser listado na Nasdaq vai falir. Desaparecer. Ele deixa de existir sem mim. Não, você claramente, não sabe com quem está falando. Então eu vou esclarecer. Eu não estou em perigo Skylar. Eu sou o Perigo.
Um cara abre a porta e leva um tiro e acha que farão isso comigo? Não. Eu sou o cara que bate!

Só sei que nada sei, e o fato de saber isso, me coloca em vantagem sobre aqueles que acham que sabem alguma coisa.

Se alguém mente sobre você, faça o contrário para que ele se passe por mentiroso.

Pessoas normais falam sobre coisas, pessoas inteligentes falam sobre ideias, pessoas mesquinhas falam sobre pessoas.

Henry Thomas Buckle

Nota: Adaptação do pensamento do historiador Henry Thomas Buckle.

Se você não contar a verdade sobre si mesmo, você não pode contar a verdade sobre as outras pessoas.

Virginia Woolf
The Moment and Other Essays (1947).

Nota: Trecho do discurso The Leaning Tower, dado em maio de 1940, em Brighton, na Inglaterra.

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Criticam tudo, e quero dizer mesmo tudo, sobre mim: o meu comportamento, a minha personalidade, as minhas maneiras; cada centímetro de mim, da cabeça aos pés, dos pés à cabeça, é objeto de mexericos e debates. São-me constantemente lançadas palavras duras e gritos, embora eu não esteja habituada a isso. Segundo as autoridades definidas, eu devia sorrir e aguentar.

Toda felicidade é construída por emoções secretas. Podem até comentar sobre nós, mas nos capturar, só se permitirmos.

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Coisas da Vida. Porto Alegre: L&PM, 2003.

Nota: Trecho da crônica "A minha felicidade não é a sua" de Martha Medeiros.

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Nada é para sempre, dizemos, mas há momentos que parecem ficar suspensos, pairando sobre o fluir inexorável do tempo.

Tentei descobrir na alma alguma coisa mais profunda do que não saber nada sobre as coisas profundas.
Consegui não descobrir.

A verdade alivia mais do que magoa. E estará sempre acima de qualquer falsidade como o óleo sobre a água.

Importante não é ver o que ninguém nunca viu, mas sim pensar o que ninguém nunca pensou sobre algo que todo mundo vê.

Arthur Schopenhauer
Parerga und Paralipomena, 1851.

Nota: A citação costuma ser erroneamente atribuída a Erwin Schrödinger.

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O sábio teme o céu sereno; em compensação, quando vem a tempestade ele caminha sobre as ondas e desafia o vento.

O efeito da morte sobre aqueles que continuam vivos é sempre estranho, e muitas vezes terrível, pela destruição de desejos inocentes.

Um homem jamais pode entender o tipo de solidão que uma mulher experimenta. Um homem se deita sobre o útero da mulher apenas para se fortalecer, ele se nutre desta fusão, se ergue e vai ao mundo, a seu trabalho, a sua batalha, sua arte. Ele não é solitário. Ele é ocupado. A memória de nadar no líquido aminótico lhe dá energia, completude. A mulher pode ser ocupada também, mas ela se sente vazia. Sensualidade para ela não é apenas uma onda de prazer em que ela se banhou, uma carga elétrica de prazer no contato com outra. Quando o homem se deita sobre o útero dela, ela é preenchida, cada ato de amor, ter o homem dentro dela, um ato de nascer e renascer, carregar uma criança e carregar um homem. Toda vez que o homem deita em seu útero se renova no desejo de agir, de ser. Mas para uma mulher, o climax não é o nascimento, mas o momento em que o homem descansa dentro dela.

Anaïs Nin
NIN, A., MILLER, H., Cartas a Anaïs Nin, 1988