Poemas sobre quem Realmente eu sou
“Olhando assim, ninguém diz. Mas há toda uma explicação do porquê eu ser desse jeito. Só eu mesmo, que sempre estive comigo, aguentando as barras, as rupturas, os socos na cara. ”
Consciência tranquila, sempre mantendo o foco. É assim que eu vou levando a vida, tocando o barco, abrindo o coração para novas coisas entrarem. Deixando fluir.
Muitos rostos bonitos capturam minha atenção,
Então eu olho para eles, me lembro nos vidros manchados.
não podemos ficar juntos,mas o destino continua me lembrando vc, mas vc seguiu e eu fiquei
vc é feliz,e eu só era com vc
Quanto mais eu tento me afasta dos sentimentos que me prendem a você,mais você me encanta com novidades que eu nunca imaginaria ver em você
Eu classifico São Paulo assim: O Palácio é a sala de visita. A Prefeitura é a sala de jantar e a cidade é o jardim. E a favela é o quintal onde jogam os lixos.
O eu, porém, é apenas mais uma compreensão equivocada. De modo geral, fabricamos a noção de um eu que parece ser uma entidade sólida. Somos condicionados a considerar essa noção como algo concreto e real. Pensamos, Eu sou esta forma, levantando a mão. Pensamos, Eu tenho forma; este é o meu corpo. Pensamos, a forma sou eu; eu sou alto. Pensamos , Eu habito esta forma, apontando para o peito. Fazemos o mesmo com os sentimentos, percepções e ações. Eu tenho sentimentos; eu sou minhas percepções… Sidarta, porém, deu-se conta de que não existe, em lugar nenhum, uma entidade independente que corresponda ao conceito de eu, dentro do corpo ou fora dele. Como a ilusão de ótica do círculo de fogo, o eu é ilusório. Ele é uma falácia – fundamentalmente um erro e, em última análise, inexistente. No entanto, do mesmo modo que podemos nos iludir com o aro de fogo, todos nós nos iludimos ao imaginar que somos o eu. Quando olhamos para o nosso corpo, sentimentos, percepções, ações e consciência, vemos que são diferentes componentes do que pensamos ser o nosso “eu”, mas, se formos examinar esses componentes, verificaremos que o “eu” não reside em nenhum deles.
Vem cá e deixa eu bagunçar teu cabelo, ser tua motorista, e esquentar teus pés no frio. Vem cá me pegar no colo, me chamar de vida e atrapalhar meus estudos. Vem comigo pra eu rir da tua cara quando tu falar que tá bravo e falar que tu é lindo. Vem cá e se atira de cabeça, alma e coração nessa relação que tem tudo pra dar certo, e vai dar certo, que já deu certo, vem cá vem.
Nota: Trecho da crônica "Vem comigo acreditar nas nossas loucuras!"
...MaisQuero dizer-te que talvez não seja eu a merecedora de teus olhos apaixonados, mesmo assim, agradeço por ter agraciado os meus ao ler teu amor inventado, desdobrado nessa lauda.
O barco do amor chocou contra a rotina diária. Agora eu e você terminámos. Por isso é inútil elaborar uma lista de mágoas, dores e feridas mútuas.
A verdade é que quando você volta, eu mando você ir embora de novo. E quando você vai embora, eu quero que você volte mais uma vez.
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