Poemas sobre quem Realmente eu sou

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Eu sou livre para imaginar, sentir, falar, amar, viver, fazer e ser o que eu quiser. A verdadeira liberdade está nas minhas escolhas, e o único limite é o que eu me imponho. A vida é moldada pelas decisões que tomo, e eu sou capaz de criar a realidade que desejo, sem restrições externas.

Quando chamo alguém de ignorante, o ignorante sou eu, por não entender direito aquele que eu julgo ser ignorante.

Não sinto falta do que eu fui, nem do que serei, pois minha falta é do que sou, da minha presença hoje, e hoje não tenho falta, pois no bem ou no mal, eu estou sempre presente comigo mesmo.

Sou rico daquilo que eu deixo para o mundo, sou pobre daquilo que eu guardo para mim.

Dentro de mim, vive o bem e o mal; o mal sou eu negando a mim mesmo; só eu posso me libertar do mal, me aceitando viver do jeito que eu sou.

Metáfora:
Eu sou a energia (vida) dentro dessa lâmpada (corpo); a lâmpada queima (morre), eu continuo sendo energia (vivo).

Orixá é dentro, Não é fora... Orixá sou eu, é você, é a folha, é o rio, é o mar... Orixá é o planeta. O planeta é um Orixá, ...O planeta é um ser vivo! Orixá é a nossa cabeça tranquila, Orixá são as nossas mãos limpas! (Orixá é o pensamento-vontade do Criador que fica vivo pra sempre!)

Eu já sou dado à coragem e ao sentimento que rege meu coração, fazendo-me não ter o entendimento.
Não sou um pensamento que não possa ver, temo de não ter motivos ou não lembrar-me do que não vivi.

⁠A moradia dos sentimentos é o coração
Então eu sou todo amor, paixão e coração!

Sinceramente, eu sou viciado em falar de amor, e isso aconteceu depois que te conheci. Como não falar de amor ao ver esse sorriso maravilhoso? Como não falar de amor ao ver esse olhar que fascina... Como não falar de amor estando tão perto de um infinito poço de inspirações? Impossível, assim como é impossível te ver e não te amar.

Kurt Cobain emerge das cinzas grunge, voz partida: "Eu sou o grito primordial contra o nada, alma selvagem engolida pelo ruído urbano, buscando salvação no caos da pele ferida". Noé responde da sua arca espectral: "Eu guardei as sementes vivas do apocalipse, navegando dilúvios de lagrimas, para que raízes antigas brotem novamente em terras esquecidas". Mahatma Gandhi, com mãos calejadas de marchas infindas, declara: "A resistência pacífica é o sal da terra; nela, povos originários florescem invictos, dissolvendo correntes com a força do espírito desperto". Renato Russo, legionário das noites brasilianas, confessa: "Nas veias urbanas pulsa um pulsar proibido, herança de guerreiros das matas, clamando por um país que ouça o coração silenciado". Maria Quitéria, visionária das profundezas temporais, irrompe: "Na quarta dimensão, o tempo se dobra como lâmina invisível; ali, lutadores ancestrais transcendem o plano, libertando-nos em espelhos da eternidade rebelde". Suas vozes se entrelaçam num manifesto etéreo: a humanidade resiste, primordial e multidimensional, contra o vazio que nos cerca.

A falta do ódio é o meu maior manifesto de superioridade emocional: eu sou feito do que eu cultivo, não do que me feriu.⁠

As pessoas dizem que todos os caminhos levam a Deus. Jesus disse: Eu Sou o CAMINHO!

Para alguns eu sou luz. Para outros um conforto em momentos difíceis. E embora eu me ame muito, tem momentos que sou só tristeza.

É impressionante como a sua própria família torce para seu fracasso! Azar o deles eu sou genial por natureza e, de tudo que escrevo possuo Diretos Autorais na Biblioteca Nacional!

"Eu sou uma pessoa que teve que amanhecer cedo de mais para cuidar dos outros"
– BangChan (Cristopher Banhg)

Não conte para ninguém, mas eu sou o segredo mais bonito que a sua mente já criou.

Eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais querer contemplar que tentar entender, eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais solitude que solidão; a verdade é que eu tento entender o que eu sou ou não sou, o que penso que sei, e a verdade do que sou ou do que sei ou do que penso, as respostas pra tudo isso são de nenhuma significância, nenhuma relevância, todas as conjecturas compõem esta existência, esta vida. Eu olho o mar a engolir todas as minhas ansiedades; e a cuspir a minha arrogância, zombando dos meus marasmos com toda essa imensidão profícua e infinita generosidade divina, que acolhe a minúscula jangada e sopra sua vela com a suavidade de sua brisa propondo retorno e reencontros... os pescadores catam seus apetrechos com a satisfação de amplos sorrisos por pesca satisfatória; são nobres dentro de suas roupas rotas, consumidas pelo sol e pelo sal. Retorno à minha introspecção sob a poeira da estrada e as cores fubentas de um final de tarde gris; ao longe a cerca de marmelo que delimita o meu mundo, uma meia-água que guarda a minha verdade e "mofo" o jumento, a zurrar a monotonia e "quebra-queixo" a alarmar suas infinitas suspeitas fiel e leal com seu latir e ganir. Zuíla é silenciosa, mas eu sei que tem todas as respostas para as minhas introspecções, abraços para as minhas ansiedades, tem o mar nos olhos com a mesma imensidão do atlântico, que acolhe a jangada e gratifica os pescadores; e tem uma barriga proeminente que cresce a cada dia, onde germina a promessa de novas introspecções, outras conjecturas oceanos e imensidões para este meu espirito de pescador.

"Eu não busco a perfeição porque não sou um deus, mas busco a excelência porque eu sou um mortal".

Eu hoje sou um ser humano em processo de evolução, compreender as minhas falhas e erros, corrigir com dignidade e maturidade me faz um homem mais abençoado, hoje estou encontrando caminhos para ser a cada dia uma ser humano melhor. Tenho muito a aprender, mas aprendi a usar o tempo ao meu favor, e por onde eu passar vou sempre deixar o melhor de mim.