Poemas sobre quem Realmente eu sou
O desconhecido me causa medo, mas o maior mistério sou eu, não quero deixar de arriscar, quero ir mais fundo no meu eu.
Você ultrapassou todas as barreiras improváveis, portas, grades e cadeados do que eu sou, desse meu eu, desse meu novo eu
Sempre, eu busco o melhor das pessoas quando as conheço, interajo com elas; eu sou muito verdadeira, sincera, intensa. Dou meu voto de confiança, persisto, acreditando em outro ser que está diante de mim.
Sob efeito das fases da lua sou feita, onde reflexo da própria mudança, me abro em flor. Com a mais pura essência de ser o que sou, me olho, acolho, e digo: Aqui e agora estou!
Eu não sou o que você pensa que sou, e nem você é o que penso que é. Vivemos uma dinâmica de vida que nunca iremos conseguir descrever com total veracidade o que somos. Não existe algo estático quando se trata do homem. O que temos, então, são recortes históricos e significativos para justificar o que somos e o que eles são.
Para alguns, sou herói e, no mesmo instante, outros me julgam vilão. Para alguns, virei distância e para outros, aproximação. Fui tímido, rebelde, ignorante e até ignorado. Se me pergunta quem eu sou, a resposta é confusa e sem apego inventado. Sou todos eles e nenhum deles, "ser" e "não ser". Sou quem olha, pela brecha cerrada de grades, o meu próprio alvorecer. Essa cíclica iluminação vem do findar das noites soturnamente memoráveis através dos intensos gritos afogados em meus silêncios infindáveis… Ora sou quem vê pela janela, ora sou quem vê a janela e, em meio às duvidosas brumas da madrugada, sinto-me como se eu fosse a própria janela…
Chega a ser chato o quanto sou obcecado. Sempre que pego na caneta, intensifica. Te quero ao meu lado. Eu só penso em você
Quando tenho um produto , sou capaz de embalar o gosto do freguês. E isso tem muito a ver com a minha própria vida. Eu tenho uma essência, uma identidade, e sendo assim sou capaz de me adaptar as necessidades do meio em que vivo, porém em nenhum lugar eu deixo de ser eu mesma. Onde quero chegar?
Somos como um centro de uma cidade. Ela desenvolve para todos os lados e assim desempenha seus papeis. Esse centro é a nossa referência de identidade e é de onde irradia toda a nossa vida. Nasceu daqui e sempre volto quando quero relembrar a minha criação ou festejar coisas importantes. Isso é assim em todos os lugares ( um átomo, o sistema solar, a molécula ) tudo tem um centro e é dele que a vida dá seus primeiros passos. E não podemos perder esse contato que é os nossos princípios, valores , sabedoria de tudo que já foi conquistado. Temos que preservar e não deixar de ser abalado pelas coisas externas. Em uma crise na cidade, pode-se abalar as periferias mas, o centro se preserva.
Eu sou aquela que sonhou com o futuro, se perdeu em feridas dos passado ,mas percebeu que o presente era a liberdade e cura de dos seus males , assim como a liberdade que tanto buscou para preencher o seu vazio imenso deixado por ânsias que a ilusão da mente criou.
Sou aquele, que já tive pressa, hoje ando devagar, mesmo caminhando devagar sempre alcanço objetivos para minha vida, porquê quem espera.... sempre alcança.
eu sou chato, falso moralista, besta, egoísta, sou daqueles pecadores que vai pra missa e recebe a hóstia e faço isso por que tenho fé em Deus e vivo em função disso com todos os meus excessos...
Eu não sou o tipo de pessoa que guarda rancores.
Mas também não sou o tipo de pessoa que abraça as decepções.
Olha, eu não tenho manual. Sou assim mesmo e indecifrável.
Eu sou equilíbrio mas talvez também seja tempestade, não desvendará com facilidade.
Às vezes sinto que o ermitão em mim afasta as pessoas. Acho que no fundo, bem no fundo, sou apenas o que restou de mim mesmo...
Eufemismo de uma ausência de sentidos.
Você não é mais importante do que eu, assim como não sou mais importante que você.
Perante Deus ou o Acaso, temos a mesma relevância.
A não-dualidade faz-me perceber inteira divina, ao menor sinal de percepção: Sou luz, verdade e leveza em ação.
Não mais vive o ser meu, a cada instante que passa não sou mais eu. Revestido da mutabilidade, lá se foi quem eu era, e a dinâmica do lapso temporal, trás à tona um novo ser, até então, quando encerrar o ciclo vital, extinguindo enfim, as manifestações das transformações de minha individualidade, caráter intrínseco do ser eu.
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