Poemas sobre quem Realmente eu sou
Eu aprendi a voar quando perdia minhas forças e o chão já me deixava no ar.
Alguns sofrimentos são necessários,
O medo serve para revelar afinal o tamanho da nossa coragem.
Enquanto caímos percebermos que a única saída é abrir as asas e encarar o céu,
confiamos que sob o vento de Deus e com as asas da fé nosso vôo será seguro !
AOS MEUS AMIGOS E AMIGAS
O Natal se aproxima e eu agradeço muito a Deus, por ter amigos tão especiais como você.
Que esta mensagem seja guardada no fundo do seu coração, queria lhe mandar uma mensagem muito, mas muito linda, mas só irás encontrá-la no coração.
Que nós possamos viver em um mundo de paz, sem ódio, guerras e preconceitos.
Que nossas famílias se unam, trazendo um mundo totalmente solidário e que possamos aprender os grandes ensinamentos do Grande Deus Pai.
Que o seu Natal seja completo de paz...
Alegria...
Amor...
Compreensão...
Que tudo isso esteja em ti durante todo o ano e não apenas no Natal.
FELIZ NATAL!
Quando eu era jovem recebi dois presentes
um anjo para me guiar e um demônio para me ensinar.
Meu anjo me deu um coração bom,
meu demônio uma mente maliciosa,
meu anjo me deu um sorriso,
meu demônio me deu pensamentos que não me deixavam sorrir,
meu anjo me deu uma vocação,
meu demônio me deu frieza,
meu anjo me ensinou sobre honra,
meu demônio sobre força.
Quando caí meu anjo ofereceu a mão,
meu demônio olhou nos meus olhos e me disse:
filho, cairás por toda a vida,
se não aprenderes a se levantar por si só,
acabarás como este anjo,
fraco como uma folha seca.
Quando me levantei meu demônio sorriu,
meu anjo então olhou nos meus olhos e me disse:
filho, sendo tu quem és cairás mil vezes e mil vezes se levantará sozinho,
mas não te esqueças daqueles que lhe ofereceram a mão,
ou se tornarás tão arrogante quanto este demônio.
Eu nao vou pra cama com qualquer um...
alguns eu vou pro sofa...
outros eu vou pegar no chao..
outros eu pego no carro mesmo ..
outros eu pego so na imaginaçao..
Egoísta
Há em mim um vicio
Não consigo abandonar
Por mais que eu tente me esforce
Sempre me pego
Sozinha a te lembrar
Tem dias que até choro (juro!)
De saudade
Mas daqui a pouco dou risada
Lembrando algo que tem em você
O que tem em você
Nenhum outro traz
Me traz alegria, prazer, amor
Me traz paz
Vamos dançar juntinhos de novo
Ao som de algum vinil antigo
Quero sussurrar no seu ouvido
Sonhos de uma manhã de domingo
Sei que tem seus traumas
Eu tenho minhas neuras
Somos dois problemáticos
Cada qual que se amam a sua maneira
Apesar de você nunca isso me falar
Apesar de eu nunca te dizer
Sabemos os dois em silêncio
O que passa entre mim e você
Nos momentos que passamos juntos
Rindo
Discutindo
Conversando
Filosofando
Sonhando
Fora todo esse barulho bom
Os momentos de silêncio sempre nos entregavam
Eles contavam para nós dois o que teimávamos em negar
Foi uma tarde bem chuvosa
O dia que te vir partir
Estava feliz pois você estava voando alto
Era merecedor daquela felicidade particular
E por ser particular ( e por eu entender que tinha que ir)
Você foi e fiquei feliz aqui
Mas agora passa o tempo
Sozinha com meus botões e minhas manias
Vejo que a saudade me faz companhia
Ela sussurra todo tempo coisas sobre ti
Estaria você bem?
Já teria achado alguém para chamar de egoísta? (isso lá era apelido?)
Jamais aceitei admitir
Nem tampouco você
Somos mundos diferentes
Água calma
Água corrente
Como isso poderia dar certo?
Não daria
Não daria
Daria?
A água do rio, a água do mar
A saudade sussurrou algumas coisas agora aqui
Eu espero que você venha, sem medo de recomeçar
Que um dia eu possa dizer, valeu a pena não desistir
E o vento la fora, parece incomodar
Já não ouço o canto dos pássaros, não vejo as estrelas brilharem
E você me parece distante
só peço mais uma chance
Me perdoe, desculpa
Não vamos perder o nosso romance
Quero te dar todo amor e carinho
ser pra sempre seu amorzinho
Minha família eu não posso perder
porque sem vocês eu não sei viver
Não há borracha que apague o amor,
que foi escrito, pelo dedo de Deus.
Não há borracha que apague o amor,
que foi escrito, pelo dedo de Deus.
Eu espero que você venha,
sem medo de recomeçar
Que um dia eu possa dizer,
valeu muito a pena, por você eu esperar
E as pessoas que convivem no nosso dia a dia
Não conseguem se quer entender
Pra sempre te amar, eu quero te mostrar
o quanto é grande o meu amor por você
Quero te amar no nosso cantinho
Realizar nossos sonhos juntinhos
Minha família eu não posso perder,
porque sem vocês eu não sei viver
Não há borracha que apague o amor,
que foi escrito, pelo dedo de Deus.
Não há borracha que apague o amor,
que foi escrito, pelo dedo de Deus.
Eu prometera a mim mesmo
Não mais expor meu coração à tortura de amar e Depois sofrer.
Então passei a andar por aí a esmo,
Procurando uma razão para viver.
Foram noites de insônia ou mal dormidas
À espera de ver cicatrizar as feridas
Abertas pelo último amor que não deu certo.
Cheguei a pensar ter superado,
Meu coração estava blindado:
Amar, nunca mais!
Mas minha vida tornou-se um deserto.
Estava certo o poeta:
“Ninguém vive sem amor”.
A vida fica insossa,
Os olhos perdem o brilho,
A pele perde o viço,
E se começa a sofrer,
Mesmo não sentindo dor...
Então, que venha depois a sofrência
E daí? Eu quero Viver!
Mesmo que não seja amado
Vou amar até morrer!
Eu comando.. vc obedece...
eu mando.. vc cumpre...
vc observa, eu dou as regras...
eu imponho... vc diz sim senhora..
Eu te desejo uma doce tarde!
Recheada de surpresas,
Repleta de paz, cheia de
alegria e otimismo, para
que assim, voce possa vencer
as poucos horas do dia que
ainda faltam.
Boa Tarde!
E de que adianta a existência de deuses, se eles não puderem amar os mais fracos? eu não
aceitaria a existência de um tal deus. se vocé vai acabar com tudo, então eu vou ao menos
deixar uma prova da minha existência, dando um soco na cara de deus.
— O que você quer do futuro?
— Você correria se eu dissesse “você”?
— Se eu corresse, você viria atrás de mim?
Presa nos meus sonhos e esquecendo
Eu tenho agido como se fosse o apocalipse
Porque você
Me segurou em seus braços um pouco forte demais
Foi isso o que eu achei
O verão foi feito para amar e deixar
Eu fui uma tola por acreditar
Que você
Poderia mudar sua maneira de viver
Mas você simplesmente não conseguia parar...
Achados e perdidos
Eu às vezes me perco num dos cantos da vida por aí... Então, fico lá perdidinho e quieto.
Quem também se perde de vez em quando acaba me achando. Somente quem sempre “se acha” é que nunca me encontra.
Val
Me dói amargamente;
Descobrir que não confia em mim;
Quer saber o que eu sinto, sem nem eu mesmo poder saber;
Quer tentar me decifrar, sem nem deixar eu me encriptar;
Faz perguntas que me abalam;
Parece não se importar mais com a alma;
Talvez só queira estar certa...
E talvez realmente esteja...
Eu e Ele
Nós dois, que coisa engraçada. Nos damos bem, divertimos, damos risadas. Arrastamos durante a tarde – dúvidas, incertezas, desejos e farpas. Quase nos engolimos, quase nos despimos. E de ciúme eu quase morro, e de flores ele vem e me mata. E às vezes, dá uma tristeza, e, ainda que seja tão densa, não faz alarde. Não grita. Não chora. Não abre buracos...
Tristeza de quem já sabe sentir.
Quando eu não mais existir
Irás sentir-me nas noites de felicidade,
Serei o teu sorriso, tua ternura e
Poderei também ser o teu pranto.
Deixarei nas lagrimas de teus olhos,
a lembranças de cada momento em que do teu lado partilhei o Ceu, o sol, a lua e sem esquecer as estrelas contadas uma a uma;
Quando eu não mais existir
Sentirás na pelé, a falta da subtileza dos meus toques introvertidos, numa direção aparentemente simplória, na cobertura dos teus desejos mais abscônditos;
Estarei nas noites escuras,
iluminando os teus passos, numa dança romântica sem precedentes;
Estarei nos teus anseios, gemido malandro no transpirar do guerreiro mudo e surdo, uivando feito lobo no desfrute do teu fruto proibido,
Estarei nos beijos que te derem.
Quando eu já não existir
Existirá o meu amor ardente nas estrelas
Suspirando na no romper da aurora.
Quando eu não mais existir
Haverá um barco
Onde verás o semelhante sorriso
E a pequena boca dizer;
Eu te amo
Quando eu já não existir
Procure-me dentro de si mesmo
Nas tatuagens cravadas na superfície do teu coração e então saberás que sou teu para no pós morte.
Preciso.
Preciso achar o caminho de volta pra casa
se é que eu sei onde fica.
Preciso encontrar novos rumos.
Aprender a dizer coisas que devem ser ditas
e não pensar em como elas irão doer.
Preciso parar de machucar a mim mesma.
Preciso de ar e de respirar novos ares,
viver intensamente, fazer o que eu quero.
Preciso arrumar as malas e sair por ai.
É disso que eu preciso.
Eu não nasci no começo desse século.
Eu nasci no plano do eterno.
Eu nasci de mil vidas superpostas.
Nasci de mil ternuras desdobradas.
Eu vim para conhecer o mal e o bem.
E para separar o mal e o bem.
Eu vim para amar e ser desamado.
Eu vim para ignorar os grandes e consolidar os pequenos.
Eu não vim construir a minha riqueza.
Não vim construir a minha própria riqueza.
Mas não vim para destruir a riqueza dos outros.
Eu vim para reprimir o choro formidável.
Esse choro formidável que as gerações anteriores me transmitiram.
Eu vim para experimentar a dúvida e a contradição.
E aprendi que é preciso idolatrar a dúvida.
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