Poemas sobre quem Realmente eu sou

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Estou apresentando novos conceitos para que veja o seu eu como eu vejo seu sendo eu sou diante do mundo
O paradoxo do eu é simplicidade um ciclo infinito para o arco da tênue finitude o ser eu. Nas frequência temporais eu e sou são mesmo so temporais diferente eu apenas e o ser o sou eu admitindo que é.
Dentro deste paradoxo o próprio ser tem ego e regras para os quais existe.
Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.
O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.
As doença psicológicas são apenas conflitos dores do eu, esses complexo debatem com natureza humana mostra-se no máximo eu sou diante sombras no espelho.
O espelho pode responder com ecos da mente.
Tendo depressão, isolamento intelectual e espaço translúcido que em tantas versões que se torna fenômeno realista fundo borrado, um paradoxo que transmigra outras expedições fantasias e fantasmas.

Porque eu sonho so tenho pesadelos.
Diante a teus olhos sou cego.
Para ninguém sei o sei nada serei.

Eu sou o teu pensamento..
sou a brisa que te toca no fim da tarde...
sou o sorriso que desponta em teu rosto..
sou a musica que toca incansavelmente..
eu sou a roupa que te veste..
eu sou o perfume que encendeia pela casa..
eu sou a agua que mata tua sede..
eu sou a dona dos teus desejos..
sou tua.. sou o amor da sua vida..
eu sou a tua cançao preferida..

Eu sei que bagunço sua vida..
sua cabeça..
eu sei que vc pensa em mim..
vc esta com ela.. mas sou eu quem vc quer..
vc gosta do proibido..
vc adora jogar.. guardar segredos...
mas isso cansa..
nao sei ser segundo plano..
ou me assume..
ou some..
simples assim..

Admito. .eu sou um livro..
Enigmático. .imperfeito..
Sou assim mesmo.. complicadinha..
Ou me ama..ou me deixa..
Mas se for até o fim..
Não vai se arrepender. .
Sou uma história de tirar o fôlego. .

Eu sou cheia de segundas intenções.
Sou cheia de defeitos.
Mas sou cheia de mistérios.
Na cama não existe meio termo.
Não existem frescuras no amor.
Se quiser vir, vem sem medo.
E eu vou te provar que vale a pena.

NEM TODA PLANTA FLORESCE NA MESMA ESTAÇÃO


Eu sou uma planta crescida.


Um dia fui apenas uma pequena muda, frágil e cheia de esperança. Dependia de mãos que me regassem, me protegessem e acreditassem no meu crescimento. Mas aqueles que deveriam cuidar de mim partiram.


Veio a sequidão. Quase morri.


Nos dias de sol intenso, o calor parecia querer consumir tudo o que ainda havia de vida em mim. Fui queimado pelo excesso, testado pelo abandono. Ainda assim, resisti.


Então a chuva chegou. Não foi cedo, mas chegou. Era exatamente do que eu precisava. Minhas raízes, que insistiam em viver, encontraram forças para continuar.


Nunca floresci. Talvez porque nem toda planta floresça no mesmo tempo. Talvez porque algumas precisem primeiro aprender a sobreviver antes de aprender a florescer.


Cresci.


Em alguns galhos faltam folhas. Há marcas do que vivi, cicatrizes que o tempo não apagou. Mas continuo de pé.


Ainda não dei mudas. Talvez porque o meu tempo ainda não tenha chegado. Nem tudo acontece quando queremos; algumas sementes esperam a estação certa.


E quando esse tempo chegar, ou quando eu for enxertado à planta certa, espero que a outra parte de mim e eu possamos, enfim, florescer juntos. Que nossas raízes encontrem força uma na outra e que, desse encontro, nasçam belas mudas, frutos de uma história que conheceu a seca, resistiu às tempestades e nunca desistiu da vida.


03/10/2016

Vai voltar pra mim um dia..
Vai porque so eu sei .. so eu sou..
Sempre o melhor pra vc..
A gente combina em tudo..
A gente se entende.. se completa..
E na hora certa .. vc vai abrir aquela porta..
Vai me pedir: volta?
E com um sorriso no rosto..
Te direi te quero pra sempre...
E vai ser assim... eternamente..
Eu .. vc... vc ... e eu...

Sim..Eu sou um mulherão..
Sou tsunami ..Sou furacão..
Sou toda Boa bebê...
Não vem com miséria não...
Porque o meu avião..
Não pousa em pista chinfrim não...

Eu sou música pros teus ouvidos...
Eu sou a sua frase preferida...
Eu sou poema , strofe, poesia...
Sou tardinha , sol poente...
Brisa que passa tocando teu rosto...
Sou aquela estrela cadente... que passa rasgando o céu da noite...
Eu sou silêncio.. no barulho dos teus pensamentos..
Eu sou aquela chuvinha caindo a noite...
Sou saudade... sou aquele aperto no peito que insiste em abraçar-te...
Eu sou o tempo que as vezes passa depressa.. num piscar de olhos... eu sou... eu fui...eu serei pra sempre... porque o amor nunca morre...

⁠Eu..um tsunami de pensamentos..
Um furacão de emoções...
Sagitariana nada...
Sou de exatas, não de humanas..
Não brinca comigo não meu amor..
Nao tenho piedade de ninguém..
Nao tenho dó... sou picante, forte, destemida..
Mulher que corre atrás e como corre...atrás dos seus sonhos..atras da felicidade...menos atras de homem...
Me amo demais antes de amar alguém.. .
Me valorizo demais antes de dar meu coração pra aAlguém...

Elementar...!


Eu sou muito mais quando do que nada,
Desde quando, nada seja tudo mais que sempre.

Talvez eu não seja sábio,
nem chegue eu aos pés dos escritos antigos,
pois sou apenas pó que caminha,
errante em um mundo que não compreendo por inteiro,
obra de uma consciência maior do que a minha.


Sou transitório,
passageiro entre o nascer e o desaparecer,
e habito uma anomalia que chamo de vida,
sem conhecer-lhe a origem nem o fim.
Pois a sabedoria
é o nome que damos
àquilo que pensamos ter entendido,
ainda que o entendimento nos escape como vento entre os dedos.


E se aquele que fez todas as coisas
viesse a corrigir o que julguei correto,
não se revelaria, então,
a limitação da minha própria razão?
Não seríamos tolos
mesmo quando nos julgamos inteligentes?
A vida, portanto,
é um desdém ao entendimento humano,
pois quanto mais cremos saber,
mais nos é revelado o quão pouco alcançamos.


Somente chamo de sábio
aquele que está além da morte e da vida,
além do tempo e da matéria,
o próprio que não compreendemos
e que, ainda assim, sustenta todas as coisas.

"Eu não tenho talento, só amor.
Não sou poeta, escritor.
Nem músico, trovador.
Só tenho saudades e dor.
Tenho sonhos de contigo e, no pesadelo da sua ausência, horror.
Eu não tenho talento, amor.
Tenho só um coração que bate por ti e, se tivesse um outro e mais um, bateriam por você até quando o universo se for.
Eu não tenho talento, só amor.
Tento ser o que sou por ti, meu amor: a lágrima que lhe banha o rosto; sou de sua face, quando tímida, o rubor.
Sou marinheiro sem porto, sem mar, Arpoador.
Para cada noite fria, para cada tormenta em sua cercania, lhe serei abrigo, lhe serei calor.
Para a sua infelicidade, quando o âmago do seu ser for gris, eu serei cor.
De tudo o que há no mundo, só posso te oferecer amor.
Perdão, minha religião: hei de abster-me, cessarei meu clamor.
Tentando afastar minhas agruras, louca paixão, minha eterna labuta, percebi algo que me causara torpor.
Escrevendo e relendo, jogado ao relento, sofrendo com o vento, percebi que: eu não tenho sequer um único talento, só amor..."

Eu sou os planos harmônicos de Deus que apresenta-se em todas manhãs.


Eu sou um inferno para o diabo.

EU, POEMA DE MIM

Sou verso antes da palavra,
eco antes do som,
mistério que se procura
no espelho do próprio dom.

Habito em muitas moradas,
sou plural em cada fim;
às vezes nem me conheço
quando faço poema de mim.

Sou o eu lírico que canta
o amor, a dor e a esperança,
que veste roupas de sonho
e brinca com a lembrança.

Sou o eu inanimado,
pedra, estrada e paredão;
dou voz ao banco da praça,
à enxada, ao velho portão.

Sou a poeira do caminho,
a folha seca a cair,
o relógio esquecido
que continua a seguir.

Sou também o abstrato,
o que ninguém pode tocar;
sou saudade, sou silêncio,
sou vontade de ficar.

Sou a dúvida da noite,
a fé buscando razão,
o medo escondido em sombras,
a coragem do coração.

Mas sou também o real,
carne, osso e cicatriz;
sou o homem que tropeça
na procura de ser feliz.

Carrego marcas do tempo,
vitórias, perdas e ais;
sou feito de muitas vidas
que já não voltam jamais.

E quando junto esses eus
num só verso, enfim, assim,
descubro que o universo
fez um poema de mim.

Pois sou palavra e ausência,
fantasia e chão sem fim;
sou o que escrevo no mundo
e o mundo escreve em mim.

" Eu Não Incômodo... Eu Transbordo "


Sou rio que não se detém porque alguém fechou a represa.
Sou mar que não cabe em copo.
E aprendi que quando alguém não manda nem uma palavra, já disse tudo.


Eu sigo.
Não por desistência, mas por amor próprio.
Não por fraqueza, mas por força.
Porque flores não imploram por jardim: elas nascem onde sabem que podem florescer

Fechar a carteira emocional


Não é o outro que me deve,
sou eu que insisto em pagar parcelas
de um contrato nunca assinado.


Chamo de amor,
mas é vício de apostar no cavalo errado,
mesmo sabendo que não vai cruzar a linha de chegada.


Um dia, o estalo:
o banco não é deles,
a moeda sempre foi minha.


Fecho a carteira.
Corto o crédito.
O débito evapora.


E descubro, enfim,
que liberdade não é conquistar amores distantes,
é escolher e não financiar ilusões.

Sou casa agora,
mas não serei teto para sempre.
Meu lugar me chama de longe,
e quando eu for,
levarei comigo
a certeza de que amei inteiro.

Sou a que atravessa o fogo,
não para provar que aguento..
mas porque sei que do incêndio
eu renasço em movimento.
Sou a que pisa na dor
sem fazer dela prisão;
eu atravesso o abismo
e volto com criação.