Poemas sobre quem Realmente eu sou
Na vastidão da solidão, sou uma estrela solitária, sem constelação que me abrace. O coração é um jardim sem flores, onde o eco do silêncio dança ao vento. Meus passos, como notas sem melodia, vagam pelo vazio, sem compasso a guiar. As cores da paixão se apagaram, transformando o mundo em um esboço pálido de sombras.
O tempo é um rio estagnado, suas águas quietas, sem rumo a seguir. Sou um marinheiro sem bússola, à deriva em um oceano sem estrelas para me guiar. Minha alma é uma partitura em branco, sem notas a entoar. Os sentimentos, outrora como sinfonias vibrantes, agora são murmúrios abafados, como um suspiro preso no peito. Neste universo particular, sou uma estátua de mármore, imóvel e sem vida. O sentido da existência escapa entre meus dedos, como grãos de areia levados pelo vento. Oh, como é amargo viver nesta névoa de desolação, onde o horizonte se estende para além do olhar, sem promessas de auroras douradas.
Sou como uma sinfonia, uma arte multifacetada, uma canção que se reinventa a cada acorde, um amanhecer de cores diversas. Posso ser a brisa suave ou o mar agitado, ou o calor do verão que aquece a alma.
Sinto-me como um quebra-cabeça incompleto, peças soltas na busca de sentido. Sou uma melodia sem partitura definida, uma tela em branco aguardando pinceladas do destino. Às vezes, questiono se há uma definição concreta para o que sou ou se sou apenas um eco perdido no universo, uma nota sem compasso.
Sou um amálgama de possibilidades, um caleidoscópio de emoções, e no fundo, talvez seja essa a minha verdade: a incerteza, a melancolia de nunca estar completamente certo de quem sou.
Sou um eco de notas dispersas, uma tela sem contornos definidos, um verso sem rima certa. Como uma sinfonia sem partitura, me desfaço e me refaço em cada acorde da vida, perdido na melancolia da minha própria complexidade.
Em meu ser habitam borboletas; sou um esqueleto onde a carne se agarra teimosamente. O espelho, meu adversário inclemente, reflete os vestígios do que penso ser tristeza, expelidos em náusea. Transformo-me em um abismo de desejos, mergulhando no turbilhão de culpa, onde o que entra, borboletas querem expelir.
Me pediram para escrever uma crítica textual. Não sou muito bom em escrever críticas. Analisarei os pontos positivos e os negativos, direi o quanto podem ser melhorados. Afinal, nesse mundo de pessoas tão críticas, porque não sermos sempre positivos?
Em um mundo imperfeito, sou mais um, cheio de defeitos, buscando ser diferente, fazendo do meu jeito...
Disseram-me que sou toda amor... pois antes ser amor... que morrer sem saber o sabor de ser amada...
Sou idoso, mas ainda tenho alegria, sinto tristeza, sinto dores, sinto saudades, ainda estou VIVO!!!
Desculpe se minha racionalidade supera as possiveis cicratizes do meu coração. Mas sou assim mesmo
se eu ficar triste por alguem que eu goste, ou que aprendi a gostar, que a minha tristeza não dure 24 horas.Não quero ficar refém de alguem, de um possível gostar, de um possivel beijo e de uma possivel saudade que poderei sentir. Egoísta, não realista. Se minhas escolhas levaram a sentir um carinho e o desejo de querer estar junto, que nasceu aos poucos como os raios de sol em um dia na praia, a medida que fomos nos conhecendo. Mas hoje nao quero que em meus pensamentos, venha a chuva,e com ela a tempestade. E não tenha vergonha em dizer que gostou, que sentiu saudade. Aquela pessoa foi importante para você naquele momento, mas não se preocupe, outras pessoas e outro dias de sol apareceram em sua vida.Hoje eu posso escolher, se posso andar na chuva ou ao sol. Faça suas escolhas, e vá em busca da luz.
Sou intensidade sem filtro, desejo sem limites e amor próprio que não pede permissão. Se não aguenta, nem tente decifrar.
Tarde, mas aprendi: mereço ser amado sempre, não às vezes. Mereço ações, não palavras. Sou prioridade, não opção. Agora sei o que mereço e o que não sou mais capaz de aceitar.
Um olhar seu e já estou à deriva, um toque seu e sou capaz de me perder em você para sempre. E no seu abraço, me encontro ou me perco de vez, sem medo de nunca mais voltar.
Me cuido com carinho. Me escolhi. Sou meu abrigo. Sou minha prioridade. Me valorizar é regra. Amor-próprio é blindagem.
Sou feito de instinto, fé e mil recomeços. Intenso, real e necessário. Alguns sentem, outros só passam… mas quem viveu, entende.
Não sou difícil. Sou inteiro demais pra caber nas metades que andam por aí. As pessoas se assustam com quem sabe o que quer… Mas eu não tô aqui pra confundir ninguém. Tô aqui pra viver o que é real.
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