Poemas sobre Pássaros
A flor o beija flor beija porque o perfume das flores lhe chama. Vem pássaro sutil, beijar as flores que você ama.
O passarinheiro nunca sonhou em voar, e deixou de aprender a empatia, endureceu-lhe o coração sem saber.
"Quando uma sociedade chegar a conclusão que mais vale um ovo de passaro no ninho do que uma criança no útero materno, esta estará socialmente e moralmente doente"
Ouvi um pássaro cantando dentro de uma gaiola:
Há mais felicidade para esse que um homem livre que murmura.
Tire a sensação de alegria, ouvindo o cantar dos pássaros, pois no mundo há muita poluição sonora para lhe perturbar a paz.
Já vi várias vezes passarinhos entrando e saindo pela caixa de som de uma congregação, enquanto que alguns infiéis entram e saem da presença do Senhor, fazendo ninhos com os demônios.
Como pássaros nas arapucas e peixes nas redes de predadores, assim são os cristãos sem propósitos, que acabam sendo acorrentados pelos artifícios de Satanás.
Uma rede entre árvores, pássaros a cantar, muita sombra e água fresca, e todo o tempo para desfrutar.
Veja os pássaros voando e cantando, pondo confiança em suas asas; ponha a sua imaginação também para voar, a sua alma para confiar e o seu trabalho para honrar e glorificar a Deus.
Se os pássaros e os animais aprendem como fazer ou agir, podemos também aprender com eles: perseverança no servir.
Um pássaro voa abaixo dos céus; mas, quem me leva debaixo das Suas asas para ver os altos Céus é Deus.
Eu queria jurar que essa paixão passaria de apenas palavras. Mas ficou apenas nas palavras. Aquelas que te disse enquanto chorava por sua indiferença ao meu amor por você.
Poesia é passarinho filhote que voa numa corrente de vento e segue, meio sem sentido, inspira no pensamento uma ode, um mote fio a fio tecido.
Há muitos pássaros e flores soporíficas em minh’ mente, sementes de papoulas...
Lindas intenções e falácias líricas, soníferos sonhos que somente tu sabes, que fulmina o tempo, germina ao vento, somente quando a primavera em setembro se abre...
Cansado como um pássaro que voa sozinho na chuva em meio a escuridão, cansado da dor que fragiliza as proximidades do meu ser, do grito ensurdecedor do mundo que ouço todos os dias e que soa-me como tambores desafinados e sem vida.
