37 poemas sobre o tempo para pensar na passagem dos dias

⁠O tempo pertence a Deus. A promessa pertence a Deus. Os planos pertencem a Deus.

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⁠Tem muita gente do mal dependente do marketing pessoal. Eles tentam o tempo todo vender uma imagem externa de sucesso e felicidade associados as suas vidas; mas se os bastidores dessa gente vierem à tona, não seriam admirados e nem seguidos pelas pessoas do bem.

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O propósito é maior que o tempo. O tempo está subordinado ao propósito, pois não é o propósito que foi feito para o tempo, mas o tempo que foi feito para o propósito (Josué 14.6-15). ⁠

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⁠Em Mateus 16.1-4, Jesus ensina que gente religiosa só consegue discernir o tempo ordinário; mas não conseguem discernir o tempo profético, o extraordinário.

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⁠Ninguém deve se sentir seguro em sua sala de estar ou amedrontado em uma UTI, pois nosso tempo é determinado por Deus e não pelas circunstâncias.

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⁠Tem situações na vida que o tempo não vai apagar da sua memoria. Tem situações que o tempo não vai resolver e nem melhorar. Em muitas situações da vida não é do tempo que precisamos, mas da intervenção de Deus.

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⁠O excesso de ocupação com as coisas da terra rouba o tempo para buscarmos as coisas do céu (Lucas 10.40-42).

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⁠Todos que se movem fora do propósito de Deus estão perdendo tempo na vida.

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⁠Quando você se volta para Deus, Ele sabe como restaurar o tempo que você perdeu quando não conhecia o seu propósito.

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⁠Acredite... Essa conversa que algumas coisas dependem do tempo ou melhoram com o tempo nem sempre é verdade. Tem situações na vida que o tempo é inútil; e quando for assim, clame ao Dono do tempo para intervir na sua vida.

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⁠Diferente da maioria dos teólogos do seu tempo e dos atuais, a teologia de John Wesley é exuberantemente soteriológica, e sem surtos epistemológicos.

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⁠Deus não existe, Deus É! O que existe pressupõe tempo, espaço e matéria. Portanto, tudo que existe foi criado, nomeado e submetido a alguma coisa. E Deus não está submetido a ninguém, pois Deus está além do tempo, do espaço e da matéria. Em nenhum lugar das Escrituras Sagradas vemos Deus dizendo: "Eu existo"! Nas Escrituras Sagradas vamos encontrar Deus dizendo: "Eu Sou"! Não cremos em Deus somente por causa das Escrituras Sagradas, mas porque Deus é majestoso, imanente, transcendente, onipotente, onisciente e poderoso.

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⁠Estamos presenciando um tempo de “igrejas” ricas cheias de pessoas pobres no rol de membros delas.

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⁠Abraão viveu a promessa na fase mais improvável de sua vida. O tempo passa, mas a fidelidade de Deus não. Gênesis 21.5.

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⁠Coisas não mudarão a sua vida. Coisas só vão te distrair por um tempo, mas logo virá novamente aquela sensação de vazio. Só o propósito que Deus estabeleceu para sua vida poderá te preencher e mudar a sua história.

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⁠Vivemos um tempo onde muitos pregadores estão pregando temas que são bíblicos, mais que não são o Evangelho da Graça.

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“OI”
Estive, já há algum tempo pensando, o que o neon tem a ver com fantasia? As luzes brincam nos nossos corpos desviam nossas atenções de mãos estendidas, de ambiguidades que de uma forma ou de outra ainda ainda chocam, porque não estão intrínsecas em tudo o que recebemos de berço. O neon brilha e tem seu fascínio, encanta a multidão e a subjetividade de cada um; e de cada solidão, engana; é o centro da cidade. A catedral imponente com suas torres, seu estilo gótico, as praças com seus artistas anônimos, as galerias com suas joias e suas lentes e cada um de nós como uma partícula única de um conjunto indecifrável de um jogo e cada gesto, cada olhar cada caminhar, cada vestir é uma linguagem, e nessa discussão do “oi, eu estou aqui” ninguém se fere ou será assassinado por absurdo que possa parecer cada presença. Até que mãos frageis de um olhar pálido de uma inanição eloquente grite por tua atenção, então a catedral badala seus sinos e o neon é como o clarão de uma bomba H arremessando seu cogumelo e estilhaçando vidraças de edifícios luxuosos, mas já nos acostumamos com esse tipo de explosões; nada que um suco e um salgado não resolva e voltamos ao fascínio do neon e ao flerte do “oi, eu estou aqui...” e mergulhamos de cabeça no consumismo que nos consome.

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Há alguns anos atrás por muito tempo eu pensei que podia voar; que seria um condor sobre o relevo fluminense; era uma ideia meio insana; parecia uma debilidade mental e assim fui intimado a uma terapia com um psiquiatra. por seis meses, duas por semana e quatro por mês frequentei a clinica do Dr Jartov hasstoff conceituado psiquiatra de descendencia russa. Passados seis meses e alguns dias, ao chegar na Clínica encontrei-a fechada; uma adolescente que reside no dificio e namora com o rapaz da cobertura, que não quis revelar seu nome , jura que viu jartov pulando da cobertura, mas seu corpo jamais foi encontrado. Acho que Jartov aprendeu a voar...

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Eu queria dizer algo sobre aquele tempo, sobre aqueles momentos, sobre o que conjecturávamos, sobre o que discutíamos, sobre o que discordávamos. Eu queria dizer alguma coisa, quando olhava os teus olhos cheios de promessas e possibilidades, que o teu sorriso tornavam acessíveis; eu queria dizer alguma coisa, quando as luzes de neon da cidade refletiam nas tuas maçãs e nas tuas franjas, e estávamos alheios às vitrines que exibiam objetos de desejos a quaisquer mortais; a vida buzinava, apitava,alarmava, as igrejas badalavam seus sinos; matrimônios e comemorações; a vida se derramava feito champanhe num drink inesquecível e embriagador com muita gente que ria, dançava, falava, olhava comia ia e vinha; era mágico e eu queria dizer alguma coisa... que se perdia em coisa alguma na evolução dos momentos, nesse pulsar indecifrável de emoções que conduz nossos destinos; eu estava sempre ali querendo dizer alguma coisa que se afogava numa surpresa, numa emoção, num novo encanto que tornaria irrelevante e inoportuno o que eu dissesse; eu queria dizer alguma coisa que expressasse o júbilo... eu quis dizer alguma coisa... eu quis sim, eu acho que quis... mas foi só isso.

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AUGUSTO E EU
Entre mim e augusto existe o tempo e a imensidão; outonos dourados que derramaram pétalas e desfolharam árvores avolumando a relva que adubaram o solo e esconderam os vestígios dos que perambularam, dos que caçaram, dos que fugiram, ou simplesmente se perderam ao acaso... em busca de um senso, de um espírito, de algo surreal que dê sentido à isso; e o que me faz pensar que eu sou augusto? Ah, eu não sei, algo, uma presunção megalomaníaca, fantasmas, os demônios que escarravam os seus poemas, os vermes... eu não sei... augusto e e, caminhamos... um pântano sinistro galhos e raízes como esqueletos dos que perecem num purgatório que habita na nossa própria essência. Alta madrugada e eu esfacelado na minha sensibilidade diante das agruras que sangram a alma de qualquer ser com fôlego e tato, diante desse cotidiano maldito; Augusto gargalha algum poema com farpas, entrementes onde estive esse tempo? este plasma indócil vagou pelos desertos da África; colhi fome, miséria e inanição; a Etiópia cingiu minh'alma e tingiu minha pele. O deserto habita o meu silencio e povoa o meu coração. augusto me olha deste abismo inexplicável de abstrações que serve de pilar à poesia; caminhamos juntos entre a lógica e o absurdo, tudo que explica perfeitamente o que não somos de uma forma coerente a se fazer dissolver o que é real nesse universo de moléculas, átomos e estrelas; mas eu tenho os meus sonhos, sonhos como chuvas, como rigorosos invernos e nessa realidade árida, só me resta chover...

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