Poemas sobre o Mundo

Cerca de 59568 poemas sobre o Mundo

O mundo do consumo é maravilhoso, mas ele não pode sacrificar os teus valores e as tuas nobres crenças, se ele te exige isso, não há dinheiro que compensa a tua falta de paz interior.

Gentileza, reciprocidade e zelo mantém a chama do amor e da humanidade num mundo onde todos que se auto-exilam em pedestais do orgulho.

A honestidade é a única luz que não busca iluminar o mundo. Mas que, por ser pura, acaba por denunciar as suas sombras.

O erro nunca esteve na verdade do mundo , mas na moldura que tentamos impor a ele .⁠

Mundo novo é aquela semente que plantamos, regamos e cuidamos para que seu nascimento seja próspero.

Todo mundo não é amigo de ninguém;
Caso não reconhecermos alguns inimigos que estão envolvendo em desrespeito, conflitualidade e insegurança no mundo; Juntos somam prejuízos morais contra vida social.

A cultura parece estranho do mundo, mas algumas pessoas não percebem isso; e a tradição parece progresso do ambiente; mas todos conseguem perceber isso.

A cultura parece uma surpresa do mundo, algumas pessoas não percebem isso; e a tradição parece uma esperança do ambiente, mas todos percebem isso.

Liberdade não é ser solto do mundo, mas é ser segurado e esperado da posição.

"Cada pessoa tem o seu mundo ,suas crenças e escolhas como sendo a mais importante para si ,por mais estranho que isso pareça para você ,não tente jamais convence la que ela deve mudar porque você não esta de acordo com as preferências e estilo vida que ela escolheu para si própria ,apenas dirija palavras sinceras a ela .O único juiz que determina quem esta certo ou errado é o TEMPO "

Não insista em ⁠amizades tóxicas, distancie-se, bloqueie, exclua e esqueça; pois o mundo é enorme e existem nele outros milhões de pessoas boas esperando por uma boa e saudável interação com você.

Toda felicidade do mundo seria inútil diante da ruína que você mesmo ergueu. Suas escolhas te esculpiram, não há retorno, e nada jamais apagará o que você se tornou.

O mundo julgou-me frágil, mostrei estrutura, as aparências deram lugar à substância, meu silêncio convence mais que palavras.

Minha voz ganhou tom de autoridade serena, falo o necessário, faço o suficiente, o mundo foi acostumando-se ao meu ritmo.

Aprendi a administrar expectativas, diminuí ruído, ampliei ação, o mundo responde ao que se faz.

Nunca tive infância. Fui lançado à pressa do mundo, obrigado a crescer antes de compreender a vida, envelheci de dentro para fora. Sonhei com uma infância que nunca existiu, um abrigo inventado para suportar a ausência do que jamais vivi. Cresci depressa demais, e no lugar dos risos ficaram apenas os ecos de um tempo que nunca foi meu.

Renasço das quedas como quem recolhe brasas e delas forja amanheceres. Carrego o peso do mundo nas costas, não por orgulho, mas porque sei que dignidade se sustenta no esforço. Não escrevo para o aplauso, minhas palavras apontam as feridas que pedem cura. Ao doar-me, faço habitável a vida do outro e, nesse gesto, reconstruo a minha. Sigo insistente, acendendo luzes onde o silêncio impera, transformando dor em exigência de justiça e sentido.

Quando o mundo parece ruína, lanço sementes de promessa nas fendas do concreto. Não me contento com o “menos-mal” trabalho para que o bem floresça realmente.
Minhas palavras são pontes, não muros, para que o outro encontre abrigo e seja visto. A cada gesto, reivindico a grandeza que habita no simples, um olhar, um toque, uma ponte. No silêncio que resiste, descubro a força de quem escolhe erguer, em vez de apenas sobreviver.

A fé é o abrigo que me sustenta quando o mundo vira tempestade. Quando a tempestade vem, a fé não nega o medo, sustenta os pés, acalma o peito e dá abrigo ao ser.

Quando o mundo desmorona, é a fé que se torna solo e ensina o coração a caminhar sobre ruínas.