Poemas sobre o Mar

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Ponte e o Mar
O Mar bateu nas pedras sem parar.
Espuma flutuante saltam como "pulsão"..
Dando-lhe graça à sua paisagem pelo ar.
Qual é o. segredo deste Costão
que esconde o Mistério da Criação?
Vitória,ilha de luz!Tudo é paixão 🥰
É por você que escrevo este refrão!
" Ilha da Gratidão"!

Maar ou Mar?
A diferença não está apenas
na sua grafia.
Maar é fenômeno natural
Estudado pelas Geociências
na Geologia e Geomorfologia
Maar é acidente geológico
assim que ele se fez!
De explosão de lava vulcânica
apenas uma vez.

Soneto da Perseverança



Não temas a tormenta que o mar levanta,
Nem o vento contrário que açoita a quilha.
Se o sonho arde em ti, que a alma o encanta,
Segue, que a glória mora além da trilha.


Que importa o escarcéu, a noite dura e fria,
Se dentro arde chama que não se apaga?
Cada queda é degrau que ao céu te guia,
Cada ferida é prova que o peito não fraqueja.


Persevera, nauta de teu próprio fado,
Que os deuses provam quem merece a palma.
Não largues o leme por cansaço ou enfado:
Quem desiste cedo, enterra a própria alma.


E quando chegares ao porto desejado,
Dirás: valeu a dor por ter ousado.

Atrai o meu coração


Atrai o meu coração
como a lua puxa o mar,
sem fazer força, sem prometer ficar.
É um chamado mudo, um doce perigo, teu olhar me encontra
antes mesmo do abrigo.


Atrai o meu coração
no silêncio do teu nome,
onde a saudade nasce
antes que a falta se some.
Te penso inteiro em pequenos detalhes, no tempo que para
quando o mundo falha.


Atrai o meu coração
com gestos tão leves,
como quem ama sem fazer alardes.
Teu toque é verso que não sei fugir,
é porto e naufrágio querendo existir.


Atrai o meu coração
— e eu deixo levar, porque
amar você é não resistir ao mar.
Se for queda, que seja no teu chão,
se for amor, que seja tua direção.

Arte de amar


Amar é aprender a nadar em mar revolto, onde o vento não pede licença e as ondas testam a coragem do peito.
Ainda assim, o coração
insisteem ficar à deriva.


O amor é arte feita sem esboço,
pincel molhado de sal e esperança,
cada toque um risco, cada erro uma nova forma de beleza.


Há noites em que o medo parece afogamento, o silêncio pesa como âncora no fundo do peito, mas até o mar mais bravo ensina
que respirar é um ato de fé.


Porque amar não mata
— transforma.
Desmonta, refaz,
ensina o corpo a flutuar.
Quem ama não foge da tempestade:
aprende a chamar o caos de casa.

A mente é um mar dentro do peito,
quando o vento das pressas sopra forte, as águas se revoltam, turvas de pensamento, e a verdade se esconde no fundo.


Mas o silêncio tem mãos pacientes.
Ele senta à beira da alma
e espera a tempestade cansar,
até que o caos vire apenas ondas.


Então tudo se aquieta.
E no espelho calmo da mente
as respostas surgem sozinhas,
como estrelas refletidas na água.

Beija-me



Verso 1
Beija-me como o vento beija o mar, sem pedir licença
Que invade suave, mas muda tudo por dentro


Como se cada toque teu apagasse o mundo
E restasse só nós dois, perdidos no mesmo instante


Verso 2
Beija-me como a noite abraça o luar, em silêncio e promessa
Com calma, como quem sabe que o tempo pode parar


E no escuro dos meus medos, acende tua luz
Me fazendo acreditar que amar também é abrigo


Verso 3
Beija-me como quem encontra o destino num instante
Sem dúvidas, sem medo, apenas entrega


Como se nossas almas já se conhecessem antes
E esse beijo fosse só o reencontro do que nunca se perdeu


Verso 4
E fica… até que esse beijo vire eternidade entre nós
Sem pressa, sem fim, só presença


Porque quando teus lábios encontram os meus
O amor deixa de ser palavra…
e vira infinito 💫

O mar é intenso, a rocha é dura,
O mar é profundo, a rocha é forte,
O mar é calmo ou revolto, a rocha é bruta e imponente,
O mar invade, a rocha aceita.

⁠Ele é poema e eu sou a canção.
Ele é amor e eu sou o esplendor.
Ele é mar e eu sou o luar.
Ele é sol e eu sou o verão.
Ele é oceano e eu sou Caetano.
Ele é o enredo e eu sou medo.
Ele é verso e eu sou antiverso.
Ele é a rima e eu sou a prosa.
Ele é divino e eu sou a comédia.
Ele é a paz escondida e eu sou a paixão jamais esquecida.
Ele é luz e eu sou o brilho.
Ele é tudo e eu sou o nada.
Ele é arte e eu sou a obra de arte.
Ele é a coisa mais favorita desse mundo e eu sou mais ele do que eu.
Nós éramos estranhos na noite até o momento em que dissemos nosso primeiro "oi".
Amantes à primeira vista.
Olhos convidativos, sorriso emocionante e coração valente, verdadeiro e sincero
Ele sempre será pra te dizer, por toda a minha vida.
Afinal de contas, mal sabíamos que o amor estava apenas a um olhar de distância, ao meu (nosso) lado, digo frente a frente.

⁠Amar
Cantar na beira do mar
Louvar o luar ao seu coroar
Brilhar o sorriso ao se multiplicar
Me entoutece as paradigmas forjadas
A beleza de apreender, levou-me a escassez, a sofreguidão e ternura do tempo perdido ao guardar-me as palavras de amor.
Hoje, mais do que ontem, me nasceu o dom,
Em vez de meras falas de paixão,
Eu as escrevo carinhosamente com a tinta da eternidade e da semeadura,
Bem é amar
Amor que vive em mim, vem visitar, colorir e sorrir
Se eu deixar meus sentimentos gritarem em silêncio, elas vão, mais do que nunca, me sufocar agonizantemente.

⁠No abraço dela encontro lar,
Em seus olhos, o mar a navegar.
Amar é poesia, é doce melodia,
Nos versos da vida, nossa sinfonia.

Seu toque, um verso suave,
Em cada palavra, um laço que grave.
No coração, um turbilhão de emoção,
Em seu amor, minha eterna canção.

No calor do seu abraço, meu desejo favorito,
No seu sorriso, meu lugar predileto.
Em cada beijo, a poesia se faz presente,
Em cada gesto, o amor reluzente.

Amar é assim, poeticamente intenso,
Um encontro de almas, um doce consentimento.
Em cada verso deste poema, eu te celebro,
Pois contigo, meu amor, sou completo.

Se o desejo é transformar
Ribeirão em braço de mar,
Misterioso é o caminho
Que na fonte vai desaguar.

Aonde nasce o ser,
Lá se encontra o segredo
De um coração a bater,
Num compasso de enredo.

Perceba, oh alma querida,
Que nas águas desse amar,
Meu peito pulsa em vida,
Só por ti, a suspirar.

Se o ribeirão quer se expandir,
E ao oceano se entregar,
É teu amor que vai surgir,
Para sempre me encantar.

Me perco toda vez que te vejo,
como o rio que esquece o caminho do mar.
Sem você, não há verso nem desejo,
a canção não aprende a rimar.


Teus olhos — castanhos, calmos, inteiros —
guardam o outono em pleno verão.
Neles, o tempo adormece primeiro,
e o amor desperta em contramão.


Você é o sopro que o tempo espera,
a brisa que volta só pra tocar.
Inspira meus sonhos, tempera a quimera,
ensina a saudade a dançar.


Há um azul escondido no brilho moreno,
um silêncio que sabe cantar.
Mergulho nele, pequeno e pleno,
só pra esquecer de voltar.


E se amar for mesmo um risco incerto,
que o vento leve o que for razão.
Prefiro seguir de peito aberto,
com você no centro da canção.


Se o mundo apagar a retina,
ficarei nos teus olhos — castanha e sina.

Moooooooo,


Me perco toda vez que te vejo,
como o rio que esquece o caminho do mar.
Sem você, não há verso nem desejo,
a canção não aprende a rimar.


Você é o sopro que o tempo espera,
a brisa que volta só pra tocar.
Inspira meus sonhos, tempera a quimera,
ensina a saudade a dançar.


Há um azul em teus olhos, tão sereno,
que o céu se curva pra te imitar.
Mergulho nele, pequeno e pleno,
só pra esquecer de voltar.


E se amar for mesmo um risco incerto,
que o vento leve o que for razão.
Prefiro seguir de peito aberto,
com você no centro da canção.

⁠Gosto de andar na praia.
Ouvir o barulho do mar.
Gosto de contar estrelas.
Fazer as escolhas certas.
Isso, sim, é Prosperar.

*O MAR.*𓇼𓂃 ོ☼𓂃


Desembarquei em Maceió com a dor na garupa, e pouco espaço na mala
Cheguei eu e minha dor
E o Atlântico não perguntou quem éramos.
Apenas abriu os braços de sal e espuma:
"Entrem"
Aqui todo pranto é sagrado.
Gritou o mar, salgado


Tirei os sapatos gastos de giz e estrada,
E a areia quente curou sem prometer milagre.
Dor sentou-se ao meu lado, calada pela primeira vez, não doía.
Contando conchas, não mais minhas cicatrizes.


"Então é aqui que finda a guerra?", ele me olha.
Com olhos de quem já foi alto e agora é quase maresia
"Não", respondo ao mar, "aqui é onde começa a trégua.
Onde aprendo que tu não és corrente, és maré."


Porque descobri, de pés no oceano,
Que paz não é silêncio, é barulho de onda.
Não é ausência de ti, dor,
É saber que até tu sabes boiar.


Então, hoje, sorrio com os olhos e com o cerne,
Porque a essência que um dia se esvaiu,
Voltou trazida pela maré,
Mais salgada, mais forte, mais inteira.


E a dor?
Ah, a dor agora tira fotos do pôr do sol comigo.
Com o mar assistindo do seu esplendor infinito....⊹ ࣪ ﹏𓊝﹏𓂁﹏⊹ ࣪ ˖

Arrumar a casa, organizar as gavetas e, principalmente, pôr os pensamentos em ordem.
A vida é maravilhosa nos seus altos e baixos, então só priorize as coisas boas. Não que você tenha que deletar tudo de ruim que já viveu, até então eles têm que estar presentes em algum momento para te servir de aprendizagem, para você saber onde esteve, onde se encontra e principalmente para onde quer ir!
Então siga firme no seu propósito
Limpar a casa é desatar os nós da mente. O passado não deve ser apagado, mas transformado em aprendizado para guiar nossos próximos passos. Com força, foco e fé, o propósito se realiza.


Feliz semana ☕ 🍀 💟


Força 💪 foco 👁️ e Fé 🙏 💕

Encontrando Jesus


Um barquinho de esperança...
num mar de incertezas...
a vida ao sabor das ondas...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá...
Dia e noite, noite e dia...
tenta preencher sua vida de alegrias vazia...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá...
monotonia, monotonia, monotonia...
a única certeza: a morte
Encontrar Jesus seria sua maior sorte...
pra lá... pra cá... pra lá... pra cá... pra lá...
Em um mar vasto, as dúvidas se perdem,
navegando está um barquinho de esperança serena,
ondas macias, seguras, serenas... acalmam o peito aflito,
guiado pela luz doce do amor de Jesus.
Cada balanço é cuidado divino, é o amor mais sublime a nos abraçar...
afasta tempestades pra bem longe, bem longe, traz paz ao caminho... soa como um afago... um doce carinho.
No silêncio da alma, um suspiro de fé...
um refúgio tranquilo onde a vida pode tranquilamente repousar.
Jesus, mestre das águas, farol no horizonte,
faz do medo brisa e do desespero canção,
em seu barco de bênçãos, navegamos confiantes,
até o porto seguro de eterno verão.
Se você não O encontrar... vai lhe tragar a morte.
Que falta de sorte!
E fim.

Eu não sobrevivo a tempestade.
Eu durmo nela, porque tem
Quem acalma o mar.
Van Escher

⁠no mar profundo seus ossos são parte integrante de um navio que navegante foi até o final do horizonte e afundou quando suspiros eram o amor.


Por Celso Roberto Nadilo