Poemas sobre Luar

Cerca de 1550 poemas sobre Luar

“Poesia nas estações”

— Sou feita de PRIMAVERA, que
desabrocha a luz do luar
— Recorro à solidão para poetizar!
— Sonho poder congelar o tempo para resguardar e perpetuar o momento!
— Me encanto com jardins floridos, um convite ao colibri!
— Visto o melhor sorriso, e saio por aí,
a espalhar ternura, e assim
fechar brechas e fendas, do rancor e da amargura!

— Sou feita de VERÃO, raios de sol, à embelezar!… bronzear!… poetizar!…
— Feito a água do mar beijando areia
— Feito o frescor da brisa, numa
noite de lua cheia, embelezando o céu estrelado,
em um momento de ilusão,
penso até ter visto uma sereia!

— Sou feita de OUTONO, que enxerga a beleza na natureza, das folhas secas pairando no ar, que voam pra lá e pra cá,
acredito que elas são amantes dos poetas, e os seduzem a poetizar!

— Sou feita de INVERNO, a estação dos abraços prolongados!
— Do vento que assovia tinindo, pra todo (lado)
— Da chuva mansinha, da garoa fria que chega plácida.
— Quando o frio se põe entediante, poetizamos, para torná-lo interessante!

Rosely Meirelles

⁠Como o luar,
Do Golfo Pérsico,
Que acende a escuridão,
Do árido deserto,
E de um ávido coração,
Que sempre te admirará,

⁠Garota Hipnotizante

Mergulho em teus olhos
Lindos mares e rios
São feitos
Vejo o brilhar do luar
O nascer das imagens
Estrelares
Nos teus olhares
Ó Garota Hipnotizante
Tuas curvas perigosas
Sinuosas
Me atraem
Onde quero estar
É possível ficar
Não irei brincar
Quero sentir o tocar
Carnoso da tua pele macia
O teu cheiro o teu odor
Sentir prazeroso
De estar poderoso
Giro estrelar sou
Tu és a estrela
Que tanto sigo
Em muitas direções
360 diria
Ó Garota Hipnotizante.

⁠Gostos

Ele, o sol
Eu, o luar

Ele, o frio
Eu, o calor

Ele, o preto
Eu, o vermelho

Ele, o azedo
Eu, o mel

Ele, o vinho
Eu, o suco

Ele, o ar
Eu, o mar

Ele, o tormento
Eu, o silêncio

Ele, eu
Eu, ele...
mistura perfeita.

Liziane.

Arrependimento

⁠Poeta solitário, que brila na luz do luar, diga o que vc estar a sentir sem medo do amanhã e sem contar as consequências, viva tudo o que tem pra viver, para não viver com arrependimentos.

⁠O BEIJO DO BEIJA-FLOR.
© Luciana Tani

Sob a luz do luar,
Em noite de Lua* Cheia,
Eu procuro no brilho daquela estrela,
A resposta da minha tristeza.
Ofereço o meu melhor:
O mais sincero e puro
Sorriso de mulher.
E com olhar triste de menina,
Eis que surge, mais uma estrela.
O dia amanheceu,
A estrela mais linda nasceu:
O Sol! Escaldante, queimou meu corpo,
E aqueceu minh’alma.
Seu lindo brilho ofuscou meu olhar.
E no calor dessa emoção, sinto o beijo suave do Beija-flor,
Me beijando com muito amor.

⁠Pra quem quiser ver e ler, o meu luar é de lua cheia que clareia os contornos do caminho onde coloco meus pés.
Se deixo pegadas não sei, mas se me enxergas é porque me acompanhas.
Sou clara no escuro do mundo que rejeitas.

⁠Sou o eco das risadas que encheram o ar,
Das conversas sussurradas ao luar.
Sou o cantar das canções que embalaram corações,
E das promessas feitas em noites de paixões.

Mas também sou testemunha do tempo que passou,
De quem partiu e não mais voltou.
Carrego a saudade que aperta o peito,
E o vazio deixado por quem já não está por perto.

Ah! plangentes violões dormentes, mornos,
Soluços ao luar, choros ao vento...
Tristes perfis, os mais vagos contornos,
Bocas murmurejantes de lamento.
Noites de além, remotas, que eu recordo,
Noites de solidão, noites remotas
Que nos azuis da Fantasia bordo,
Vou constelando de visões ignotas.
Sutis palpitações à luz da lua,
Anseio dos momentos mais saudosos,
Quando lá choram na deserta rua
As cordas vivas dos violões chorosos.
(...)
Vozes veladas, veludosas vozes,
Volúpias dos violões, vozes veladas,
Vagam nos velhos vórtices velozes
Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.
Tudo nas cordas dos violões ecoa
E vibra e se contorce no ar, convulso...
Tudo na noite, tudo clama e voa
Sob a febril agitação de um pulso.
Que esses violões nevoentos e tristonhos
São ilhas de degredo atroz, funéreo,
Para onde vão, fatigadas do sonho,
Almas que se abismaram no mistério.
Sons perdidos, nostálgicos, secretos,
Finas, diluídas, vaporosas brumas,
Longo desolamento dos inquietos
Navios a vagar à flor de espumas.

"escrevo versos de amor ..
escrevo estrelas luar e romance..
escrevo mil palavras e canções ..
mas o que esta escrito nas entrelinhas do meu coração é mais lindo que mil poemas de amor e todas as rosas do jardim do amor!!
Está escrito a fogo paixão e magia ...
marcado pelo brilho do seu olhar e o sorriso mais encantador que uma noite de luar pode me brindar..."

Versos entrelinhas e rosas.
Jeran Del'Luna - O Gitano⁠

sobre o luar
lembranças me vêem
e lágrimas rolam
sobre o sol
lembro do seu sorriso
quando percebo que choro
lembro do seu abraço
quando dizem que o tempo cicatriza
sei que nunca irá
se for sobre você
não quero me esquecer
quero me lembrar
daqueles dias
que estávamos em desacordo
dos que brigamos
mas também quando sorrimos
principalmente do seu
do seu sorrisos á lágrimas
de seus momentos importantes e embaraçosos
de sua vida que acompanhei de perto
e quando te vê de novo
te contarei o quanto falta me fez
e darei um abraço com lágrimas no rosto.

⁠sobre luar brilhante
te procuro em meus sonhos
mas quando não te encontro
choro por mil dias
sobre coração partido
sei que não mais te encontrarei

⁠Abstrato meus sentimentos
E deixo submergir ao luar
Que me faz lembrar da brisa e da sua voz dizendo "ei volta, ei acorda, fala comigo"
Seu leve aroma me lembra a leveza do luar
Seu olhar me lembra o fulgor
Seu toque me leva ao veredcito ilógico
E as nuvens me lembram suas curvas
Sou acato a sua lábia
Estou aluado por sua graça
Me permita ser dominado por seu âmago
Me permita capturar seu profundo ser
Meu eixo está baldio
Mas quero entumecer em suas mãos
Feiticeira cognitiva
Me rege me possua
Quero ser acato a suas ordens
Quero lhe dar grande regalo
Sou breviloquente no que digo
Mas é tudo com grande veracidade ...

⁠Noite bela quanto
esbelta transforme
a minha escuridão
com seu majestoso
Brilho de seu luar

Molde meus
Profundos sonhos
Com sua linda sinfonia
Só acordarei a me
Despedir e me etristecerei
Ao seu partir

Luar de Esperança


Na brisa suave da noite calma,
As estrelas dançam, sussurram em alma.
O luar se espalha, um manto prateado,
Desperta em nós sonhos, um canto encantado.


Caminhos de sombra, segredos guardados,
Nos olhos da brisa, mistérios revelados.
Sementes de amor brotam em cada olhar,
E a vida se tece, um eterno despertar.


As flores se abrem, perfumam o ar,
A natureza canta, convida a sonhar.
Em cada suspiro, um verso se forma,
Na sinfonia da vida, a esperança transforma.


E quando a aurora desponta no céu,
O sol traz consigo o calor do véu.
Que a luz nos guie, que a paz nos abrace,
Neste poema eterno, onde o amor nunca cesse.

Leriano perêirah

Perdida no luar dos seus olhos
Embriagada no carisma de seu sorriso
Alucinada nas curvas de seu corpo...
Sem dúvidas: É de você que preciso!

LUA MEU LUAR
Lua, meu luar, fico te olhando e pensando...
Até onde vai este teu brilho
Quantos são os que te veem?
Quisera todos te vissem, te venerassem
Mas poucos são os que tem olhos para ti
E quando te veem não conseguem dimensionar tua beleza
És linda, majestosa, encantadora
Inspiras os poetas,
Alegras as noites dos velejantes,,
O aconchego dos namorados,
Presencias as intrigas de amor,
Os encontros clandestinos.
És cúmplice, és presente, silenciosa,
Lua do passatempo e do acaso
Lua de chuva.
Lua de sol.
Lua do triste
Lua das estações
Lua das alegrias sem fim
Lua do vovô e da vovó
Lua do fazendeiro
Do viajante nas madrugadas,
Lua do jardim
Lua das gestações do amor
Irresistível, incomparável, celebrativa
Me perco nesta tua beleza
Me faltam palavras pra te descrever
Me rendo totalmente ao teu fascínio
Fico cada vez mais encantado,
Com tua beleza, com teu legado
Os anos passam, envelheço
Tu és a mesma, imutável, a mim fascinas
E sempre me deixas por ti mais apaixonado
Lua meu Luar!

O Luar
Encontra-se no reflexo do meu olhar,
Aquele brilho incomparável,
Nesta noite incontestável.
Espero a minha inspiração,
Você, minha grande paixão.
Emoção ao encontrá-lo,
Corpo pulsante, eletrizado.
No Luar,
Tudo pode clarear,
Despertando um sentimento,
Um reservado pensamento.
Escondendo um segredo,
Que notavelmente descobrirá.
Tinha medo,
Mas agora saberás.
Ao término do beijo,
Declaro perante o desfecho,
Amo-te.

Ecos de um Amor Esquecido

Nessa noite de luar, sinto em mim o peso do desejo,
te penso a cada instante, como uma memória que insiste,
flutuante, dolorida, marcada para sempre em minha pele.

Nosso amor terminou cedo demais,
foi rápido como um sopro —
mas cada momento foi encantador,
cada segundo um feitiço que hoje me atormenta.

Recordo da nossa pequena Eloá,
me chamando de pai —
uma princesa que me transformou,
que despertou em mim um homem diferente.

As tardes em família,
os almoços de domingo,
instantes que pareciam eternos,
mas que se despedaçaram
como vidro lançado ao chão.

A ti me entreguei por inteiro,
me dediquei sem reservas,
te ofereci meu coração.
E, no entanto,
fui para ti apenas uma folha de papel:
usada, rabiscada, amassada
e depois jogada fora.

Dói-me o peito admitir —
todo o amor que carreguei foi em vão.
Hoje, no lugar dos sorrisos, restam cacos de um coração quebrado,
resta apenas a solidão.

Me tornei para ti uma canção esquecida,
que já foi sucesso por um instante,
mas que agora jaz empoeirada,
silenciosa no esquecimento do tempo.

Sou para ti apenas passado,
um coitado sem valor —
mas ainda guardo em mim
o peso cruel da lembrança.

Saibas:
o que vivemos jamais terá volta.
O que foi amor agora é cicatriz.
A dor que carrego não é rancor,
mas um luto sem fim.

Seguimos caminhos distintos,
mas um grande amor nunca morre —
ele permanece,
gravado na carne, cravado no peito.
E, mesmo na ruína,
por ti ainda carrego respeito.

Autor: Douglas Pas

CÂNTICO DE MEL E LUAR






Na curva da noite, sob luas cintilantes,
caminhou um menino, guardião dos instantes.


Nas mãos trazia versos, nas pálpebras luar,Encontro
seu canto era vento, seu passo era mar.


Do outro horizonte, uma menina surgia,
com auroras nos olhos, perfume e poesia.
No toque do olhar, nasceram caminhos,
duas almas errantes, não mais sozinhos.


Et verbum fit lux, et lux fit amor,
e nascia um canto, eterno primor.