Poemas sobre Estudar
Um autodidata é um arrogante pela sua própria ignorância... De não estudar e mesmo assim saber do que não precisa saber...
O processo de estudar, despertou o essencial em mim com alegria
A doutrina da educação e a disciplina da vida!
Querer estudar e se formar para mostrar ou provar pros outros que você é boa o suficiente é uma atitude tão tola quanto pagar um show caro e ficar lá no fundão só para dizer que foi.
Mantenha o hábito de estudar constantemente, pois se trata do esquema tático ideal para ajudá-lo a concretizar os seus sonhos.
Todos querem ser heróis durante os desastres, mas poucos se dispõem a estudar para se tornarem profissionais em gestão de riscos e desastres.
Estudar é a chave que abre portas para o conhecimento, enquanto buscar crescimento financeiro é o caminho que nos leva a uma vida de oportunidades e liberdade.
A vida é marcada pelas escolhas que fazemos ao longo dos anos. Estudar ao invés de diversão por exemplo já definiu o destino de muitos que conseguiram bons cargos na sociedade. Existe também o fator sorte, mas gosto de acreditar que a sorte acompanha aqueles que tem a coragem de arriscar algo a mais. Sendo assim, no final, seremos vistos como aquele que não arriscou, aquele que arriscou e não conseguiu ou como aquele que acreditou e chegou lá? Quem você quer ser?
Saber é a conquista do que se busca ao estudar; é o justo pagamento do assalariado; é a medalha recebida pelo atleta que tanto à almejava; ou mesmo um tesouro perdido, agora achado pelo seu ansioso pirata.
Se para ser advogado precisa estudar Direito, pq então mtos advogados são piores que bandidos para embromar e passar a perna nos clientes, sem nenhuma empatia, coisa de caráter ou coisa de docência?
Estudar psicologia é como preparar uma panela de pipoca. Dentro da panela está cheio de inúmeros grãos de milho. Sabe-se que uns vão estourar antes, outros depois e alguns não vão estourar. Quando a panela estiver pronta e cheia, pega-se cada pipoca isoladamente e percebe-se que elas se parecem muito umas com as outras, mas cada uma é única, pois possuem um formato único, singular. Outra coisa é que elas não se encaixam umas nas outras. Pipocas não foram feitas para se encaixar umas nas outras. Isto revela seu caráter personalíssimo, ou seja, muitas vezes, não se encaixar é que a torna tão interessante e peculiar. Você pode até analisar e visualizar cada pipoca isoladamente, mas todas elas dentro da panela parecem todas iguais. O mínimo que se desejaria seria que houvesse um caldo grosso e doce que unisse todas estas pipocas e lhes desse um formato bem definido, que lhes desse uma interpretação e significado únicos. Como se pudéssemos identificar e orientar o talento de cada uma delas, a sua singularidade, o seu ineditismo. Mas as teorias se revestem de uma grande pretensão: que fosse possível analisar o grão de pipoca de forma objetiva e colocar-lhe um rótulo, tornar o mutável em algo fixo, que não surpreende em nada, previsível, algo que tem um comportamento e existência dentro dos padrões. Contudo, a utopia (de preservar a autenticidade de cada grão) parece muito incômoda, pois pelo visto ninguém está interessado em compreender a pipoca e seu papel essencial de transformação, mas sim, apenas, em comê-la.
Você pode estudar Deus através de tudo e todos no Universo, para descobrir que Deus não está confinado em uma mesquita, sinagoga ou igreja. Mas se você ainda têm necessidade de saber onde exatamente é a sua morada, existe apenas um lugar para olhar em sua busca: no coração de quem ama verdadeiramente.
Se não quiser estudar, trabalhe. Se não quiser trabalhar, vagabundeie. Mas seja um vagabundo produtivo.
Na vida, procure estudar diversos assuntos, procure o ensino de diversos conhecimentos, mas acima de tudo, procure aprender um pouco pelo menos.
Em 1729, comecei não apenas a ler, mas a estudar a Bíblia, como único padrão de verdade e o único modelo de religião pura. A partir daí vi, com clareza cada vez maior, a necessidade indispensável de ter "a mente de Cristo" (1° Co 2.16) e de "andar assim como Ele andou" (1° João 2.6).
