Poemas sobre Doença
“A maior doença do idoso muitas vezes é a solidão. A velhice é sinal de sabedoria e nunca de discriminação.”
Da energia nuclear não se pode fazer uso nem mesmo para o progresso, quanto mais para curar doenças.
As doenças psíquicas tornaram-se quase ordinárias no nosso tempo porque o sujeito foi lançado num campo que exige resposta contínua: produzir, aparecer, interpretar, escolher, otimizar — sempre mais, sempre agora. Nesse ritmo, foi-lhe negado o intervalo onde a experiência se decanta e ganha forma. Sem pausa, não há assimilação; sem assimilação, não há consistência. E o que não se sustenta por dentro acaba por ruir em silêncio — ainda que, por fora, permaneça funcional.
A matrix tenta qualificar o autismo como uma doença mas não é, e sim uma supercapacidade atemporal de atenção, foco e velocidade. A inicio quase sempre todo portador desta capacidade, silencia se por que está de certa forma aprendendo consigo mesmo, a acalmar a mente no complexo processo de ir e vir, múltiplas vezes. Pois só depois deste aprendizado interior, cada um conseguirá dar saltos quânticos celebrais e voltar, sem perder a própria identidade afetiva e emocional, tão importante a eles, dos diferentes encorajadores ao seu redor.
“Cuidar do enfermo não é apenas tratar a doença, mas sustentar a dignidade de quem, mesmo fragilizado, continua sendo inteiro.” - Leonardo Azevedo.
Depressão é uma das doenças mais conhecidas do século atual, mas na minha época nunca se ouviu falar dela e se tínhamos éramos curados através das responsabilidades (im)postas ou mesmo com uma pisa bem dada! Contudo, nunca tivemos tempo de tê-la!
"A carência de virtude nas pessoas é a maior doença do século. Elas maltratam quem faz o bem porque já perderam a capacidade de reconhecer o que é ser um homem de honra."
"Quem maltrata por prazer não tem poder, tem doença na alma. O verdadeiro forte estende a mão; o covarde usa o silêncio para ferir."
Nem toda reação estranha em seu corpo é doença,
muitas vezes é sua imunidade expulsando invasores do seu organismo!
A infância não foi um jardim, foi um campo minado de acidentes, um leito gelado de doenças e um cemitério precoce de perdas inimagináveis. Mas o pior não estava no sangue ou no luto; o verdadeiro trauma veio na frieza cortante da negação. Fui gerado, mas não acreditado. A pessoa que me trouxe à luz se tornou o meu juiz mais severo, o espelho da indiferença que me tratava como sombra. Essa voz, a que deveria ter sido o meu alicerce, martelava a sentença mais cruel na minha cabeça infantil: eu nunca seria alguém. Eu estava condenado à infelicidade antes mesmo de ter chance de viver. E essa semente... Ah, essa semente perversa. Ela não morreu. Ela se transformou num arbusto espinhento com garras de ferro. Cresceu no solo árido da rejeição, no pedregal da alma, e hoje, é uma mata fechada dentro de mim. Suas raízes profundas não são superficiais, são nervos expostos, enroscadas no âmago do meu ser. Arrancá-las é impossível. O que resta é a luta diária para não ser estrangulado pelos seus ramos gélidos.
Cadê os imitadores de Jesus? Tô precisando de vinho, pão e peixes, quero curar minhas doenças crônicas, inclusive preciso ressuscitar meu vizinho que me devia uma fortuna.
A individualidade e uma doença tão grave quanto, a ignorância, a falta de cultura, a falta de atitude e a falta de reconhecimento.
Dançar tornou-se minha sina!! Ou minha doença o dia que não danço passo mal!! já levanto todos os dias fazendo Tendu , Pliê e alongando as costas!!!!!
Que nossa única doença seja amar e que minha única cura seja você. E se eu não lhe ter, que eu morra de amor.
Vamos imaginar que uns não desejam o mal dos outros por causa da doença pegajosa ao dinheiro e ao poder, por saberem que, o que lhes pertencem por direito já lhes são demasiadamente suficientes.
