Poemas sobre arte

Cerca de 8582 poemas sobre arte

Arte o domínio da existência
Preste atenção : Ela vai dominar o mundo.
Utilize_se dela da melhor forma, para fazer do planeta ,o melhor lugar para se existir!
.

Arquivar é arte.
Printar é prova.
Digerir com café é ritual.☕


_Van Escher

Estrutura cultural...
Mais valia ainda depois de muitos anos a arte expressa o abismo social.
Muitas vezes a crédito da existência
Torna se objeto transformação da pobreza extrema.

Na arte teu sono meu sonho.
Aberto meus pensamentos fragmentos de meus sentimentos.
Longis meu sonho cobra o preço terminal de alma perdida por amor definho em teus lábios sois o amanhã...
Tão profundo quanto mares deste mundo pujante floresce no meu coração...
Frio na escuridão dentro do corpo mantém a vida.
Para nuvens do céu encontrei o sol mais nunca o toquei pois minhas asas de cera derretem sobre mar repouso do seu lados espero anoitecer para cantar o luar te ver na madrugada.

O barro que foi feito para se moldar....
Para esculpir... para fazer arte....
Ontem e a 3 anos atrás ceifaram vidas...
A mesma mão do homem que constroi.. esculpe.. faz arte....
Essas mesmas mãos destroem....
O Barro é vida... hoje é morte..
Culpa da ganância... culpa da desordem...
Culpa da irresponsabilidade... culpa da falta de respeito com as pessoas...
Ontem fui luto.. a 3 anos atras fui luto..
E enquanto a vida for tratada com desprezo..com descaso... continuarei sendo luto...
Fecham os olhos... fingem que se importam...
Mas a vida é um sopro... até quando? Até quando? Até morrer mais inocentes nas mãos dos sem carater..
Será mesmo que a vida VALE alguma coisa?
Pra esses poderosos que se acham donos de tudo... a vida não vale nada..
Hoje sò meu silêncio...
#Luto Mariana
#luto brumadinho....

“ O seu Ser é precioso.
Olhe para a natureza,
olhe para a arte
e veja o reflexo
da sua própria
Beleza.”

O ninja mais poderoso não é aquele que some na escuridão, mas quem domina a arte de existir invisível dentro de si mesmo.


EduardoSantiago

O ar é livre,
E nem a ti pertence,
Agora a Arte,
Enquanto não assinada,
Pode ser modestamente sua,
Quando assina sua autoria,
Perde o domínio, o controle,
Solta a criação ao mundo,
Nem mas a ti convence.

Perguntaram-me o que é arte. Ouviu-se de mim silêncio; não um, mas o silêncio, do tipo que tanto tememos, mas que, por vezes, é a única resposta que temos.

O mesmo silêncio que preenche o universo em que vivemos, que se esconde nas palavras que não dissemos, que, como um véu, cobre a pureza das estrelas. Sim, foi este o meu silêncio.

O mesmo silêncio de uma árvore que tomba no deserto, sem ninguém para escutá-la; o silêncio que faz da arte, arte para nossas almas.

A arte não pode ser definida, deve-se ser contemplada. Por isso, ouviu-se de mim o silêncio, pois...

Como hei de explicar a arte?

A arte e a música brasileira produzidas a partir da década de 1980, especialmente o rock e o metal, carregavam consigo marcas profundas da resistência e da indignação contra os anos de repressão impostos pela ditadura. A fúria presente nas letras, nos instrumentos e nas atitudes não era apenas estética: representava a necessidade de uma geração de recuperar a liberdade de expressão e confrontar uma sociedade que havia sido silenciada.
O rock e o metal tornaram-se, portanto, manifestações de inconformismo social e político. Eram vozes que transformavam revolta em arte, questionando autoridades, costumes e estruturas sociais. Mais do que simples entretenimento, aquela produção artística refletia o desejo coletivo de romper com o medo e recuperar o direito de pensar, criticar e existir livremente.


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sorrir é arte dos fortes
sorrir é arma dos combatentes da vida
sorrir é a cura da decepçao
sorrir é viver, viver e viver

⁠"Companheirismo é a arte de navegar juntos pelos mares da vida.
É escolher ancorar no porto seguro do outro, sempre que as ondas ameaçarem."

Roberto Ikeda

Em um mundo de tetos de vidro e mãos cheias de pedras, ser autêntica é uma arte.


Nem todo mundo vai compreender sua essência, suas escolhas ou a forma como você enxerga a vida. Algumas pessoas se incomodam quando você não se curva, quando não aceita menos do que merece e, principalmente, quando continua sendo você mesma apesar das tentativas de te colocar em uma caixa.


Os tetos de vidro existem para fazer você acreditar que não pode ir além. As pedras aparecem quando você decide provar que pode.


Mas eu aprendi que não preciso quebrar ninguém para crescer, nem diminuir minha luz para que os outros se sintam confortáveis. Carrego meus princípios, meus valores e a consciência tranquila de quem sabe quais são suas intenções.


Ser autêntica não significa ser perfeita. Significa não abandonar quem você é para ser aceita.


E talvez essa seja uma das maiores formas de liberdade: caminhar em paz, mesmo quando existem olhos julgando, mãos apontando e pedras pelo caminho.


Porque quem conhece o próprio coração não precisa viver tentando convencer o mundo sobre quem é.

Perdoar é uma arte:
Uma vez que feita, permanece.
Cada vez que lembrada, a dor fica dentro dela.

A Arte da Necrofagia


O homem já não caça.


Habita corredores de luz artificial,
onde cadáveres repousam
sob o brilho estéril das vitrines.


Não há grito.
Não há perseguição.
Não há olhos fitando olhos
antes do fim.


A morte lhe chega limpa.


Lavada em conservantes,
selada a vácuo,
temperada com ervas
para que a consciência
não reconheça o odor da ruína.


E então mastiga.


Mastiga distraído,
enquanto conversa sobre o tempo,
sobre dinheiro,
sobre a próxima manhã.


Como se não houvesse um corpo
silenciosamente desfeito
entre seus dentes.


Há um necrófago refinado
sentado à mesa da civilização.


Usa perfume,
traja linho,
ergue taças em celebração
sobre túmulos invisíveis.


Especializou-se na arte
de consumir a morte
sem precisar contemplá-la.


Porque o homem moderno
não suporta o peso daquilo que devora.


Por isso cobre o cadáver com molhos,
renomeia músculos como iguarias,
transforma vísceras em tradição
e sangue em mercado.


O abutre, ao menos,
desce faminto sobre a carne exposta
e não profana a verdade do apodrecimento.


Mas o homem…
o homem embalsama a própria cegueira
e, com requinte, a serve quente no jantar.

Viver uma vida inteira produzindo arte é uma jornada de renascimento contínuo. A cada novo dia, temos a capacidade de nos reinventar e descobrir novos caminhos. É através dessa constante renovação que encontramos a verdadeira essência da nossa existência, explorando o potencial infinito que reside dentro de nós. Assim, moldamos nosso destino e abrimos as portas para um futuro repleto de possibilidades e crescimento pessoal.


A arte de ser igual e parecer diferente. De ser o mesmo e ter tantas faces, de me transformar em todos meus sonhos e viver umas vezes uma realidade não tão sonhada. De ser e existir da forma que escolhi e que me sinto bem, mas também de reproduzir as dores e os amores que me afloram a alma.
No meu olhar você vê simplicidade, no meu sorriso um brilho de espontaneidade, mas na minha arte, nessa vc vê toda verdade que posso transportar e a indescritível sensação de trilhar um caminho que faz sentido para a nossa essência. O sabor de cada pequena conquista é doce como mel, e, por mais desafiadoras que sejam as curvas da jornada, cada obstáculo superado traz consigo a certeza de estar no rumo certo. E não há maior motivação do que saber que a fé em Deus e confiança depositada em meu trabalho não foram em vão."






Militão dos Santos


Recife, 15/06/2026

A Arte de Contornar


A pedra conhece apenas o lugar onde está.
A água conhece todos os caminhos por onde pode passar.


A pedra conhece a firmeza.
A água conhece o destino.
Uma guarda o mesmo chão.
A outra aprende todos os contornos.


A pedra acredita que deter é vencer.
A água sorri.
Ela sabe que nenhum obstáculo resiste a quem nunca deixou de seguir.

Oh, Lua,
Divina obra de arte,
Tua simplicidade incentiva
A amar, a refletir sobre a vida,
Cativas com o Teu Luar
Deixando a noite ainda mais linda.

Normal é admirar-te,
surreal é a tua beleza,
é como estar diante
de uma obra arte,
uma bela amostra
da natureza.

⁠Exuberante arte celeste
de um sol majestoso,
de uma grandeza que não mede
bem diante dos meus olhos.