Poemas sobre Alma
Quando as ondas do mar tocarem tua alma,
Entenda que é preciso ter calma.
E se o sol não vier amanhã, mesmo assim,
Quero ter você bem perto de mim.
Feliz Dia das Mães
Ser mãe é se doar de corpo, alma e coração,
Ser mãe é esquecer de ser feliz para fazer alguém feliz,
Ser mãe é carregar seu sonho nos braços e desejar nunca mais acordar,
Ser mãe é sentir a plenitude da vida em suas mãos.
Ser mãe é ser infinitamente feliz!
Ser mãe é se sentir plena e absoluta!
PALAVRAS
Palavras que ferem,
que deixam marcas.
Palavras duras,
que machucam a alma sem a gente perceber.
Palavras de alegria,
que fazem a nossa vida transbordar de emoção.
Palavras ditas em silêncio,
mas que falam mais que mil palavras.
Palavras de incentivo,
que dão forças para lutar.
Palavras de carinho,
que fazem o coração se acalmar.
Palavras de conforto,
que consolam no momento de dor.
Palavras de esperança,
que não deixam a gente desistir,
quando não encontramos mais forças para continuar...
Sabemos que encontramos o amor quando dói lá dentro do peito, dói a alma só de imaginar-se sem ele;
Sabemos que encontramos o amor quando nada e tudo nos leva a pensar nele;
Sabemos que encontramos o amor quando as coisas mais simples se tornam grandes nele;
Sabemos que encontramos o amor quando nada mais supera ele.
Meus instintos me insistem nesse espírito quase que extinto.
Minha alma só paira quando a forte energia a acalma.
Insanos proibidos, do real ao imortal, sobrevivo sem final.
Conspiração cruzada, ação não pensada, coração na função.
Criatura perfeita só o diabo;
o único que te quer de verdade,
em carne e alma,
só não espere compaixão.
Me responde uma coisa?
-Sim
- Porque toda vez que você vai embora, você leva metade da minha alma e do meu coração com você?
- É para você querer voltar e buscar o que ficou comigo...e devolver o que você levou, e quando você estava andando na minha frente eu olhei pra você e pensei como uma pessoa pode mexer tanto com o coração da gente a ponto de fazer o dia passar voando diante da vontade de estar com ela...
IV. Quando o corpo tateia e a alma enxerga
Há momentos em que os olhos nada veem. O mundo parece apagado, a esperança, adormecida, e cada passo se torna um gesto de fé. É nesses instantes que o corpo tateia, mas é a alma quem enxerga. A luz que conhecíamos se apaga, e outra, mais tênue e interior, começa a brilhar no que parecia ruína.
A visão sensível não se faz pela retina, mas pela escuta do ser. Enquanto a claridade nos permite perceber o outro, é na escuridão que finalmente percebemos a nós mesmos. O silêncio se adensa. As certezas escorrem pelas frestas. E tudo aquilo que julgávamos possuir, controle, sentido, direção, revela-se areia entre os dedos.
Mas não é desespero. É transformação. Como o casulo escuro onde a lagarta, sem saber o que virá, dissolve o que era para que algo possa nascer. Como a noite do deserto, onde nenhuma estrela aparece, e ainda assim o viajante segue, guiado por uma memória que não é racional, mas ancestral.
A alma, ao atravessar o escuro, descobre que a luz não é destino, é consequência. Ela não é buscada, mas acesa, no ritmo do amadurecer invisível. E quanto mais o mundo apaga seus refletores, mais a centelha silenciosa ganha força dentro de nós.
II. A lógica da mente e o descompasso da alma
A mente ordena, analisa, nomeia. Mas a alma não obedece a essa geometria. Há dias em que o corpo se move com exatidão, e ainda assim algo dentro tropeça. Em que se cumpre a rotina, mas a essência vagueia por labirintos que ninguém vê. Loucura, talvez, não seja um erro da razão, mas um grito da alma diante da razão que ignora a dor.
Há um descompasso entre o que pensamos e o que suportamos. A sanidade, nesse contexto, é um acordo social: parecer funcional, mesmo quando a alma arde. Ser coerente, mesmo quando se sangra em silêncio. Mas há quem não suporte esse pacto. E rompe. Rompe com o discurso, com a lógica, com a aparência. E no romper, revela, com crudeza, que há algo errado não com o indivíduo, mas com o mundo que não acolhe as rupturas internas.
A verdadeira loucura talvez esteja em fingir equilíbrio quando tudo clama por reconstrução. E a sanidade, paradoxalmente, pode ser encontrada no delírio que denuncia. No delírio que, mesmo desconexo, aponta para o que foi negado, rejeitado, silenciado.
O que chamamos de loucura, muitas vezes, é apenas a linguagem de um sofrimento que não encontrou tradução. E o que exaltamos como sanidade, às vezes, é só o verniz de uma desistência quieta. O desafio é olhar sem julgar. Ouvir sem enquadrar. E lembrar que, entre a razão e o delírio, há uma dor que pede escuta, não diagnóstico.
O eco que não veio
por Leonardo Azevedo
Publiquei minha alma,
esperando ao menos um aceno dos que me dizem amor.
Mas o que veio
foi o silêncio mais ensurdecedor que já conheci —
o silêncio dos íntimos,
que preferem calar diante da verdade que os atravessa.
Foram os estranhos
os que primeiro estenderam a mão,
os que leram sem filtros,
os que disseram: “eu vi você.”
E, nesse instante, percebi
que ser lido por um estranho vale mais
do que ser ignorado por quem me conhece.
Eu não escrevi para agradar.
Escrevi para sobreviver.
E, se sobrevivi sem os que deveriam me aplaudir,
então já venci.
Quando meu corpo perde o rumo
E a dor grita mais alto que a alma
Que Iansã leve com seus ventos
Toda a energia que não me pertence
Que Oxalá me envolva em seu branco
E silencie o ruído que pesa em mim
Que cada célula do meu corpo se lembre
De que sou feita de paz e respeito
Que Ogum corte com a sua espada
Laços e nós invisíveis que me prendem
E que Exu abra os caminhos do meu caminhar, removendo as pedras que castigam meus pés
Que Omulu, senhor das curas antigas,
toque em minha pele e nos meus ossos que doem
Que Nanã, senhora da lama, me faça renascer, pois foi do barro que eu vim
Que Oxum, que rege a doçura das águas, me ajude a enxergar todo o amor que eu possa reconhecer em mim
E que Oxóssi me dê a fartura da saúde, para que eu seja caçadora do futuro que eu sonho ter
Que Xangô me proteja de toda injustiça e tire o peso do meu espírito cansado
E que Iemanjá cuide da dor que o mundo não vê em mim, para que eu recomece,
sempre
Axé pra quem é de axé
Tainá Wolff Bomtempo
(Paciente fibromiálgica)
No percurso da vida nós encontramos várias fases, ou estados da nossa alma.
Quando nascemos precisamos ser nutridos pela nossa mãe, começamos a ter percepção da vida e das necessidades e tornamos apelativos.
Com o passar do tempo as necessidades são outras.
Há necessidades de sobrevivência, caprichos, hábitos e vícios.
Tornamos- nos escravos da rotina, num ciclo vicioso onde coabita as dependências de drogas, refiro-me a todas que causam habituação num sentido lato elas são seriamente causadoras de grandes malefícios.
Quando vemos as consequências, nem pensamos no facto de estarmos emaranhados num meio, ou seja, Numa roleta russa.
São poucos os que saíram sãos e com vida, mas há excepções, é difícil, não é impossível.
Estou a escrever estas palavras com intuito de chegar a alguns, para nascer a vontade de viver um nova jornada, fazer uma nova etapa.
Com um planeamento, objetivo e proporcionar um estímulo de ação, nada é mais forte que o nosso querer, o nosso fazer e o nosso melhor só nos podemos fazer por nós.
A decisão é tua é minha é de todo aquele que quer ter uma vida salutavel e procurar os verdadeiros bons prazeres que a vida tem.
A cada dia podemos fazer um progresso e fazer melhorias, não desistir, por mais que tudo esteja a fracassar em nosso redor, afogar as mágoas não é resultado para nada, ou pensar que está bem, quando todos o aceitam e você sente-se mal.Uns dias bons, uns dias maus faz parte da vida, agora andar sempre a fazer para estar bem com substâncias, não é bom para ninguém.
Ao princípio começa numa ocasião,depois ao fim de semana, depois todos dias uma dose, até que o corpo se habituar e precisa de alimentar a dose, cada vez é mais e mais, faz uma desabituação porque lhe incutiram a vontade, a vontade de parar tem que nascer dentro de cada um que usa.
Entre os vários estados da alma e do espírito flui a continuidade que somos nós, não adianta críticas destrutivas para não enaltecer ou motivar isso é descontinuando ou não vendo ordem, enfim não se pode dar pérolas a certas pessoas.
Aqui jaz percursos de vida, entre altos e baixos e a vida na sua complexidade é uma desordem a ser ordenada.
Saudações celestiais
Poeta apaixonado
Ademiravel um ser que reflene e emana uma energia positiva que aquece a alma,
Estou num dialelio entre duas bitolas de medida a razão de ser e paixão de ser, emoção que vibra no meu coração.
Estando catacenico sem saber o que fazer, apelo pelo teu socorro para me dar folgo do viver.
Penso num resultado formando por ambos
Ser correspondido dá animo
Dando valor a meu pedido
De um abraço, calororoso
Para demonstrar o meu lado amoroso
Para subir ao ceu descer atravessar o mar escalar montanhas
Sussurrando as palavras encantas a uma pessoa desejada. Clamo prroclamo porque meu pensamento só flui para si.
Sua beleza interna e externa tem uma dimensão elevavada.
Você AMA?
Poesia Mitologia contemporanea
Emanuel Andrade:
Para aquecer a minha alma meu coração meu ser faça -me perder pela paixão do suor do viver.
Eu quero o amor da terra do ceu de Marte e de plutao caminho pela sombra de platao na caverna que nos acolhe vejo a tua miragem uma imagem esculpida pela vida cheia de energia,numa quimica de magnetismo que nos liga.
Poesia infinita lirica
Que é bela como olho de Europa.
Para Ninfa que se perde desnuda no Arem das Deusas para sacear a cede de um Touro
Não é o banal, que me agiganta
nem o corriqueiro, que min'alma guia.
Mas o vendaval, que explode em mim,
e essa vontade voraz, que nunca me sacia.
A musicalidade expressada com uma veemente emoção, dá uma voz atraente à alma, gera uma exultação transformadora, por meio da qual, a inspiração se propaga e afaga o coração com o calor emocional presente em cifras, notas e palavras.
Imponência amável, mágica que faz com que uma simples ocasião noturna seja transformada numa noite grandiosa, aconchegante, oportuna à luz de vela, cujo fogo aparenta ser eterno com um esplendor de romantismo que desacelera o tempo.
O equilíbrio que se alcança em um momento como este, quando a sonoridade é simplesmente marcante por atingir um certo nível de conectividade, acarretando uma sensação familiar muito agradável, um impacto bastante peculiar e tão estimável.
Queria chegar até o teu coração florido com a essência da tua alma,
seria como estar num paraíso,
carregado pelos os ventos
com a força do meu querer,
dos meus sinceros sentimentos,
você e eu, amor e prazer
cada vez mais intensos.
