Poemas sobre Alma
Entre o trabalho que sustenta e o que consome a alma, existe uma linha tênue chamada escolha ou renúncia.
“Cada dor tem seu mérito. E cada alma seu tribunal. Fugir da sentença adia a paz, mas enfrentá-la pode redimir.”
“A verdadeira profundidade da alma não está apenas em mergulhar nas sombras ou em resplandecer à luz, mas em abraçar ambos os caminhos como partes essenciais de uma jornada de autoconhecimento e transformação.”
“Entre sombras e luz, a alma traça sua jornada, encontrando profundidade no abraço de ambos os extremos.”
”Meus devaneios caminham entre o sagrado e o sombrio, entre o lirismo e o abismo. São ecos da alma que desconhece prisão.”
”A mente suporta o que rouba a paz, mas a alma cobra o preço em silêncio. Conviver é possível, permanecer é corrosivo.”
"O inimigo que se disfarça de amigo não pode ferir a alma, pois o verdadeiro amigo nos torna mais fortes, não mais frágeis."
"Escrever é a forma de libertar a alma, expressar o que o coração sente e descobrir que as amizades que valem a pena sempre se renovam."
"Escrever é a forma de libertar a alma, expressar o que o coração sente e descobrir que, por meio das palavras, o mundo é revisto e a vida, transformada."
Deleito-me em reflexões ao contemplar a alma de um ser que é capaz de saber o caminho que trilha, e ainda mais em ter total convicção de suas ações em seu próprio caminho de existência.
“Não existem espíritos de mortos sem corpos andando por aí. A alma de uma planta, o espírito de vida de uma planta, com uma planta. O de um animal com um animal. A alma espiritual de um homem, com o corpo de um homem. Portanto, a mediunidade não existe e o espiritismo é um monte de disparates que se inventou por ignorância e que hoje a ciência já explicou.”
“Como o ser humano gera um corpo e a alma vem de outro lugar? Isso não existe! Não existe alma de uma planta sem planta ou de um animal sem animal. Como pode haver alma humana sem corpo?”
À medida que vai morrendo vai ressuscitando (corpo e alma, juntos)... O diz muito bem o Apóstolo São Paulo, traduzindo bem: ‘Nós não morremos, nos transformamos!’ À medida que vamos deixando um corpo corruptível, nessa mesma proporção, vamos ressuscitando num corpo incorruptível. Vamos deixando um corpo burdo e vamos ressuscitando num corpo sutil. Vamos deixando um corpo passível e vamos ressuscitando num corpo impassível. Até os oito, nove dias (da morte real) há bastantes milagres, revitalizações...
“Na ressurreição nos transformamos. A alma não ocupa lugar é espiritual. Todos que já morreram já ressuscitaram e cabem na ponta de um alfinete. O corpo espiritualizado não ocupa lugar. Céu e inferno são estados e não locais, e não sei onde estão, porque não ocupam um lugar. Mas, como dizia Cristo, metaforicamente: ‘Na casa do meu Pai há muitas moradas’. Uns têm méritos que cabem num dedal, outros méritos que cabem num copo. Cada um segundo seus méritos.”
“O homem, corpo e alma, é uma coisa só. Ele nasce, vive, morre e ressuscita como homem. Por isso não existe a ressurreição da carne, mas sim a ressurreição do homem.”
Algo profundamente triste alarda quando uma alma abandona, aos poucos, tudo aquilo que um dia a fazia sentir-se viva.
A grande batalha de nossas vidas se trava em nossa própria alma, pois se há uma fera ela está dentro de nós mesmos. Correr dela é inútil, lutar contra ela é tolice pois ela é mais forte. Nossa única opção é aprender a domesticá-la e trazê-la para junto de nós. Assim firmaremos harmonia com nosso ego e juntos continuaremos a estrada da vida certos de estarmos na direção correta.
