Poemas sobre Alma
Paradoxo do livre-arbítrio: o que deus faria diante de uma alma que não é nem boa nem má? Não pode condená-la sem injustiça, nem salvá-la sem mérito.
O diabo inventou a imortalidade da alma para seduzir os humanos a desprezarem a única vida que realmente importa!
Nesta vida de leões diários, sobreviver exige leveza de hiena, canto de sabiá e alma que floresce em silêncio.
Erga o seu império com as mãos no trabalho e a alma na Visão Trilionária, lembrando que o topo só é gratificante quando você leva outros junto com você.
Não permita que a alma dê abrigo ao sofrimento; há dores que chegam sorrateiras, se assentam sem pedir e tornam-se permanentes.
A tristeza toma conta da minha alma, mas mesmo assim o meu amor por você nunca acaba e por mais longa que seja essa distancia que nós separa eu sei que esse amor vai durar por toda vida e vai nos unir como se fossemos um só por toda eternidade.
Não me incomodo com os que fingem bondade ou maldade, os que me inquietam a alma são os que tentam fingir alegria.
Talvez não haja golpe mais cruel que confiar a alma ao diabo para “salvar” o país e vê-lo tentando vendê-lo para se salvar.
A verdadeira alma de uma visão trilionária se revela no abraço que protege o desamparado, pois o maior tesouro não é o brilho do ouro, mas a luz que você acende nos olhos de quem já tinha perdido a esperança de um amanhã melhor.
A alma trilionária é a força que edifica: agir com a clareza de um mestre e a humildade de quem sabe que o maior legado é a vida que você transforma.
Existem vestígios na alma desse amor que não se acaba, e que ninguém apaga. O tempo não nos basta, o amor é primavera que não passa.
Nosso encontro é de alma — já estava escrito. Apenas nos reencontramos para selar o que o tempo aguardava.
Chegar ao ponto mais alto de uma jornada exige silêncio da alma, esforço do corpo, persistência do espírito e a coragem de se transformar.
Tenho traumas que nem eu mesma compreendo. É um pavor que consome minha alma e não me permite seguir em frente.
"No silêncio onde a alma reside, a voz ergue-se como prece antiga; um sopro que atravessa o vazio e pesa no peito como lembrança de primaveras que não voltam."
