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Poemas sobre Água

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Cada tempo a seu tempo, sem muito sol, calor infernal, chuviscos d'água, trovoadas e trovão, Lopes Trovão foi meu padrinho que me ensinou a gostar do leve amargo da água tônica de quinino. Prefiro bem mais os dias nublados acinzentados, que nos faz sentir saudades de um tempo marcado que já passou.

Só na noite escura que encontraremos a Verdadeira Luz assim como só se encontra a Água Viva quando estiveres perdido no deserto. Só encontraremos as respostas exatas quando esvaziamos nossa mente assim como só encontraremos o justo valor de ser, quando estivermos abandonados dentro de nos mesmo. A plenitude deriva se da escassez pois a abundancia só nos entorpece. Devemos ser sempre potes vazios para com cautela preenche los com sabedorias e quando estiver quase cheio, jamais permita que transborde, espalhe o que aprendeu pelos caminhos a quem precisa ouvir.

Ignoro quem conhece uma gota d'água e disserta equivocadamente sobre os oceanos.

A água que não tem sabor quando bebemos É a mesma que nossos olhos “Temperam” quando sentimos!

Não importa a sede que você tenha, tem gente que você nunca deve pedir água. Porque eles vão deixar mundo saber que matou a sua sede.

Assim como a água sacia a sede do corpo, a presença divina sacia a alma e a renova para a eternidade.

Na água repousa um segredo antigo: ela guarda em silêncio o poder de destruir e de gerar vida, revelando o mistério divino que sustenta toda a criação.

Cada oração lavada pela água é como um retorno ao berço da alma, onde a inocência repousa e o mistério divino se revela.

No Islã, a água não apenas limpa o corpo, mas devolve ao coração a leveza de uma criança que confia sem medo.

O mistério da água é o mesmo da infância: simples, puro e infinito, como a fé que renova a vida a cada gota.

Ao tocar a pele, a água desperta memórias de pureza; ao tocar o espírito, devolve a infância perdida no silêncio do tempo.

No fluxo da água, o Islã ensina que a verdadeira sabedoria é voltar a ser criança diante de Deus.

Assim como a terra árida se estende em silêncio, implorando pelo alívio de algumas gotas de água, também eu me prostro diante da memória das antigas promessas que um dia me foram feitas. Elas ainda cintilam dentro de mim, frágeis e leves como plumas, como dentes de leão que o vento leva para sempre, belas como enganos. E, no entanto, é delas que me alimento, como quem bebe a própria sede, como quem encontra no vazio a única forma de sustento.

A vida é como estar em um barco em alto mar, sem remos, sem motor, âncora e sem água... Sobreviver só depende de você.

Quebrei expectativas alheias, surpreendi as minhas, reescrevi limites como linhas de água, agora planto rotas onde havia muros.

O deserto não é um erro de percurso, é a escola forçada onde a água tem, finalmente, o seu verdadeiro valor.

O reflexo na água é mais honesto que o espelho, pois ele se move com a verdade.

As manhãs me recebem com perguntas que não sei responder. Então respondo com pequenos atos: água, roupa, café. A rotina vira tábua de salvação nas ondas das incertezas. E quando a coragem retorna, ela vem na forma de hábito. Pequenas repetições fazem com que eu me reconheça novamente.

A vontade de desistir é um animal que aparece ferozmente. Eu o observo, ofereço água e digo seu nome. Nomeá-lo enfraquece o monstro e devolve-lhe forma humana. Com isso, a desistência perde parte de seu reino. E eu continuo, passo a passo, com pés que querem aprender.

A vida me ensinou a ser fogo e água, queimar o que me destrói, e acalmar o que me consome, entre extremos encontrei paz, e nessa paz reencontrei minha essência.