Poemas Rubens Alves Escolas Gaiolas

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O tempo voa como as aves, os dias passam e mais uma semana se vai.
Voa como os instantes que estamos juntos, parece fração de segundos e
de repente o por do sol surge e termina mais um dia. E só não termina a minha
vontade de querer estar perto de você. Bom dia.

Ai vida!!!
Vida longa...
Que me mata de espera de matar a saudade que esta me matando...
Ai vida!!!
Vida longa...
Que saudade do aroma e do cheiro que da saudade só de pensar...
Que saudade do beijo e do abraço gostoso que tem sabor de alma...
Que saudade da voz que me faz viajar
Que saudade da vida viva que faz canta e dança...
Que saudade da vida que da saudade...
Que saudade de quem não vejo porque está longe...
Que saudade de quem partiu pra nunca mais voltar...
Que saudade das saudades...

Eles são uma família
tradicionalmente perfeita.
aparentemente,
hipoteticamente,
supostamente.
Mas realmente,
são traidores de sí e do outro.
infelizes,
armagurados,
acomodados.
habituados.
Estão juntos, porém sós.
Cada um com seu caos,
e o caos dos dois.

A Morte não é algo que nos espera no fim. É companheira silenciosa que fala com voz branda, sem querer nos aterrorizar, dizendo sempre a verdade e nos convidando à sabedoria de viver. A branda fala da Morte não nos aterroriza por nos falar da Morte. Ela nos aterroriza por nos falar da Vida. Na verdade, a Morte nunca fala sobre si mesma. Ela sempre nos fala sobre aquilo que estamos fazendo com a própria Vida, as perdas, os sonhos que não
sonhamos, os riscos que não tomamos (por medo), os suicídios lentos que perpetramos. Embora a gente não saiba, a Morte fala com a voz do poeta. Porque é nele que as duas, a Vida e a Morte, encontram-se reconciliadas, conversam uma com a outra, e desta conversa surge a Beleza... Ela nos convida a contemplar a nossa própria verdade. E o que ela nos diz é simplesmente isto: “Veja a vida. Não há tempo a perder. É preciso viver agora! Não se pode deixar o amor para depois...”.
(Do universo à jabuticaba)

"de longe conheço o amor,
de perto conheço o perdão,
hoje conheço você,
que mora no meu coração"

A moda é o sucesso. Um famoso conferencista anuncia com letras enormes: “O seu lugar é o pódio”. Imaginemos que assim seja. Jogos Olímpicos. Corrida de 100 metros rasos. Aí ele diz para todos: “O seu lugar é o pódio!”. Os corredores disparam. Só um deles arrebenta a fita. Nas Olimpíadas, são pouquíssimos os que vão para o pódio. Isso vale para a vida inteira. Então, alguma coisa está errada.
O mais provável é que o dito conferencista esteja mentindo para manter-se no pódio à custa da credulidade das pessoas. Quem acredita que o seu lugar é o pódio está sempre estressado, competindo, tentando passar na frente. Quem não tem pretensões ao pódio vive uma vida mais alegre. Não é preciso chegar na frente.
Mas há uma seita que anuncia como palavra de Deus: “Você está destinado ao sucesso!”. Não sei onde descobriram isto. Pelo menos o Deus cristão não promete sucesso para ninguém.
(“Ostra feliz não faz pérola”)

O que fazer com este sentir que me envolve
Que me leva até você
Que me arde em desejo
De me perder em seu beijo

O que fazer com esta distância
Que nos separa
Este meu querer tão urgente
Que a nada se compara

O que fazer para me aconchegar em teu braço
Sentir teu abraço
Mergulhar neste delicioso delírio
Como menina, deslumbrada com a lua
Como mulher, unicamente sua.

Yara Alves

Fica meu amor!
Desprenda-se dos medos
Quero te envolver
Somente a ti pertencer
Não me fale de ponto final
O que sinto, nada há igual
O que será da poesia
Sem a sua melodia?
O que será da alegria
Sem a sua companhia?
Fica meu amor!
Arranque-me mais um beijo
Arde em mim o teu desejo
Lance fora qualquer pudor
Apenas fica comigo
Se permita, meu amor.

Yara Alves

Páscoa é Passagem, Vida Nova. É renascer tendo em nossos corações o principal ensinamento de Jesus: Amar o próximo sem julgamentos, independente das circunstâncias em que se encontra. Chego a crer que Vida Nova é o próprio Amor. É ter a certeza de que somos dignos de ser amados e, como imagem e semelhança da Fonte Criadora, devemos espalhar o melhor que há em nosso interior. Viva o amor em sua essência. Construa-se conforme os preceitos de Cristo: Seja Amor!
Reflita, renasça e ame!

Feliz Páscoa!
Feliz Recomeço!

Yara Alves

Somos tudo aquilo que eles querem e tudo que poder tirar de você, além.da sua vida tua esperança, teu ser.
Rastejam ao teu encontro e por mais que você corra, você vai acabar refém deles.
Estamos lutando contra nós mesmos, e por este egoísmo individual vão matar todos nós, pois as pessoas te olham e te avaliam sobre o que eles podem arrancar de ti além da vida.

Este é o mundo hoje, apocalíptico.
Sedento por sangue, por viceras por tudo aquilo que tirar um pouco de dor de você.

Novo dia desponta,
A natureza mostrando-se lindamente desperta
Ouço somente o barulho do tempo que corre
Dos pássaros cantando
O sol nem surgiu,
Mas já avisa que virá único e nobre
A beleza é real
Está diante dos olhos de quem quer vê
Tudo deslumbra
Embriaga o simples prazer em viver
Olho ao redor e descubro encantada
Não existe nada mais fascinante
Que acordar e descobrir que o mais belo desta vida
Carrego comigo
É a beleza de amar você.

Always.

E tudo segue. Descobri que sempre existe uma vida depois de querer alguém, mesmo que seja da maneira mais intensa e absurda. Sempre tem um amor depois do amor.

Eu já vi mil versos
Belos e simétricos

Mil versos
Coloridos e singelos

Mas só um
Chamou a atenção

Somente esse
Ganhou o coração

Nessa hora
Vou te dizer

Que de todos mil versos
Ganhou foi você

INCLUSÃO SOCIAL

Certa vez vir eu vir uma frase que dizia assim:
-Enquanto a da pela for mais importante que o brilho das estrelas..haverá guerra...!
Discordo..!
Enquanto existir descriminaçao...preconceito..racismo...aí sim haverá guerra..
Vivemos em um país..onde as pessoas se preucupam mais no que vão vestir amanhã,do que, com o que vao comer!
as pessoas ja se acostumaram com a ideia de menosprezar aqueles de classe media..se acham melhor,superior..acham que podem mais,.
Enquanto viver-mos em um país desigual..racista..preconceituoso..um país onde as leis defendem sempre os mais "ricos"..com certeza..teremos guerras!
-ACLECIANO ALVES!

Cheio de luz. A escuridão na minha alma. Ali me agacho, me dobro, me fecho, me escondo.
Rejeição, desafeto, dor, desinteresse. Interessante para alguns
Gritos hediondos. Sinto o que não pode ser visto. Não quero ter, viver, ver..
Mas olhe, sinta, veja.Não da!
Sofrimento no silêncio. Pessoas não ouvem. Então falo, mas ninguém entende!
E a luz continua a brilhar!

Existe uma linha tênue e muito próxima que separa Amor de apego. Muitas vezes, não enxergamos a diferença de cada um.
O Amor é um perfeito mistério. Que nos devolve a nós mesmos e eleva nossa alma ao melhor que podemos ser. Não há necessidade de prisão e nem dependência emocional. O Amor contenta-se em amar. Independe de amarras. O Amor apenas é. Basta-se.
Tudo que difere, não é Amor. É apego. Uma necessidade medíocre de satisfazer o ego. Um sentimento de posse que segrega o ser desejado a um profundo cativeiro, cortando suas asas e o impedindo de voar. Entrega-o a um labirinto terrivelmente nublo e o aprisiona a uma moldura fantasiosa.

Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos fragmentos de futuro em que a alegria é servida como sacramento, para que as crianças aprendam que o mundo pode ser diferente. Que a escola, ela mesma, seja um fragmento do futuro...

(Em "Estórias de quem gosta de ensinar: o fim dos vestibulares". Campinas/SP: Papirus Editora, 2000, p. 166. – Fonte: Templo Cultural Delfos)

"Penso que borboletas, seres alados, diáfanos e coloridos, devem ser emissários dos deuses, anjos que anunciam coisas do amor. Imaginei então que aquela borboleta era um anjo disfarçado que os deuses me enviavam com uma promessa de felicidade”.

-(em "Na companhia de Rubem Alves: livro de anotações para mulheres". Editora Best Seller ltda, 2010.)

"Amor é isto: a dialética entre a alegria do encontro e a dor da separação. E neste espaço o amor só sobrevive graças a algo que se chama fidelidade: a espera do regresso. De alguma forma a gota da chuva aparecerá de novo, o vento permitirá que velejemos de novo, mar afora”.

(Trecho de "Onde mora o Amor", do livro 'Tempus Fugit'. São Paulo: Edições Paulus, 1990. )

“A arte não suporta o efêmero. Ela é uma luta contra a morte. O encantamento não está no que se vê. Está no que se imagina”.

(Em ‘Mulher com uma vela’ – Pensamentos que penso quando não estou pensando – Editora Papirus – Página 85 – São Paulo, 2012.)