Poemas Realidade da Vida
Ilhas Maldivas.
A Ludmilla tem uma música intitulada Maldivas. O sonho de consumo de vários artistas e famosos é viajar para as Ilhas Maldivas, transmitindo com isso a ideia de que aquele lugar é o paraíso por causa das suas praias e lagoas de areias brancas e águas azuis e cristalinas. O que essas pessoas esquecem ou não sabem é que as Maldivas foi um dos cerca de 15 países atingidos pelo tsunami de 2004, o que ocasionou na morte confirmada de 82 pessoas, 108 mortes estimadas, 26 desaparecidos e entre 12 mil e 22 mil desabrigados, sendo que é frequente o problema dos terremotos e consequências destes naquela região. Além disso, o país está sendo engolido pelo mar, destinado a desaparecer do mapa. Aquele lugar definitivamente não é o paraíso e está longe de ser. Parece mais é amaldiçoado. Zona de perigo, a qualquer momento uma nova catástrofe pode acontecer por lá.
Ideologias: hipóteses verdadeiras com conclusões falsas. tendo isso em mente é impossível não identificar uma ideologia, todas seguem o mesmo padrão argumentativo. não falha!
Em 1352 aC a adoração a Aton pelo faraó Amenófis IV foi o primeiro caso de monoteísmo registrado na história. O faraó abandonou a crença em múltiplos deuses para adorar apenas um, chegando ao ponto de alterar seu nome para Akhenaton (aquele que serve a Aton), este Deus era representado pelo disco solar, se manifestava através dos raios do sol, mas estava além de tudo o que existe. Está crença quase criou uma guerra civil em seu império, durou 20 anos até sua morte, depois disso seu filho Tutancamôn de 9 anos assume o trono, governando até os 19 anos, no seu governo ele abandona à crença em Aton, e retoma a velha crença em Amon e seu panteão de centenas de Deuses, restaurando os templos aos quais seu pai havia destruído, medida essa que visava reestabelecer a ordem do império. Os novos faraós fizeram de tudo para apagar o nome de Akhenaton da história, eles acreditavam que quando o nome de alguém é esquecido a pessoa morre duas vezes.
Professores de História no ensino básico encontram dificuldades de fontes para ensinar o Governo Jânio Quadros. Os nossos sebos estão cheios de preciosidades sobre esse curto período. Recomendo as 92 páginas do livro "A Miséria é nossa!" do Professor Gondin da Fonseca, da Editora Fulgor.
Sou papiro queimado em Alexandria. Mente druida que se esvazia, libera dilema extraído de problema. Dês de tempos queo tema não me algema. Gritos que suplicam satisfação.
Pensamentos que flutuam sobre fatos de qualquer ocasião. Fragmento de momento onde vive o pensamento. Verso que nada no raso até submergir no sentido que estou vivendo.Célebres flagelos, elos que me cercam; minha vida se resume a este momento. Solto, envolto; sou personagem nessa história - derrotas e glórias - meu corpo está localizado no planeta. Diários de um cometa. Poção ou receita? Cura ou envenena? Coração no ato, prejudicado pelo acaso. Quem se orienta, se reinventa, tira à venda que ausenta, aparenta. Espírito com luz se alimenta.
"Ler, estudar, pesquisar e meditar para humanizar. É o processo necessário para evitar a barbarização dos humanos. É o meio para alcançar maior autonomia no pensar e no agir".
O sábio extrai de cada derrota uma conquista.
E luta pra que o brilho da medalha não cegue a sua vista.
Nem sempre o que queremos ouvir e o que precisamos de verdade, ser forte e aceita a verdade é o melhor caminho para à vitória
Amigo de verdade não é aquele que sorri junto com você todos os dias, e sim aquele que está sempre pronto para chora com você nos piores momentos da sua vida.
Desde a traição, ano após ano Cronos vem se alimentando. Devorando seus filhos. Até que Gaia trama um plano e salva um de seus netos. Esse bebê se chama: Zeus!
Quando vejo uma paisagem plana, não vejo nada além da eternidade. Sou o único que vê isso? Não há existência sem razão.
Controlando as pessoas com o medo, pode impedir ações, mas você nunca encontrará descanso em suas almas.
Adultos são crianças que tem o corpo desenvolvido e passaram por mais frustrações e arrependimentos.
Mesmo que fôssemos igualmente condicionados, obteríamos resultados desiguais. Pois a desigualdade nasce conosco.
