Poemas Realidade da Vida
Agora eu decidi
Vou por um fim nessa história que mexeu comigo,
Com meus sentidos,
E não faz sentido eu continuar assim.
Eu vou cuidar de mim,
Fazer minhas músicas,
Compor histórias de amor ,
Que ao contrário da nossa não tiveram um triste fim.
Chega!
Eu preciso te falar cai fora.
Eu não te quero mais,
E o teu cheiro já saiu da minha roupa,
Minha boca não deseja a tua mais.
Eu não te quero mais,
Perdi meu tempo ,
E o tempo me falou não era amor,
Nossas almas não eram iguais.
Felicidade, onde estás?
Onde vives que não te vejo?
Já te procurei tanto...
Quero ver-te é o meu desejo!
Felicidade como serás?
Terás alma, ou coração?
Eu apenas te pergunto:
Serás tu uma ilusão?
Se soubesses onde moravas
Iria falar contigo
Para ver se tu querias
Vir morar aqui comigo.
Todos nós te procuramos
Vivemos a te chamar
E tu nem nos escuta
Em teu reino a gargalhar...
Saudade...
Sinto da tua boca,
Daquele amor tão grande
Que quase me deixa louca!
Saudade...
Daquele imenso amor
De promessas e mentiras
Que tão cedo se acabou!
Saudade...
Daquele beijo
Que tanto me fez sonhar
Saudades de um grande amor
Que jamais voltará!
Saudade...
Daquele beijo
Dado com tanta emoção
Meu amor não volta mais
Deixa-me em paz com a solidão!
Eu sei o que quero.
Deus no comando.
Não tenho pressa.
Terra ocupada não adianta sem terra tentar invadir.
Dicidida
Determinada
Eu era o que nunca fui um dia!
Me criei,uma terra que eu mesmo fui o rei,de dia me refazia e de noite me confundia!
Somos autor das nossas errante historia.
Pra hoje:
Viver de verdade, nada de faz de conta ou viver de aparências, seja quem você é, transforme-se, renove,reinvente-se, mas seja de verdade!
Cuidado com mau testemunho,viva o que você diz,assuma quem você é. Deus se agrada quando vivemos os seus propósitos em nossas vidas sem máscaras, pois nosso ser fala quem somos, pelas nossas atitudes.
Viva o amor de Deus em sua plenitude!
Como pensar em você e não te desejar;
Como te ver e não se aproximar;
Como estar perto e não te abraçar;
Como te abraçar e não te beijar;
Como serão os nossos dias?
Do que seriam os sorrisos, se não existissem a tristeza?
Do que seriam as vitórias se não existissem as lutas?
Do que seriam as alegrias se não existissem os choros?
Toda bonança vem depois das intempéries.
Você, simplesmente você.
Menina que me faz menino, mulher que me faz homem, amante que me me faz amor, sonho que me faz sonhador.
Como o tempo passa, e como passa o tempo, parece que foi ontem aquele momento.
Primeiro encontro e primeiros beijos trocados, os primeiros de muitos, os primeiros de uns bocados.
A tampa da minha panela, a flor do meu Jardim, de todas és a mãos bela, junto ao cheiro de jasmim.
O tempo que passou, passou todo o tempo, até parece que ontem aquele lindo momento.
Hoje estamos de parabéns, somos mais que vencedores, que Deus nos abençoe e os anjos digam amém, e que nossas vidas sejam nossos amores.
Te amo.
PERPLEXIDADE DIANTE DA MORTE
A tragédia do avião da Chapecoense me provoca um sentimento repetitivo: não somos nada.
É trivial.
Um lugar-comum.
Um sentimento devastador: somos poeira.
Lembra uma expressão do próprio futebol para o toque de bola: estava aqui, não está mais.
Quem não se perturba?
Bolhinhas de sabão, estouramos todos os dias.
A vida é uma ilusão compartilhada.
Até que se acaba como um suspiro.
Ficam as lágrimas de quem ainda tem algum tempo por aqui.
Mas quanto?
O azulado céu que minha vista encanta
Não é o mesmo firmamento que paira
No interior de mim animando minh’alma
Que dita sem rima o ritmo de meus dias.
A esperança do cidadão brasileiro
É tal qual um barco atirado ao mar
Primeiro encalha nos bancos do Senado
Pra depois na maresia do STF naufragar.
No face post publicado
É como barquinho de papel
Logo que o dito é postado
Ele se vê esquecido ao léu.
A mentira de tanto vagar
Resolveu descansar um tanto
Aconchegou-se no coração humano
E, por ali, resolveu de vez ficar.
A amarelada folha abraça as lembranças
Silenciando tudo aquilo que até então vi
E aquilo que vi e vivi em minhas andanças
Cultivo no silêncio que habita em mim.
Quando a soberba que habita o coração humano
É estimulada pelos diplomas e títulos vazios
Vaidosamente amplia-se um bom tanto
A presunçosa ignorância das almas sem brio.
Não sairemos desse nauseante retrete
Enquanto formos o país do futebol
E termos marotos como Paulo Freire
Sendo o patrono da educação nacional.
Quando um povo não mais se identifica
Em torno de sentimentos que os unifica
Ele transubstancia-se numa ignara massa
Dominada pela mais vil de todas as tiranias.
