Poemas Quem Sou Eu
Eu sou uma flor negra, transpiro orvalho com o aroma de melanina, transformei por resistência a delicadeza de minhas pétalas em aço, mas sem alterar a originalidade... E os espinhos que carrego por todo meu legado de consciência, feri! Toda tentativa discriminatória de opressão ou invisibilidade que se processe contra minha identidade, eu sou também ornamento no jardim da diversidade.
Você gosta do que você acha que eu sou,a ideia que você tem de mim é amável porque foi você quem criou. Esse mínimo cogitar liberta!
Abençoada demais para querer ser de outro jeito. Nem consigo. Para alguns eu sou muito emocionada, exagerada, intensa em tudo que faço e sinto. Para mim é a única maneira que consigo me sentir feliz. Pelas bençãos recebidas eu sei que este é o caminho que o Senhor quer que eu percorra, e se ele quer eu também quero.
O que eles pensam que eu sou não é o problema. O maior problema é eu realmente ser o que eles pensam.
“Eu sou legal e amável com as pessoas, mas quando se trata de mim, parece que sou a pior pessoa do mundo.”
Eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais querer contemplar que tentar entender, eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais solitude que solidão; a verdade é que eu tento entender o que eu sou ou não sou, o que penso que sei, e a verdade do que sou ou do que sei ou do que penso, as respostas pra tudo isso são de nenhuma significância, nenhuma relevância, todas as conjecturas compõem esta existência, esta vida. Eu olho o mar a engolir todas as minhas ansiedades; e a cuspir a minha arrogância, zombando dos meus marasmos com toda essa imensidão profícua e infinita generosidade divina, que acolhe a minúscula jangada e sopra sua vela com a suavidade de sua brisa propondo retorno e reencontros... os pescadores catam seus apetrechos com a satisfação de amplos sorrisos por pesca satisfatória; são nobres dentro de suas roupas rotas, consumidas pelo sol e pelo sal. Retorno à minha introspecção sob a poeira da estrada e as cores fubentas de um final de tarde gris; ao longe a cerca de marmelo que delimita o meu mundo, uma meia-água que guarda a minha verdade e "mofo" o jumento, a zurrar a monotonia e "quebra-queixo" a alarmar suas infinitas suspeitas fiel e leal com seu latir e ganir. Zuíla é silenciosa, mas eu sei que tem todas as respostas para as minhas introspecções, abraços para as minhas ansiedades, tem o mar nos olhos com a mesma imensidão do atlântico, que acolhe a jangada e gratifica os pescadores; e tem uma barriga proeminente que cresce a cada dia, onde germina a promessa de novas introspecções, outras conjecturas oceanos e imensidões para este meu espirito de pescador.
Hoje é Natal e até agora ninguém me desejou feliz Natal será que eu sou invisível ou as pessoas são cegas mesmo. ✌😎✌
As vezes me pergunto quem eu sou de onde eu vim e ate aonde vou chega sera que um dia vou encontrar algem que gosta de me ou sera que vo. Vive sem amor, sera que um dia eu ja fui amado por alguem.
Para alguns eu sou luz. Para outros um conforto em momentos difíceis. E embora eu me ame muito, tem momentos que sou só tristeza.
Não prejudiquem os outros usando medidas falsas. Usem balanças certas. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês. Eu os tirei do Egito.
Levítico 19, 35.
Não preciso me fingir de feliz... Quando estou eu sou, quando não, choro, grito, não minto pro meu coração..
Dá pra dizer que eu sou autor da minha vida e da minha obra, ou coautor da minha vida e coautor da minha obra. Porque, se eu escrevo sobre o que eu vivo — e sobre o que eu vivo eu tenho algum poder de escolha... — aliás, boa pergunta: a gente escolhe mais o que quer viver, ou o que não quer viver? A gente têm mais poder de escolha sobre o que quer viver ou sobre o que não quer viver?
Meu amor,
estou muito triste porque estou morrendo de saudades. Eu sou muito ruim em namoro à distância, mas mesmo longe ou perto, penso em você. Às vezes fico pensado o que o futuro nos reserva, espero que coisas boas. Eu sinto muito sua falta.
Kurt Cobain emerge das cinzas grunge, voz partida: "Eu sou o grito primordial contra o nada, alma selvagem engolida pelo ruído urbano, buscando salvação no caos da pele ferida". Noé responde da sua arca espectral: "Eu guardei as sementes vivas do apocalipse, navegando dilúvios de lagrimas, para que raízes antigas brotem novamente em terras esquecidas". Mahatma Gandhi, com mãos calejadas de marchas infindas, declara: "A resistência pacífica é o sal da terra; nela, povos originários florescem invictos, dissolvendo correntes com a força do espírito desperto". Renato Russo, legionário das noites brasilianas, confessa: "Nas veias urbanas pulsa um pulsar proibido, herança de guerreiros das matas, clamando por um país que ouça o coração silenciado". Maria Quitéria, visionária das profundezas temporais, irrompe: "Na quarta dimensão, o tempo se dobra como lâmina invisível; ali, lutadores ancestrais transcendem o plano, libertando-nos em espelhos da eternidade rebelde". Suas vozes se entrelaçam num manifesto etéreo: a humanidade resiste, primordial e multidimensional, contra o vazio que nos cerca.
A falta do ódio é o meu maior manifesto de superioridade emocional: eu sou feito do que eu cultivo, não do que me feriu.
