Poemas Quem Sou Eu

Cerca de 11836 poemas Quem Sou Eu

Eu não me importo tanto com o que eu sou para os outros quanto com o que eu sou para mim mesmo.

você é amor eterno,lembrança pra vida inteira.
Eu sou romance de verão,sou brisa leve passageira

Assistir à morte de um amor é como assinar embaixo em um atestado de incompetência: "Eu sou um fracassado sentimental".

Ailin Aleixo

Nota: Trecho do texto "Vá com Deus" publicado por Ailin Aleixo em seu antigo blog Mulher Honesta, em 09/11/2004.

...Mais

Eu sou uma floresta, sem dúvida, e uma noite de árvores escuras, mas quem não teme minha escuridão encontra também roseiras debaixo dos meus ciprestes.

Friedrich Nietzsche
Assim falou Zaratustra (1883).

No fundo eu sou de mentira, assim como você. E não é uma identidade que nos tornará real. Falta em você algum brilho, alguma individualidade, algo que te faça especial. Em mim esse brilho sobra e eu saio por aí espalhando, como se fosse bonito se perder em todo mundo só porque meu corpo não é suficiente pra me abrigar. E nós seguimos sendo nada, sendo só rosto marcante e nome fictício, enquanto você não descobre que eu leio sua insegurança e me disponho a curá-la e eu tenho preguiça de dizer.

O poeta dizia que era trezentos, trezentos e não sei quantos. Eu sou apenas duas: a verdadeira e a outra, tão calculista que às vezes me aborreço até a náusea. Me deixa em paz! peço e ela se põe a uma certa distância, me observando e sorrindo. Não nasceu comigo mas vai morrer comigo e nem na hora da morte permitirá que me descabele aos urros, não quero morrer, não quero! Até nessa hora ela vai me olhar de maxilares apertados e olho inimigo no auge da inimizade: “Você vai morrer sim senhora e sem fazer papel miserável, está ouvindo?” Lanço mão do meu último argumento, tenho ainda que escrever um livro tão maravilhoso... E as pessoas que me amam vão sofrer tanto! E ela, implacável: “Ora, querida, as pessoas estão se lixando. E o livro não ia ser tão maravilhoso assim”.
É bem capaz de exigir que eu morra como as santas.

Lygia Fagundes Telles
Um coração ardente. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

Nota: Trecho do conto O dedo.

...Mais

Quem eu sou ? Ah, eu sou apenas uma garota tentando sobreviver em meio a tanta falsidade.

O que eu sou não é da sua conta, se quiser saber tudo sobre mim, não me pergunte.
Sempre acabo me entregando ao som de um silêncio.

O fato de eu não concordar com você em tudo, não quer dizer que eu sou chata, quer dizer que tenho opinião própria.

Vim aqui para tentar entender quem eu sou. Para ver se eu era o monstro. E agora eu sei a verdade. Não sou eu. É você. Você é o monstro.

Você não sabe conversar e eu sou um poço infinito de palavras, jogadas na sua cara, mostrando que a falta de conteúdo pode sim te afetar.

Eu sou do tipo que lê mil vezes, a mesma mensagem . Só pra ter o gosto de sorrir de novo.

Imbecilidades: Olhe-se no espelho e repita 3x "eu sou um imbecil" e assim q vc perceber q está falando com o espelho, você se torna um

Mesmo fazendo tudo errado, eu não sei viver sem você. Eu não posso ser nem a metade do que eu sou, se você não estiver por perto.

Eu sou exatamente certo pra você, Bella. Teria sido fácil pra nós - confortável, fácil como respirar. Eu era o caminho natural que a sua vida teria tomado...

O que eu sou? Uma substância que pensa. O que é uma substância que pensa? Uma coisa que duvida, que concebe, que afirma, que nega, que quer, que não quer, que imagina e que sente.

Eu fui uma menina apaixonada pelos seus carinhos, eu sou. Eu fui o seu passado mais recente, o seu amor mais duradouro. Eu fui sua magua mais ridicula, fui sua vida. Dói lembrar do passado, e te enxergar somente lá. Dói saber que meu presente não te tem, que o meu futuro não te vê. Dói saber que dei tudo por você, sem ao menos te conhecer. Eu fui, e sempre serei uma menina apaixonada pelos seus carinhos, a única que precisa do seu abrigo.

Eu sou um pássaro ferido que voa, mesmo diante da seca que assola as minhas pairagens.

Eu sou um contador de histórias... Gosto de me aventurar no universo das palavras, gosto de vê-las clamando por minhas mãos, desejosas de saírem da condição de silêncio. Escrever é uma forma de desvendar o mundo.

Você sabe como eu sou despreocupada, que me encerro neste quarto e me permito todas as divagações, as fantasias, obsessões, perseguições. Todos os dias você sabe que eu me viro de inventos, que eu me reparto e dou crias que eu mal me resolvo e me aguento... Carrego pedras no bolso e enfrento ventanias.