Poemas que Rima com o Mundo
O poeta
Seus versos carregam as dores do mundo,
a vida, a morte, a paixão, a saudade.
Sua alma é feita de sonhos profundos,
da poesia é a mais fiel amante.
Do amor e da dor, ele tira inspiração,
das flores, das estrelas, da natureza bruta.
Cria mundos imaginários, sem noção,
formando rimas, poesias, em sua conduta.
Ao encantar seus leitores, ele se renova,
renasce em cada verso, em cada estrofe.
Seus olhos brilham com o sol ou com a chuva, sua alma inspirada pela arte nunca sofre.
E assim, o poeta segue sua jornada,
no labirinto da vida sempre em busca
de palavras que possam ser combinadas,
em versos perfeitos, de beleza e luta.
Que seu legado seja eterno, imortal,
pois sua alma viva habita em cada verso.
O poeta é a voz do povo, o som vital,
que ecoa pelos séculos em universo.
A beleza é a flor que colore o mundo,
É como um raio de sol em tarde nublada
Ela encanta os olhos, consola a alma
E nos brinda com momentos de felicidade.
A beleza mora na natureza,
No sorriso de uma criança inocente
E no abraço sincero de um amigo.
Ela é a essência que transcende o tempo.
A beleza é mais do que beleza em si
É a luz de paz que ilumina a vida
É a esperança que faz o coração sorrir
E é a promessa de uma vida plena e colorida.
Por isso, que encontremos cada dia
A beleza que existe em toda via.
Imerso em sonhos,o poeta cria o mundo,
Que existe em sua mente,real de fato,
A esquizofrenia espiritual lhe dá o dom,
De pensar outras vidas, de viver o sonho
A alma, por vezes, é presa de um tormento,
Que só a liberdade poética pode superar,
E é na fantasia que encontra o alento,
Para enfrentar o mundo sem medo de falhar.
E, assim, o poeta traz à tona o insondável,
Traduzindo em versos as emoções puras,
Transformando em arte o inefável,
Numa alquimia que lhe é tão segura,
Criando um mundo novo e inimaginável,
Que só ele pode a tornar real o imponderável.
Seu Júlio, como o chamava. Fazia o melhor café do mundo, sua marca registrada foi a hospitalidade. Companheiro de minha mãe por 49 anos.
É melhor ser bom do que ser justo
Quando morre um bom eu me pergunto:
Por que os bons morrem?
A vida é um instante fugaz
E as nossas ações nos definem
Mas o imprevisto sempre nos
Surpreende, ninguém consegue
Fugir da sorte comum a todo homem.
Em um dia de chuva, símbolo perfeito
Para definir o homem e sua natureza criadora,
Despeço-me do segundo homem bom que conheci.
A vida é uma teia de contradições
O bem e o mal se entrelaçam no mundo
E muitas vezes são duas condições
Que caminham juntas, não vejo outro rumo.
Há o amor, mas também a desilusão
A felicidade, mas também a dor
É como um carrossel, em movimentação
Onde a tristeza pode ser o condutor.
Há quem viva a sorrir e outros a chorar
Há quem busque a paz e outros a guerra
Mas em cada ser há um pedaço a amar.
E assim a vida segue sem parar
Com suas contradições em movimento
E nós, como espectadores, sempre a admirar
A musa que canta
Quando ela canta o mundo se encanta
Se veste de beleza o abismo do silêncio
Enquanto ela canta, sozinho eu penso,
Ela se apaixona pela música
E faz amor com ela
E os tons perfeito que saem do seu peito Suavizam o mundo tão cheio de dor.
Eu, poeta amador, não descrevo direito
O que escuto, o que ora vejo
nesta musa imortal
A canção se envaidece, e a plateia
Adormece, o céu vem ao chão
Lhe prestar homenagem.
E até Deus duvida que ela seja real
Pois quem canta assim
Dominou o segredo,
que os têm os mortais
Sabe o meio e o fim
Da celeste razão
De que somos iguais
Canto de um Mundo Silenciado
Nas ruas, ecoa um canto, suave e profundo,
Por praças e becos, voa ao vento seu som.
Nos bares, na torre do mundo, um hino imundo,
Ninguém para, ninguém ouve, enquanto o caos toma a razão.
Sua voz, um fio de ouro, se perde no ar,
Melodia de sonhos que se desfaz em guerra.
Nos acordes, a dor de um tempo a desmoronar,
A beleza se desintegra, como um lamento que se enterra.
Os muros, cúmplices silenciosos, não lhe prestam ouvidos,
Seus versos são vapores, dissolvidos na bruma da noite.
No mundo se espalha a discórdia, os gritos, os ruídos,
Enquanto sua canção é um sussurro que se esconde da luz.
No palco dos bares, o eco é um triste refrain,
No silêncio das praças, um lamento esquecido.
O canto se mistura à grita, um trágico desdém,
E o mundo em sua dança de caos, ignora o gemido.
No cume da torre, um eco sem destino,
Enquanto o mundo se parte, ela canta e se desfaz.
Mas sua voz, como um farol, brilha em desatino,
Esperando, talvez um dia, um coração que a abrace em paz.
O Peso do Mundo
A medida das coisas, o peso do mundo,
abismo profundo onde o mar se desfaz.
As costas do homem, forjado do barro,
o medo da morte, açoite voraz.
A busca insalubre nas ondas do vento,
sonhos abortados, perigos sangrentos.
A paz, utopia no vasto existir,
a sorte que foge, um monstro a engolir.
Davi e o gigante, um conto farsante
que não se refaz.
No campo terreno, a luta se perde,
o forte e o fraco bebem o mesmo veneno.
Queira eu falar ao ouvido do mundo,
Poeta rouco, que sabe pouco dessa função.
Mas, agindo com bravura, fingindo loucura,
Alcança, sem rima, a erudição.
Poeta nasce por acaso,
Entre um suspiro e outro do caos...
O absurdo me atrai; diante do abismo,
Acelero o passo. O rito sacrossanto
Repete o mantra da má sorte,
Que suplanta qualquer dúvida da esperança,
Que pergunta ao homem sobre a eternidade
O Último Homem Desperta
Despertei tarde — não do sono, mas do mundo.
Acordei no exato instante em que já não havia o que fazer.
Tão lúcido quanto a lâmina da faca que corta o pão seco dos esquecidos.
Não há mais guerra: apenas consumo e propaganda.
Não há mais fé: apenas autoajuda e tutorial.
E eu, cansado de não ter lutas justas para lutar,
me arrasto como quem guarda o último fósforo aceso numa cidade sem luz.
Sou o último homem.
Não porque sou o último a morrer,
mas o último a perceber que estamos mortos há muito tempo.
O Último Grito do Velho Mundo
(ensaio lírico-profético)
O mundo não acabou de súbito.
Ele se gastou.
Como um círio queimando por dentro.
Como a esperança que vira cinza
sem ninguém perceber.
Não foi a bomba,
não foi o vírus.
Foi o ego.
Foi a pressa.
Foi a mentira repetida até virar fé.
As nações marcharam para o abismo
de olhos bem abertos.
Brindaram com vinho podre
à vitória de um rei sem rosto,
de um deus sem alma,
de um futuro sem ternura.
O homem construiu muralhas,
mas esqueceu a casa.
Construiu máquinas,
mas esqueceu os filhos.
Construiu impérios,
mas esqueceu a si mesmo.
O céu chorou.
Mas ninguém levantou os olhos.
Estavam ocupados demais
com as telas.
Com as senhas.
Com os ídolos de carne e marketing.
Veio o colapso.
Mas não foi tragédia —
foi revelação.
A Terra cuspiu os venenos.
O mar devolveu os corpos.
As árvores negaram seus frutos.
E mesmo assim,
houve quem risse.
Houve quem vendesse ingresso
para assistir ao fim.
O último grito não foi de dor.
Foi de desespero.
Foi de quem percebeu tarde demais
que já não sabia amar.
Que já não sabia parar.
Mas —
no ventre da escuridão,
um resto de luz ainda tremia.
Era uma criança.
Era uma canção.
Era uma palavra esquecida
na boca dos justos.
Aqueles que não negaram o coração,
aqueles que enterraram os seus mortos com lágrimas,
aqueles que ouviram a dor do outro
como quem ouve a própria mãe.
Esses não morreram.
Dormiram.
E o paraíso,
em segredo,
começou a sonhar com eles.
O Último Grito do Velho Mundo
Ó Céus, que antes cantastes a glória do Eterno,
Agora vos calais sob a sombra do abismo crescente,
Pois a terra, outrora jardim imaculado, se retorce em dores,
E os homens, feitos à Sua imagem, corromperam a própria luz.
Como um Leviatã que desperta das profundezas esquecidas,
Surge o orgulho insolente, vestindo-se em trevas,
Ergue-se a Babel de vaidade contra os portais do Altíssimo,
E o hálito do Éden se extingue em suspiros de desespero.
Não foi um dia, mas uma era inteira de desvios e promessas falsas,
Onde o mensageiro da luz caiu e fez morada na escuridão,
E a serpente antiga seduziu o coração dos homens,
Fazendo-os esquecer a aliança, a promessa e o Amor eterno.
Ó profetas, erguei vossos olhos além do firmamento,
Pois a trombeta soa com força que estremecerá os séculos,
E as chagas do mundo são abertas, jorrando o sangue do arrependimento tardio,
Mas poucos se voltam ao Cordeiro, e ainda menos o buscam.
Pois o Último Grito não é o clamor das armas,
Mas o suspiro mudo da alma que perdeu seu caminho,
Entre ruínas de templos e cinzas de promessas,
No silêncio que sucede o furor dos deuses caídos.
Passarinho que se foi
E conheceu o mundo
Lembre-se que sua árvore
Seu porto seguro
Ainda tem raízes que te ama
E te protegera da escuridão
Que conheceu
Explorando o Mundo Infraseado
Dentro de cada frase, há um universo de significados ocultos, nuances e possibilidades. Este é o mundo do "Infraseado", onde a verdadeira essência das comunicações se revela.
No âmago de uma frase, reside muito mais do que simples palavras dispostas em sequência. Há emoções, intenções e histórias esperando para serem descobertas por aqueles que se aventuram nos recônditos do Infraseado.
Através da arte da linguagem, mergulhamos nas profundezas de cada sentença, desvendando camadas de significado que transcendem o óbvio. Cada palavra é como um portal para um mundo de possibilidades, onde o contexto e a interpretação se entrelaçam em uma dança sutil de compreensão.
No mundo Infraseado, os silêncios são tão eloquentes quanto as palavras, e as entrelinhas revelam segredos que só os mais atentos podem captar. É um reino de sutilezas, onde cada vírgula, cada ponto, cada pausa, carrega consigo o peso de uma narrativa única e pessoal.
Explorar o Infraseado é abrir-se para uma jornada de descoberta e compreensão, onde as fronteiras entre o dito e o não-dito se dissolvem, e somos convidados a mergulhar na rica tapeçaria da comunicação humana.
Portanto, da próxima vez que você ler uma frase, não se contente apenas com as palavras. Permita-se adentrar no mundo mágico do Infraseado, onde as verdades mais profundas são sussurradas entre as linhas, esperando para serem decifradas por mentes curiosas e corações abertos.
"O homem tem tanto poder.
Veja suas obras grandiosas que cada dia modifica o mundo. E essa tal grandeza levo-os à ganância, de tal forma, que destrói à si mesmo aos poucos...
Agora nos restas esperar a possibilidade de um novo dia, ou não"
Uma paixão.
Eles eram dois sonhadores, claro, viviam no mundo da lua, sim, em um mundo magico repleto de coisas boas. Eles sabiam que as nuvens não era de algodão, eles sabiam, por isso... junto com ela foi o resto das minhas palavra de amor!
- De um romance pela metade 1999
Eu entrei em um sonho infinito da paz mundial onde eu conquistava o mundo com uma campanha pela vida e o direito de viver. O sonho era belo não segurei as lágrimas. Eu imaginei um mundo mágico sem o mal onde o amor estava acima de tudo em uma sociedade que todos se respeitava e se abraçava.
Relato as 2:28 da madrugada.
Um dia conhece uma menina linda que chamava de princesa e anjo. Eu demonstrava todo amor do mundo por ela. Eu me lembro do dia em que comemos pipoca e assistindo, aí do nada você me deu um tapa. Talvez, seja porque o nosso beijo tava muito salgado por causa do sal da pipoca. A sua boca também já tava muito machucada de tanto eu morder e beijar. Mas, se lembre que cada beijo e mordida era atitudes que vinha do meu coração e alma de forma mais pura. Só que nem tudo é flores, eu até hoje não aceito o dia em que você se foi, a sua partida quebrou meu coração frágil pelo fato de eu se entrega por inteiro em todo amor da vida.
TE AMO,
"Eterno amor, amor eterno."
Eles se encontraram por acaso do
universo nesse mundo e existia uma
química tão forte, não de amor a
primeira vista. Mas, amor de outro
mundo. Um amor surreal que nada os
separe mesmo estando distante.
Pois, a alma deles dois continua
juntos se amando por onde seja que
estejam.
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