Poemas que Falam quem eu sou Evangelico
Consciência Consciente!
Tem gente que acha que sou chato
Tem gente que acha que não sou
O mais importante de tudo
Eu cuido dos lugares onde eu vou
Não deixo meu lixo por lá
Não cavo em qualquer lugar
Levo uma vida bem simples
Sem consumo exagerado,
Reaproveito tudo que posso
Para o Planeta e o homem respirar
Fico triste quando vejo
Gente que só sabe degradar
Uns o fazem pelo dinheiro
Outros, porque não aprenderam preservar
Com estes que não aprenderam
É bem mais fácil lidar
Porque quem degrada por dinheiro
Tem a consciência do seu erro
E não aceita mudar.
Me vi no seu nome e o que interessa nessa vida
Não é o que tenho e sim o que sou
Deixa o maloqueiro falar
No seu ouvido o que você quer ouvir
Soneto de amor não correspondido
Amo e não sou correspondido,
sei o quanto isto é patético,
por mais que soe poético,
estar assim tão deprimido...
Me sinto incompreendido,
tal amor nem chega a ser hipotético,
a dor é o que me faz cético,
a pensar no que poderia ter sido...
Não quero viver sonhando acordado,
mas fico a mercê de meu coração,
a caminho do fogo sabendo que serei queimado
cego, louco, entorpecido de paixão...
Triste sina, amar sem ser amado...
Sofrer, sofrer; sofrer... Em vão.
Sou barulho, sou silêncio...
Sou flor, beija -flor
Sou pássaro em voo
Sou menina sapeca, moleca
Mulher que ama, se ama, se quer
Sou um pouquinho de chuva
Sou um montão de ar
Sou tantinho de desejo
Sou um bocado de amar
Sou sol de manhã
Sou um olhar...
Sou paquera na noite
Sorriso na praça
Sou cheia de graça,
Sou garota pirraça
Sou banho de chuva
Sou barco em alto mar
Flutuo, navego, mexo,
Chamego...Chamegar !
Sou como o vinho tinto
No teor da sua suavidade
Embriagues disfarçada
Balbuciando palavras
Sem nexo,fundamentos..
Razão para a paixão,desejo?
Não! Absolutamente. Culpa?! Não pense
Apenas sinta o gosto do pecado
Que num leve impulso guardei
Em sua boca.
Hannah Lessa
Sento ao teu lado,
sensível demais para me perceber
sou invisível e dizes não poder me ver
pois sou eu a suave brisa a tocar o teu rosto
folha seca que cai ao teu encosto
a grama macia em que estás deitada
sou também nuvem para te proteger
a primeira estrela a ser avistada
a chuva a embeber tua pele salgada
também sou sol para te secar,
sou cada gota com teu suor a me envolver
e dentro de ti vou para sempre viver.
Tenho problemas no amor;
No começo sou feliz, no final sofredor.
Comigo as coisas são assim,
Vendo você sem min é uma dor sem fim.
Avante
- Que caminho devo seguir?
- Você é sonhador?
- Sou!
- Deixe as estrelas lhe levar...
E assim pegou a estrada.
O destino é cada passo
Que se trilha,
Cada passo
Uma história,
Um novo mundo.
Pedras no caminho
Sempre vai aparecer,
As pedras se desmancham
Com a chuva,
As pedras vai pela
Rua, e a gente?
- Passa!
...De mim não sei do meu lugar.
Sei que sou fluida e móvel
tão pouco sei de mim e agora menos
quando meu ontem surpreende o meu agora..."
Tudo coopera!
Sou feita de sonhos, grandes sonhos!
Movida pela fé, alimentada por esperanças.
Fé naquilo que agora parece tão distante... Mas teimo em tê-la.
Esperança que não perco mesmo em dias turvos...
E mantenho no coração uma verdade:
Acredito que tudo coopera para o nosso bem.
Até aquilo que nos entristece a alma.
Por isso, por mais que não compreenda...
Aceito o que vier como parte de algo que acontece
Para que a gente simplesmente evolua.
"Quando tentado a julgar
Feito um severo juiz
Devo lembrar que da vida
Sou apenas um mero aprendiz".
Se minha vida daria um filme?
...claro!
Sou protagonista dos meus erros,
mas nunca coadjuvante das minhas decisões.
Tímido pensador, romântico sonhador; sou um alguém de coração humilde, às vezes teimoso e também inseguro, que traz no peito sonhos, desejos e esperanças de dias melhores; como qualquer um, sou um alguém que fecha os olhos para fugir do tempo, de me perder; gosto da tranquilidade do amanhecer, de ver o dia nascer e acontecer.
Aprecio a serenidade do entardecer, das danças das cores do por do sol que com graciosidade, abre alas para o anoitecer se realizar.
Sou de origem humilde, da simplicidade no olhar e sinceridade no coração, que mesmo em meio as dificuldades eu sou grato a Deus pelo dom de ser quem eu sou.
Não sou promiscuo,
Não sou bipolar…
Não sou louco,
Não sou demente,
Nem crente
E nem descrente.
Sou presente moral
Sou ausencia vergonhosa.
Não tenho pensamento lerdo,
Ou tenho?
Só sei que tenho ideias cabulosas.
Não penso só asneiras
Acredite nas palavras desse idiota.!
Às vezes a impressão que tenho
é a de que estou me perdendo dentro de mim mesma
não sei se sou pequena demais pra caber tudo o que sou
Ou se é muita coisa transbordando de dentro de mim
Não me contento com aquilo que me pede pra ficar parada
Vivo de mãos dadas com o movimento
Amo a liberdade
Então se me ama, não me podes
Não queira que seja aquilo que não sou
Não me aperte entre os dedos
Sou essa eterna mistura
quem me conhecer vai acabar se perguntando
ou tentar ficar juntando
a delideza da minha face com a fúria dos meus pensamentos
Sou louca porque me aceito
Sou louca porque não rejeito
aquilo que vem de dentro de mim
Me permito sim
Misturo em mim outros seres
Misturos os meus sentidos nos meus sentires
E amo o resultado dessa combinação
Não sei falar de amor
como aqueles que o possuía
Sou um romântico, na teoria
que não ama como queria
Mas, acredita que um sentimento assim
existe para quem sabe apreciar
A pureza do amor
que todos querem
E tão poucos aprendem a amar
— Você é um idiota.
— Foi por isso que você não me ligou? Porque sou um idiota?
— Não. — Magnus caminhou em direção a ele. — Não liguei porque estou cansado de
você só me querer por perto quando precisa de alguma coisa. Estou cansado de assistir
enquanto você está apaixonado por outra pessoa... outra pessoa que, por acaso, nunca vai amá-
lo de volta. Não como eu amo.
— Você me ama?
— Seu Nephilim idiota — disse Magnus, pacientemente. — Por que outra razão eu estaria
aqui? Por que outra razão eu teria passado as últimas semanas consertando seus amigos
imbecis cada vez que se machucam? E o tirando de cada situação ridícula em que se mete?
Sem falar em estar te ajudando em uma batalha contra Valentim. E tudo de graça!
— Não tinha pensado por esse lado — admitiu Alec.
— Claro que não. Você nunca pensou por lado nenhum. — Os olhos felinos de Magnus
brilharam com raiva. — Tenho setecentos anos de idade, Alexander. Sei quando alguma coisa
não vai funcionar. Você sequer admite para os seus pais que eu existo.
Alec o encarou.
— Você tem setecentos anos?
— Bem — corrigiu-se Magnus —, oitocentos. Mas não aparento.
Às vezes sou pura arquitetura.
Cimento e concreto armado
Linhas duras, ângulos obtusos
Paralelas infinitas, pontos em fuga.
Às vezes sou janelas abertas.
Florida, estampada, esvoaçante
Iluminada. Deixo o vento me percorrer.
Às vezes sou bancos.
Inerte, vazia
Parada, imóvel, espera
Outono ou inverno.
E, às vezes, sou toda natureza.
Viva!
Não sou o que vês.
Muito menos, o que não vês.
Sou a parte de mim que vagueia
sem entendimento algum.
E se a vida é um mistério
e eu faço parte da vida,
não tente me decifrar, então.
Apenas me componho em notas musicais
que ora ouço ora danço.
Mas sempre faço parte do meu
e, amiúde, do teu, tão igual,
indecifrável existir.
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