Poemas que Falam quem eu sou Evangelico
Eu vim te informar que a previsão do tempo para esta noite é que eu não estou nada boazinha.
Vai chover tentação na sua horta!
Eu coleciono esquecimento. Meu abraço é em branco e preto.
Minha dor é cheia de estrelas no que há de mais humano em mim.
Tá parecendo que eu me isolei de todo mundo né? Então. Talvez seja isso mesmo. Talvez eu esteja preferindo o “eu-comigo” só assim me machuco menos. Não queria me tornar essa pessoa fria e meia amarga. Mas as pessoas literalmente me obrigaram. Não queria. Não estava nos meus planos me tornar isso aqui. Mas eu não pude evitar. Ou eu me tornava essa pessoa, ou eu viveria tomando quedas e me machucando pro resto da vida. Desculpa, mas eu não tive escolha.
Casa vazia. Silenciosa. Ninguém dentro dela, à não ser eu. Um livro na mesa, e uma xícara de café quente na mão. Frio que fazer arrepiar. Você na minha cabeça. Inspiração batendo na porta. Vontade louca de escrever tudo que sinto. Vontade louca de alguma coisa. Vontade louca de ter que você aqui pra tomar café quente comigo, e assistir um filme enrolados num cobertor grosso.
Ultimamente eu tenho tido uma vontade constante e frequente de ir à algum lugar calmo, de preferência um lugar onde eu tenho uma vista privilegiada da natureza. Uma vontade de sentar em um muro qualquer e olhar pra o nada. Pensar em tudo que anda acontecendo dentro de mim. Na verdade eu nem tenho entendido o que anda acontecendo dentro de mim. Mas talvez, pensar um pouco me fizesse melhor. Levaria meu fone de ouvido, claro, e ouviria aquela minha musica, aquela que me acalma. Essa vontade é um tanto estranha e sem sentindo. Mas pra mim faz sentindo. São minhas paranóias. Minhas vontades loucas. Ninguém precisa entender. Somente eu. Só eu sei o quanto me faria bem.
Eu não vivo de poesia, vivo na poesia... dentro de um poema louco, com pitadas de poetas e poetisas... temperado com a eventual falta de censura de Bilac, o magnetismo de Fernando Pessoa, o abstrato de Drummond, as borboletas de Quintana, o amor de Vinícius de Moraes, a verdade invasiva de Martha Medeiros, as canções de Lya Luft, as contradições de Clarice Lispector, juntos todos e misturados, num roteiro de filme de Almodovar...
"Já tive vontade de me jogar do décimo andar.Tudo por causa de voce. Depois eu pensei:Se eu faço isso, ele vai me ver tão estraçalhada, quanto o que fez comigo a vida toda. Desisti. Sou mais eu inteira."
"A noite é tão bonita. Tenho um caso de amor com ela. Mas eu deixo que as ondas da lua ou das estrelas, me façam amar o que sinto quando vejo a escuridão.E isso na beira do mar.Onde só existe o infinito. Onde eu habito por que amo sem parar".
Eu nunca quiz que dissessem que eu era santa. Santos estão no céu e não se comprometem.Nós mulheres devemos ser bem atacadas, maliciosas, dominadoras, afoitas.Os homens gostam de que somos destranbelhadas. Nunca ví nenhum homem gostar de uma mulher que não fosse anormal".
Eu nasci pra viver em vários lugares ao mesmo tempo, conhecer gente nova todos os dias e encarar cada amanhecer como um novo desafio a ser vencido.
"Vai lá pra ver se eu te amo. Dá uns giros...Se achar que deve voltar, volte. Senão, continue girando que um dia voce encontra quem te ame mais.Bobão".
/É como eu sempre digo: tudo, por mais difícil que pareça, por mais impossível que juremos ser, acontece como deve acontecer. As coisas certas voltam para os seus devidos lugares. Quando tem que ser, simplismente é!
Eu tentei, semeei em uma terra infértil,quis cuidar de um jardim onde as flores não queriam mais nascer.Reguei árvores em que já não havia nenhum vestígio de vida.Esperei resultados impossíveis,desafiei fronteiras inquebráveis,me esperancei. Não adiantaram os meus adubos, nem as lágrimas que usei para regar a plantação.De um canteiro que insiste em não florescer,não há como forçar que se brote frutos bons.
Foi no momento em que decidi mudar para agradar alguém, que eu me perdi de mim. No momento em que eu decidi me aceitar como sou, com meus defeitos e qualidades, e só mudar quando julgasse realmente necessário, me encontrei, e perdi algumas pessoas. Mas sinceramente, não sinto a menor falta delas. Quem disse que tudo o que se perde, tem valor?
Em relação a morte, não é exatamente pro céu que eu quero ir, quero ir pra onde for minha família e meus amigos.
E quando eu pensei em jogar tudo pro alto e desistir, Deus me provou que continuar caminhando era a melhor solução.
Não acredita em Deus? ok, então você não acredita que eu existo. Porque a minha vida é um milagre Dele.
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