Poemas que Falam de Verdade
Amigos de verdade não precisam falar sempre, pois a existência de um está sempre em comunhão com a existência do outro, indefinidamente.
Liberdade, Igualdade e Fraternidade, sem estas três máximas operantes de verdade no exercício da arte real, o ideal maçônico por vida e verdade, não há como existir.
O bairro de Copacabana, quando chove de verdade é um paraíso, das ratazanas, ratinhos e baratas mas quando esquenta se torna outro paraíso de menores assaltantes, arrastões no asfalto e pedintes generalizados. Os maus administradores da cidade, ainda acham que morar na zona sul é de graça.
O Palácio Maçônico do Lavradio, não foi construído exatamente para isto. Na verdade em 1838, a verdadeira história do casarão, remonta ao início do século XIX, quando o efeminado artista português Victor Porfirio de Borja começou a construir no local um teatro, que abriria as portas para competir com recém inaugurado em 1813, que se chamava Real Theatro de São João, localizado na Praça Tiradentes, que hoje é o Teatro João Caetano. Por falta de dinheiro, o artista português, não conseguiu concluir o projeto, e várias lojas maçônicas fluminenses se juntaram e resolveram formar a Companhia Glória do Lavradio para financiar a compra do imóvel, que resultou na compra. Logo o imóvel foi adaptado para uso da tradicional filosofia maçônica mas muita coisa do projeto original do Teatro, permaneceu.
Ninguém no mundo de verdade consegue estar feliz o tempo todo, pois as dores, as tristezas, as saudades, os ressentimentos, as incertezas e as fadigas envolvem a alma de repente, vindas do nada. Isto acontece com todos que são normais, sentimentais e humanos, pois os que estão sempre alegres são loucos, insanos, tem um esquecimento patológico e mórbido, só acreditam no agora e toda historia e pessoas de sua tola e bastarda existência ou insistência, apagaram, jogaram fora.
Na verdade, eu não sou mais que ninguém, nem muito menos também. Sou do tamanho exato de todo bem que pude fazer e fiz, e busco com meu espirito livre, transmutar as desigualdades, colorir a vida e ser feliz.
Por que amo tanto o amarelo, por que todo sangue dos mamíferos na verdade é verde e amarelo, a cor vermelha é devido à presença da proteína hemoglobina nas hemácias, que contém ferro e reage com o oxigênio. Constatei isto quando estudava no laboratório na Cruz Vermelha, bem sugestivo isto, ser as principais cores de nossa bandeira.
Não se consegue ser forte o tempo todo, na verdade nem tem porque, somos seres humanos, suscetíveis a fracassos, a dores, tristeza, fúria... E tudo bem, mas não alimentamos a frustração por mais tempo e com mais sustância que a superação e o seguir em frente! Quando nos colocamos sob a Direção Divina é nos Propósitos Dele q devemos trilhar, então sigamos, sequemos as lágrimas, prumemos o corpo e vamos, larga mão de ser besta, abracemos a causa do Senhor dos Senhores e sigamos mais que vencedor Em Cristo Jesus! Feliz dia novo!
Quem julga sem ouvir todos os lados corre o risco de ser injusto. A verdade nunca fala por uma só voz.
Todo cristão que deseja manejar bem a Palavra da Verdade precisa da exegese para entender o que o texto de fato diz e da hermenêutica para aplicar o que ele realmente significa. Sem essas ferramentas, corre-se o risco de interpretar a Bíblia com base em achismos, em vez da verdade.
De acordo com 1 Pedro 1:22, a purificação da alma acontece pela obediência à verdade (o evangelho), e essa purificação não é apenas espiritual ou interior — ela se evidencia em um amor fraternal sincero, nascido de um coração transformado.
Um pai tem a obrigação de ensinar boa conduta aos filhos, um pai de verdade, também fará uso da mesma conduta que pretende ensinar.
O momento é de valorizar e aceitar a verdade, aliás sempre foi, e parar de dificultar a própria e a vida alheia, mentiras são mentiras, mesmo que maquiadas para a aceitação geral, irresponsabilidades compartiĺhadas em whatsapp, Facebook etc, são comportamentos de pessoas sem o mínimo de bom senso ou caráter, a realidade está batendo à porta de todos, precisamos ser autênticos para o nosso próprio bem, aceitar a realidade e primar pelo bom senso em prol dos recentes acontecimentos e perigos reais para que possamos ainda ter um futuro
Nos ensinaram que os extrovertidos são mais maduros e equilibrados. Não é verdade, muitos são sociáveis porque não suportam ficar sozinhos.
A verdade é que a maioria dos seres humanos são profundamente ignorantes e dogmáticos, e muitos são felizes assim.
É uma alegria ler um poema, sim, mas quem o lê com verdade sabe que por trás de cada verso há um abismo. O poeta canta porque não pode calar a dor; ri, porque não suporta chorar sempre. A sua alma criativa é um reflexo da crise, um espelho partido que devolve a luz em estilhaços de beleza. Que importa que o poema brilhe, se foi forjado nas trevas? Que importa que a palavra dance, se quem a escreveu mal se sustenta em pé? A obra é a fuga, o grito abafado, o sorriso que se desfaz no rosto antes de chegar aos olhos. Lemos e sentimos o êxtase da criação, mas esquecemos que o criador muitas vezes se consumia na chama que nos aquece. A arte é o suicídio adiado, o último suspiro antes do naufrágio. E, no entanto, quanta luz brota dessa escuridão! O poema é alegre porque a tristeza, quando pura, já não sabe nomear-se. E nós, leitores ingênuos, bebemos do veneno como se fosse mel, sem perceber que a doçura vem do mesmo fruto que envenenou o poeta. Mas não importa. A obra está acima do autor, e a beleza sobrevive ao caos que a gerou. Ler um poema é conversar com um fantasma que ainda não sabe que está morto, e, nesse diálogo, ambos, vivo e espectro, encontram uma paz que a vida lhes negou.
Os que abre mão da humildade, na verdade, abrem mão da própria vida, porque só os que se mantém humildes continuam respirando.
