Poemas que Fala sobre Adeus
Adeus Rubro Negra
Não choras,creio que tudo esta bem
Sei que morres de amores
Pois era um pedaço do teu ser
Que se apagava antes da festa Rubro-negra
Dói na alma eu sei,o céu nevoento
Brincava sorrindo
Querendo ver a galera gritar
Amava-o como sua propria vida
Daria a sua vida a chamas
Daria seu ser as alturas
Não choras,
Levou-o pelas mãos seu destino
A alegria que só agora vivia
Levando-o ao Maracanã
Ver a bola rolar
Não parta assim uma vida
Não leve assim uma vida por sua vitoria
Que vitória? Não a vi
Só sei que custou minha felicidade minha vida
Afastou-me do Rubro-Negro
Adeus Rubro-Negro.
ADEUS
Espaço vazio
Antes tudo agora nada
Arrastaram ele para o mundo desconhecido
Se o tempo passou
Um paraiso de encanto ficou
A rolar emitindo o nada
Triste ficaram as flores
Os rios parecem morrer
Saudades parecem ficar
Risos perdidos no ar
Esvaiu-se a alegria
Calado,paraiso ficou a chorar
Hoje a nós parte de amores
Hoje a nós fazem lembrar .
Paris, 2012
(...) Ele não tinha entendido que meu "adeus" era por raiva momentânea. Que depois ia passar e eu voltaria correndo, e mais, que eu queria que ele estivesse com os braços abertos esperando a sua Clementine. Ele não entendeu, assim foi feito como eu havia pedido, ele de fato, se foi!
De qualquer forma, um adeus
Precisava vê-lo o mais rápido possível; Não suportava a dor de saber que ele iria embora.Tinha a certeza de que se ele fosse, nunca mais o veria.
Numa noite fria de inverno, saiu para encontrá-lo, para pedir que ficasse, pensou duas vezes antes de ir, pois se fosse poderia sofrer uma grande decepção se ele não resolvesse ficar; Más por outro lado, se ficasse de mãos atadas não iria se perdoar por não ter tentado. Por isso foi de uma vez!
Já na porta, queria dá meia volta, só que respirou fundo e tocou a campainha... De repente, à meia luz, a porta abriu-se, e ele com um olhar feliz porém profundo a mandou entrar.
Ela entrou, sento-se no sofá e com o rosto cheio de expectativas começou a perguntar-lhe se iria mesmo? se a deixaria? se isso realmente era verídico?
Ele com a expressão desapontada, revelou que não poderia deixar ir; Pediu que o perdoasse, más por nenhum momento pediu-lhe para esperá-lo.Foi o que mais doeu na mesma que não mais tinha sede de viver.
Saiu pelas ruas atordoada, sem saber o que fazer daí pra frente, pra onde ir, chorava muito, estava fora de si...
Percorrendo a rua com aquela cena alojada em sua mente, só deu tempo de olhar os faróis acesos...Eis que o previsto aconteceu...O barulho da pancada foi tão forte que incomodou os ouvidos do rapaz.Saindo em direção à porta, ficou perplexo com o que viu; Aproximou-se dela, desesperado segurou suas mãos, se olharam nos olhos e ela dormiu, dormiu e não mais acordou.
Com o passar do tempo, a culpa que ele sentia foi aos poucos se amenizando.Mesmo ambos separados por um plano maior, ela o visitava sempre em seus sonhos e neles repetia constantemente: - Não vá embora, não me deixe sozinha.
Escrito No Céu
Tudo acabado, não te vejo nunca mais
Simplesmente, sem palavras, apenas um adeus
O que era tão lindo, de repente se perdeu
Um pro outro, toda vida, nós dois perante Deus
Um jeito de amar que o tempo esqueceu
Mesmo que eu esconda tudo aquilo que eu sentir
Não pergunto, não respondo, eu posso até mentir
Sei que foi um grande amor, mas devo desistir
Te amando para sempre, sem nunca compreender
Como um infinito amor foi se perder
Está escrito lá no céu
Qual de nós seria o réu
Merecemos tanta dor
Um castigo tão cruel
Vem de Deus a punição
Ele um dia colocou
O paraíso em nossas mãos
E logo nos tirou
Nada vai poder mudar
Não há nada a decidir
Sem saída, sem mais chances, não há pra onde ir
Sei que foi um grande amor; mas devo desistir
Escondendo o que sinto, não quero mais criar
Um castelo de ilusões pro vento desmanchar
Está escrito lá no céu
Qual de nós seria o réu
Merecemos tanta dor
Um castigo tão cruel
Vem de Deus a punição
Ele um dia colocou
O paraíso em nossas mãos
E logo nos tirou
Vêm de Deus a punição
Ele um dia colocou
O paraíso em nossas mãos
E logo nos tirou...
Por que dizer adeus?
Nos tempos velhos da infância;
A fantasia do dia nos consome;
Sol e chuva em mesma estância;
Abstinência de banho e fome;
As ruas nos pertence em alma frágil;
Não há nem penitência ou alvará;
O dia não cede à noite o sufrágio;
E todos os dias vem cedo nos acordar;
Então por que dizer adeus?
Essa palavra tão triste e nostálgica?
Adeus de tantas maneiras
Simples, subjetiva, discreta, cálida.
Então por que dizer adeus?
Não há de formas meigas
O adeus que herda lágrimas
São fendas no abismo
O momento que se afaga
Subitamente
em silêncio nossas almas.
É. Eu amo muito você, não é o suficiente. Eu amo o pó e você a erva. Nós apenas dizemos adeus com palavras.
Pra você, esse você que eu nem conheço.
Quando o sangue escorre e diz adeus.
Outro primo surge em seu lugar.
Coisas que não farão sentido para o leitor.
Analistas tentaram.
Não se apresse, não é um desafio.
Sim, eu espero a minha vez de ser imortalizado.
Preciso ler para relembrar, algo acontece.
Canso o corpo, mantenho a mente acordada.
Olho para direita e só vejo, ouço e escrevo letras antiga.
Viver contigo é tão bom
Que o adeus
Parece sonho
De aproveitar o tempo que
Tenho ao seu lado,
Ainda,
Esqueço que te vejo
O dia todo
É por que
Vás
Quando fores
Quem sabe
Acordarei
Do sonho
E voltarei chorar
“Palavras que não devem ser faladas”
Adeus...
...a despedida já é maculada por uma profunda dor, quem diz adeus perde um amor, o sorriso que murcha a flor, estandarte de horror, caminhos que representam extremo torpor.
Te odeio...
...um coração a beira da morte, sei que minhas palavras não estão escondidas em um sacrário, mas odiar alguém é muito forte, brisa leviana que acompanha a morte.
Não te amo...
...teu amor pode não ser perfeito, só não tente magoar quem ama inocentemente, trabalho árduo é fazer crescer um amor dormente, nunca diga algo capital, martírio carente.
Perdão...
...se tuas palavras se limitam a apenas perdão, desculpe, mas você perdeu parte de seu coração, perdoar é divino, não pertence a você, ame com juízo, não pretenda entender.
Adeus
Quem me dera poder te entender,
Quem me dera saber decifrar o que me diz o teu olhar...
Se ao menos eu pudesse parar de te querer,
De pensar em como pode dar errado...
Uma coisa tão simples que conseguimos complicar!
É difícil de aceitar... De ver tudo acabado...
Sem o teu olhar, sem a tua atenção, sem teu toque...
Sei que não tem volta e nem quero que tenha.
Você não deu valor quando me teve em tuas mãos;
Não vou negar que isso dói no coração,
Mas minhas lágrimas vão secar, vou te esquecer...
Só queria que soubesse como me sinto,
O quanto tenho sangrado por dentro...
Mas agora eu te peço distancia...
Não quero mais sofrer por você;
Cansei de chorar e de te olhar com esperanças...
Dizer adeus nunca é fácil,
Mas não precisava sair da minha vida sem explicação.
Como eu não sou igual a você e nunca fui,
Eu dispenso a tua presença pra sempre...
E quando você olhar pra trás e não me ver,
Saiba que estarei nos braços de quem não sabe machucar como você...
Garota como a mim se amargurou
Chorou como eu a mesma dor
E teve que dizer adeus
A quem mais amou.
É triste de mais
Quando perdemos alguém
Parece que nos roubam a paz
Mas agora está bem,
Sorri, dança, brinca, canta
Como ninguém
Amar é
Com uma breve despedida
O meu amado disse-me adeus
Chorei, fiquei triste,
Mas conformei-me.
Foi um rápido adeus
Sentirei a tua ausência,
Mas a tua presença
No meu coração será permanente,
E ele baterá a cada lembrança tua
E se alegrará, pois amar é:
Ter em quem pensar
E pensarei somente em você
E farei desse amor
Uma eterna lembrança
Porque amar é
Acima de tudo amar a Deus
Ele é amor
Amar é amar você
sol pereira
Dizer Adeus.
Calar a boca, não pronunciar a palavra. Arrumar o passado num espaço amplo e arejado, equilibrado em separação de tempos, vontades, idades e mentalidades.
Olhar em frente, não voltar atrás. Dar a mão a quem te quer em coração.
Beijei-vos como se vos fosse ver amanhã. Em mente guardei um “Até logo”, “Até já”, mas dos lábios saiu um “Já vou…”.Em retratos vos levo, mas meu coração ficou.
Escondi a lágrima da mais simples dor. Aquela que te prende à vida, e em seguida te dá a proposta de uma ida sem volta, onde brotam sorrisos, beijos apaixonados e “Bons dias” acarinhados.
Vi-te chegar perto, e não pedis-te para ficar, mas foi como se falasses em desespero sem nada dizeres. Como te conheço… pedaço meu!
Não te deixo, levo-te comigo. Não posso viver sem ti, e é grande o meu desalento cada vez que sinto que não estás presente.
Um misto de exaltação por começar longe, com a tristeza de não te ter perto.
Conjunto de alegria partilhada em estado de euforia.
É a necessidade de mudança, para criar esperança. É um mundo novo, um crescimento repleto, onde me completo em Ser. Onde me encontro em passado, presente e futuro. Onde sinto que a minha vida pode ser Tudo.
E Tudo será como sempre sonhei, com degraus que não desejei, mas com a força e a luta a que me habituei.
Com quem preciso do meu lado, com quem quiser ficar, com quem me olhar de forma real.
Recuso seres fúteis, recuso olhares banais, recuso palavras vazias e vozes sem som. Recuso quem não é ninguém…
- Olá nova vida!
- Bem-vinda Catarina!
Adeus
Minha inspiração
Deita morta a sete palmos do chão
Junta aos vermes que aceleram minha decomposição
O corpo, um dia célebre
Agora fede, apodrece
Não fala, não pensa, perece
Sirvo-me da companhia das criaturas subterrâneas
Que sobrevivem da fatalidade alheia
Tal qual o invejoso, de caráter desfalcado
Funesta realidade, triste sinceridade
Guarda a conclusão angustiante de um ciclo
Que se basta sem desejar mais tempo
Bernardo Almeida
ÚLTIMO ADEUS
Em um barracão
Um velho no leito de morte
Sentindo muitas dores forte
Seu cavaco ele pediu
Com dificuldade
Sentou a beira da cama
E ali ascendeu uma chama
De uma inspiração febril
Sentir!
O meu corpo todo arrepiar
Com a presença de seu orixá
E sambistas
Que viveram no nosso Brasil
Como candeia
Um testamento ele deixou
Na cartola um buquê de flor
E ali mesmo desencarnou
Vem sinhô, Xangô e Mumun dá Mangueira
Clementina e Silas de Oliveira
Noel Rosa e adonirammmm
Jovelina, athaufo e Geraldo Pereira
Aracy, Babão, João Nogueira
E o povo dá tamarineira
Beto sem Braço, Clara nunes, Décio dá Viola
E as rosas do Mestre Cartola
Seguirá no seu caixão
Adeus.
É, acho que chegou minha hora, cansei.
Cansei de tentar agradar a todos, e, ao mesmo tempo, ser rejeitado pelos mesmos. Tentar ser o amigo nos momentos em que os outros precisam, e ser retribuído com outra intensidade, apenas sendo tratado como um simples indivíduo.
Não, eu não aceito isso, desejava ser chama, onde existe apenas faíscas. Ser luz, onde a escuridão se fazia presente. Ser amor, onde o ódio é a principal lei. Ser felicidade, em lugares em que a tristeza reina.
Mas, não deu. Não consigo. Não consigo mais tratar apenas como amiga, quem eu queria que fosse minha companheira na vida.
Infelizmente, “a reciprocidade não nasce na intenção de um só”, e isso me doía, dói e ainda vai doer, por isso, acho que chegou a hora de eu dizer, Adeus.
OUTONO.
Márcio Souza
Que renovem as folhas no Outono,
Dando adeus às paixões do verão,
Que venham amores e sonhos risonhos,
Pra aquecer no inverno o coração !
Adeus Nostalgia
"Embora pareça delirante, meu canto é confiante
Entre sons e letras, faço da vida melodia
Não busco aplausos, apenas harmonia
Pois o que canto é o coração que sente
E quem se assemelha, não apenas ouve, entende!
E mesmo que meu canto hoje seja nostalgia
Amanhã é outro dia, faço nova cantoria,
Tantas vezes quanto for necessário, até dizer adeus
a nostalgia"
Adeus ao cerrado
Oxalá
Que eu volte então
Para o poetar de lá
E assim na retribuição
Só saudade sinta de cá
Oxalá
Que de lá eu só despeça
Em breves idas ali e acolá
E então volte bem depressa
Sem ter que servir de escala
Uma coisa é certa, a gratidão
O cerrado foi recompensa
E um bem ao meu coração
Luciano Spagnol
Maio, 2016
Cerrado goiano
