Poemas que dizem sobre Contos de Fadas
um poeta, no caso poetisa
pode escrever
sobre tudo o que quiser
sem ser absolutamente
taxada
excomungada
encarcerada
apedrejada
xingada
insultada
podemos pensar
dizer e escrever
sobre o infinito
a natureza do amor
e de Deus
os sentimentos
a alma
e ficar por isso mesmo
às vezes pra quem lê
não é importante
mas pra quem escreve
descreve junto
o que vai no espirito
e no coracao
é libertador
é o amor
em forma de poema
e de paixão!!!
Só dói...
Hoje só dói...
Hoje não sei de mais nada seu...
Onde está? Com quem está? O que faz?
Se está feliz?
Hoje já não sou nada pra você...
Hoje ninguém se importa mais...
Não existe mais nós dois...
Só existe nas minhas lembranças..
E eu insisto em lembrar só das boas...
Não sei pq as ruins nem passam na minha mente... Elas foram apagadas.. E eu nem porque...
Eu nem nem porque tudo isso aconteceu...
Hoje eu abri o filtro dos sonhos e meu sonho era abrir em Londres com vc...
Só lembro de vc quando vejo e escuto Londres...
Virou uma palavra proibida pra mim...
Porque dói...
Eram nossos sonhos juntos...
Era uma esperança...
E hoje só dói...
Só dói....
Todos nós já tivemos momentos,que gostaríamos de mudar,mas será que seríamos os mesmos?
Por mais que as pessoas continuem lembrando do passado,e jogando ele em você,e mesmo que você tente compensar?
Todos cometemos erros, e as pessoas vão lembrar deles antes do que você fez para compensar,na maioria das vezes sabe no que dá? Em nada,nada, é nisso que dá.Então você que fala os meus defeitos tenho uma coisa para te falar: Como vi uma vez em um livro a palavra tanto faz pode significar foda-se,então tanto faz você
Uma vez li na sinopse de um livro a frase “ todo homem tem seu motivo para viver e sua culpa para morrer” na época achei só mais uma frase,hoje vejo que não é apenas mais uma pois traz e emiti um significado muito grande,porque tem vezes que pensamos que somos só mais um no mundo tentamos entender qual é o nosso objetivo nessa vida, o que uma força divina espera ou planejou para nós.
Eu sendo bem sincera acredito e não acredito no destino, tenho meus motivos mas também não acredito que ele não exista, sou meio contraditória a minha própria opinião
Sem um dia eu morrer,espero que meus amigos lembrem de mim.
Espero que a Afrodite finalmente saiba o significado de amar
Espero que a Coreana saiba o que é ser aceita,por ser quem é
Espero que o Godinho conquiste tudo o que quer
Espero que a Hades viva uma aventura de cinema
Espero que a estressadinha finalmente consiga ficar com o João do Herik
Espero que o Aliel saiba o que é ter vontade aprender e
Espero que o idiota seja feliz
Bom,muitas pessoas acham que gostar,se apaixonar e amar são a mesma coisa,e não são,mas só uma pessoa que passou pelas três vai saber a diferença.
Gostar é se interessar,achar a pessoa bonita,carinhosa,e as vezes misteriosa
Apaixonar é ser cego e só ver as qualidades,achar que a pessoa é perfeita
e Amar é você saber os defeitos da pessoa,os medos,o que a faz rir,e o que ela ama e mesmo assim querer estar com ela,saber que vão ter altos e baixos,brigas bobas e discussões feias,e mesmo assim querer estar com essa pessoa
Ao caos decidiu tornar hermética e incompreensível a si mesma,
Jovem e pequena Nephele, diante das desavenças da vida!
Se no mundo não há sentido, porque nos versos hão de ter?
Oras, saudosos, não carrego mais em minhas palavras
A verdade dos mil dias em que sorri à abóbada e
Esbravejei que dentro de mim resistia à vida!
A morte resiste dentro do ser que ousa chamar a si de vivo,
O não-ser pôde se tornar a única e indescritível vontade de expirar o último suspiro em direção ao zéfiro!
Terra, grande Mãe e Criadora do Céu e do Inferno,
Imploro, por meio deste Apóstrofe desiludido,
Que leve consigo todo o temor substancial e arrependido de meu ser,
E que traga, em sua bagagem, a mocidade
Que se perdera onde não se tangem mais os devaneios juvenis!
Terra, detentora de tudo – inclusive de meus pensamentos –
Encubra o meu doloroso cerne e limite-o
A temperança duma bebedeira comum!
Portadores de subjacentes e melodiosas almas,
Correndo ao infinito, ver-te-ia entrar, abscôndito, em vosso próprio túmulo contemporâneo.
Sabor doce advém do arcaico, cultuarei, pois bem, a falta de modernidade
E gritarei ao além que minh´alma volte apenas por duzentos anos
Num tempo em que agridoce era o sabor da sociedade,
Ora corajosa, ou ora repleta de verdade!
- Ela diz - porque agente ñ namora ?
Ele diz- calma tudo tem sua hora
Ela diz - está me recusando ? você já vem falando isso a tempo
Ele diz- tempo que venho falando ? erá pra vê até aonde você eria suporta espera
Ela diz - oque falta tão ?
Ele responde - nesse momento nada , hoje tenho certeza que você me ama
isso é pra você aprender que tudo que começar com Precipitação , terminar cedo .
enfim que ama é resistente qualquer momento .
Comentários Sobre o Estatuto de Poeta de Silas Correa Leite
Por Mestra Dra. Alice Tomé* Portugal
Viver em Arte poética é entrar na dimensão do infinito sem procurar razões, e, como tudo tem um princípio e um começo a ideia deste comentário para o Estatuto de Poeta nasceu das inter-relações via Internet do grupo «Cá Estamos Nós» criado por Carlos Leite Ribeiro, jornalista, poeta e ensaísta português.
Se toda a canção é um poema, - para quem nasceu quase a cantar, dizem – é uma honra muito grande esta solicitação de comentar a obra – Estatuto de Poeta - de Silas Corrêa Leite, poeta e professor, que como todos os Estatutos são o caminho que se deve seguir para atingir os fins; e, como ele próprio escreve «Ser poeta é minha maneira/De chorar escondido/Nessa existência estrangeira/Que me tenho havido».
Uma maior honra ainda porque não trilhando directamente os caminhos científicos de Artes e Letras mas, sim, de Ciências Sociais e Humanas, e mais precisamente da Sociologia da Educação, a questão poética é algo que brota naturalmente em mim, como o riacho que nasce na montanha e vai escalando os espaços até se tornar uma força corrente e se juntar a outras correntes que lhe dão ainda mais força, e onde tantas vidas vão beber, alimentar, refrescar, repousar, sonhar, criar (…), e, em terras de Beirãs, do rio Côa os antigos contavam: «Quantos moços…Quantas moças?/Lenços brancos aí lançaram?/A corrente os arrastou/E sua benção partilharam…(Alice Tomé, Café Literário3, Editores Associados & Blow-Up Comunicação, São Paulo, Brasil, 2002)»
O Poeta e Educador Silas Corrêa Leite já tem um longo caminho poético percorrido, feito de experiências vividas, aprendidas, interiorizadas e como ele diz: «Não somos brancos, vermelhos, pretos, ou amarelos/Somos a Raça Humana…». E, para melhorar esse caminho «humano» nasce o Estatuto de Poeta que, por certo, logo no artigo 1º não deixa dúvida da sua grandeza e ambição na procura da Felicidade: «Todo o Poeta tem direito de ser feliz para sempre,…». Essa procura da Felicidade – essência da pessoa – que cada Ser vive e procura à sua maneira, que se mostra e esconde e não tem retorno; ou se vive ou não existe, algo sem definição, como a própria poesia, existe, sem mais, e, diria Manuel Bandeira «O verdadeiro poeta não acredita em Arte que não seja Libertação».
Bebe-se a água cristalina da fonte, bebe-se o vinho de pura casta que sacralizado se transforma em vida…,e, pensa-se poesia no silêncio ou na celeuma, porque poeta está para além do tempo e da razão, «…Poeta bebe…(artº. Quarto)».
Todos os Artistas transgridem as normas sociais, todos saltaram barreiras, todos, no sentido da normalidade, fizeram loucuras porque a deificação da Arte e Poesia é cósmica, é mística, é dogmática, e, o seu criador é uma mistura/mélange disso tudo, onde a Estética criadora existe na «Sonsologia do Ser, do já vivido ou do já sentido, (Mario Perniola)», e, nesse cruzamento de Olhares, visões e sensações nasce a obra, criação sua, fruto seu e sempre único, mesmo que em algo se assemelhe à Escola de uma vida feita de «Retalhos e Colagens» que os Autores (re)criam dando-lhe outra dimensão, outra existência, outra roupagem, à maneira de Miguel D’Hera ou de Eduardo Barrox e tantos outros…O artigo décimo, deste Estatuto de Poeta, transporta-nos até essa dimensão natural : «Poeta poderá andar vestido como quiser…».
A poesia vive-se, dá-se, partilha-se entre amigos, e, nesse acto de solidão, de sensualidade, de saudade, de comunhão que nos transportam os versos de autores, pertencentes ao passado e ao presente, grandes vultos poéticos que marcaram a nossa identidade Luso-Afro-Brasileira, como: Luís de Camões, Gil Vicente, Almeida Garrett, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa, António Nobre, Florbela Espanca, Miguel Torga, António Gedeão, Vergílio Ferreira, Amália Rodrigues, Jorge Amado…, e, dando continuidade a essa veia poética estão Autores actuais: Flávio Alberoni, Ana Paula Bastos, Ângelo Rodrigues, Alice Tomé, Eduardo Barrox, João Sevivas, Manuel Alegre, Américo Rodrigues, Silas Corrêa Leite, Von Trina, José Ronaldo Corrêa, Valmir Flor da Silva…,e, tantos, tantos outros, são os testemunho universal e eternizante do poeticamente existindo e vivendo a dimensão Humana sempre aprendendo e criando.
«Sinto que algo se separa neste instante./É uma parte que se vai/ e já me deixa saudades…(Alberoni, Café Literário1, Editores Associados & Blow-Up Comunicação, SP, Brasil, 2002)»
Poeta luta pela paz mesmo no meio do “caos”, é irrequieto, irreverente, porque igual a si próprio na procura incessante do “Ser ou não Ser”, do “Estar ou não Estar”, “do Viver ou não Viver”, porque poeticamente sonhando e criando essa outra existência telúrica onde a Musa - da Arte poética – queima convenções formais e se torna «Pau para toda a obra…(artº vigésimo segundo)», e, aos que a saudade Lusa herdaram, ou a vivem, seja onde for, saia a POESIA do anonimato, divulgue-se este Estatuto de Poeta, viva-se em poesia e abra-se a porta do infinito…assim o esperamos.
*Mestra Doutora Alice Tomé – Portugal - Texto inédito criado para Estatuto de Poeta, de Silas Corrêa Leite de Itararé-SP/Brasil», aos 10 de Maio de 2002, Lisboa, Portugal.
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*Alice Tomé é Professora Universitária, Socióloga e Educóloga, Poeta, Ensaísta, e Doutora em Ciências da Educação, Directora da Revista ANAIS UNIVERSITÁRIOS – Ciências Sociais e Humanas, Editora da Universidade da Beira Interior (UBI), Covilhã, Portugal, e Responsável das Relações Internacionais Sócrates/Erasmus do Departamento de Sociologia da UBI; <"http://atome.no.sapo.pt/index.htm>; . A autora, além das publicações poéticas nas Antologias: POIESIS IV, (2000), e, POIESIS VI, (2001), da Editorial Minerva, Lisboa, colabora, em várias «Revistas Electrónicas», (sites na WEB): «Andarilhos das Letras», «Café Literário» - São Paulo, SP; «A Arte da Palavra»; «Grupo Palavreiros»; «3D gate»; «Rio Total»; «Jornal de Poesia»; Brasil; e, em Portugal, nos sites «Cá Estamos Nós» - Marinha Grande; «terranatal» - O Portal de Portugal; e, «URBI ET ORBI» - jornal on-line da UBI, da Covilhã, da Região e do resto.
Tem vários livros publicados, sendo também Autora – Coordenadora da obras: «Éducation au Portugal et en France. Situations et Perspectives, Editions de L’Harmattan, Paris, 1998; «Terra Vida Alma. Valongo do Côa», Editorial Minerva, Lisboa, 2000. Recentemente publicou: «Sociologia da Educação. Escola et Mores», Editorial Minerva, Lisboa, 2001.
Alice Tomé é Beirã de gema, Portuguesa de «jus sanguinis», amante da vida...de Lisboa e Paris (e Covilhã onde trabalha).
Nasceu em Valongo do Côa, Sabugal, Guarda, Portugal.
Quando a tristeza bate em mim, quando tudo descarrega sobre mim, olho pra frente e me vejo aonde eu quero está, com quem eu quero está, estou passando momentos difíceis e nenhum amigo veio me procurar, ninguém me mandou mensagem, o que fiz pra merecer isso? A verdade que só tenho amigos sugadores!!!!
"Essa é a coisa complicada sobre rótulos. De vez em quando, eles nos dizem tudo o que precisamos saber. Mas na maioria das vezes, é apenas uma parte muito pequena da história. Esbofetear uma ou duas palavras sobre uma pessoa pode piorar as coisas. Na realidade, nada é tão simples como o rótulo que lhe damos.
Neste momento, o rótulo em mim diria, "de coração partido, extra grande". Mas a única coisa que você tem que lembrar sobre rótulos ... Eles só importa se você deixá-los ficar."
Dizem que quando a gente se apaixona parece que caminhamos sobre as nuvens.
Más ninguém sabe dizer o que sentimos quando nos apaixonamos, estou padecendo em confusão, mas quando eu não sei o que fazer, me pergunto: -que sentimento é esse? Estou me apaixonando?..
Está me fazendo vacilar, não consigo me satisfazer.
Estou tentanto resistir, mais é tão insistente...
Que sentimento é esse?
Será que estou me apaixonando?."
Sobre aqueles olhos azuis...
Teus olhos dizem mais de mim do que meu espelho
É oceano profundo em que me perco
Momentos de calmaria no qual me rendo.
E me embalo no sono profundo
Que me leva sonhar em você.
Teus olhos transmitem sua alma,
Como em diálogos sem palavras
Nos comunicamos ao nos render.
Teus olhos me levam a cavalgar por estradas, desfiladeiros e matas,
Numa tarde de céu azul encantada,
Onde me desfaleço e me reinvento
Pra viver o que sou em você.
@poemasefilosofia
As pessoas falam muito sobre como é ruim fofocar e sempre dizem a mesma frase: "Cada um que cuide da sua vida". Pois pra mim, não existe problema em fazer fofoca, o que me incomoda e me deixa realmente com nojo e repúdio é a Falsidade!
Por que veja bem, vc fofocar de pessoas aleatórias, pessoas que vc não tem amizade, apenas conhecidos, nada mais é que passar o tempo conversando bobagem. O problema é quando vc elogia a pessoa, se faz de amiga(o), muitas vezes sabe dos problemas dessa pessoa e se faz de compreensiva(o) e por trás você detona, faz piada, coloca apelidos, joga na roda todas as características, critica do dedo do pé ao fio de cabelo. Isso sim que eu acho desprezível. Conheço VÁRIAS pessoas assim, por isso não falo da minha vida para ninguém, quem quiser que diga que eu sou "estranha, chata, complicada". É melhor do que fazer parte de tanta falsidade e detalhe antes eu achava que era só mulher que era assim, hoje prestando atenção vejo que homens e mulheres são falsos, porém cada um com suas particularidades.
Sobre o roceiro:
Dizem que nóis é Jacu
E até que nóis é burro
Burro tem muita serventia
Labuta por todo dia
Não tem tempo pra frescura
Trabaia de sol a sol
Pra sustentar os cheios de "Curtura"
Porque se nóis num trabaiá
Sua barriga vai roncar
Vai ficar cheia de ar
E ocê vai pra sepurtura.
Sobre os filhos.💙💚
Quando dizem:
Eles crescem rápido.
Acredite, é a mais pura das verdades.
E tudo bem reclamar das paredes rabiscadas, as marquinhas de pezinho e mãozinhas por todo lado, isso faz parte do nosso processo quando aprendizes de mães.
Afinal, nenhum filho vem ao mundo com manual de instrução, e nem uma mãe consegue ser 100% perfeita, né!
Vamos errar, mas em uma busca incansável de sermos a melhor mãe possível.
Nós nos doamos todos os dias para os nossos pequenos "serzinhos", sem querer nada em troca, e isso é ser mãe.
A nossa maior recompensa da vida é ver aquele outro alguém sorrir, e isso é ser mãe.
Nos anulamos muitas vezes, sem nem cogitar questionar, isso também é ser mãe.
E se erramos às vezes, nos culpamos tão loucamente, nos sentimos fracassadas, pois nessas horas esquecemos que somos mães, e mães também erram.
"Vou ser a melhor mãe do mundo, pois sou a única.
Mas vou errar, pois sou humana". (Vanessa Camargo)
Na "brincadeira" muitas pessoas dizem o que pensam sobre você, de modo que se você não gostar do que ouvir elas possam dissimular, dizendo que estavam brincando quando na verdade é o pensam verdadeiramente.
É por isso que eu não dou liberdade de brincadeiras para quem eu não conheço o suficiente. E não faço brincadeiras com os que não me conhecem minimamente.
Existem pessoas "sem noção", mas há muita maldade disfarçada de ingenuidade ou de "humor".
É nas brincadeiras que fazem, que muitas pessoas mostram o que são.
O que os poetas dizem sobre o amor que o mundo esqueceu?
O mundo anda apressado.
Os corações, rasos.
O amor — aquele de verdade — parece ter sido esquecido na última gaveta da humanidade.
Mas… será que foi mesmo?
Ou será que só se escondeu nos silêncios onde ainda mora a poesia?
Vinicius dizia que o amor não precisa ser imortal, posto que é chama. Mas pedia: que seja infinito enquanto dure.
Adélia nos lembrava que “erótica é a alma”, porque o amor não é só toque — é transcendência.
Rita Lee, ousada e genial, rasgava a falsa moral: “Amor sem sexo é amizade. Sexo sem amor é vontade. Amor e sexo é tudo.”
E Ferreira Gullar, sem floreio, dizia o que poucos têm coragem de admitir: amar não salva, revela.
Amar é isso:
É enxergar as falhas e, mesmo assim, escolher ficar.
É respeitar o tempo do outro, a nudez da alma, a bagunça da existência.
É saber que o amor não se compra, não se exibe, não se promete.
Se constrói.
E foi com essa certeza que escrevi um dia:
“Não se deixe levar apenas pela paixão, mas viva pelo amor, lute, acredite, tenha fé. O amor é a única razão de o mundo ainda existir.”
(Leandro Flores – Construindo Amor)
Sim, o mundo pode ter esquecido do amor.
Mas os poetas não.
Eles seguem escrevendo por todos aqueles que ainda sentem — mesmo em silêncio.
Por aqueles que olham e enxergam.
Que tocam e permanecem.
Que amam… mesmo quando o mundo já não acredita mais nisso.
Porque enquanto houver poesia,
o amor não morre.
Ele só se esconde — esperando ser lido.
