Poemas quando eu me Amei de Verdade
Quem dera hoje eu fosse a bailarina daquela caixinha de musica, que não se importava com nada à sua volta, apenas dançava com seu sutil encanto.
Hoje eu acordei com uma vontade enorme de olhar no fundo dos seus olhos e te pedir perdão. Por tudo que eu falei sobre o amor, sobre nós dois ou sobre o mundo. As vezes eu perco a razão. É que eu não reparei quando você me protegia em silêncio. E eu não soube expressar o meu carinho, o meu amor em palavras de novela. Mas quando a gente cresce a gente aprende a dar valor a quem está perto.
Se você é o rei que governa o tribunal, eu vou ter que derrotá-lo e eu serei o último de pé!
(Hinata Shouyou)
Alguns riem de mim por ser mãe de gatos. E eu rio deles por não compreenderem essa “maternidade divina”.
Eu não mudei. Eu não me afastei. Eu continuo o mesmo e te juraria se não fosse pecado. A gente se distanciou, confesso. Mas você já parou pra colocar a mão na consciência? O tempo passou e muita coisa mudou. Deixei o ensino médio pra entrar na faculdade. Mudei o corte de cabelo. Aquele velho amor já não me assombra mais. E você? Você começou a namorar, está de cabeça nos estudos. Trocou os cachos por um cabelo liso, não foi? Mas eu continuo aqui e continuarei. Podemos retomar de onde paramos. Sei que as nossas conversas perderam a frequência, sei que as minhas sms não são mais constantes. Sei de tudo isso. Mas volto a dizer: eu não mudei. Posso ter crescido. Sim, é isso. Estou virando gente grande. Tenho novas obrigações, mais responsabilidades. Mas continuo sendo eu. Aquele mesmo e velho eu que um dia você conheceu.
Eu sei que parece loucura, mas tenho medo de um dia eu acordar e não te ter do meu lado, não ouvir sua voz e nem sentir teu cheiro. Tenho medo de que a vida nos afaste e eu nunca mais consiga me acostumar com outra pessoa, pois todo amor que existe em mim, já foi dado a você. Tenho medo de não poder mais olhar nos teus olhos, nem ter mais seu abraço para me proteger dos meus medos.
Enfim, tenho tanto medo de te perder que luto todos os dias para que nosso amor seja eterno e que eu possa sempre amanhecer contigo.
Eu prometi que nunca iria deixar você, e você deve sempre saber, onde quer que você vá, não importa onde você esteja, nunca vai ser muito longe.
Em outros tempos eu ficaria chorando pelos cantos, mas aprendi e não sofro mais. Se não me faz bem eu largo mão, sei que a espera valerá a pena. Quero amores inteiros, chega de paixão pela metade.
Eu jamais pediria desculpas por fazer tudo ao contrário. Se continuamos a dividir a mesma calçada, com a diferença de hoje adotarmos sentidos opostos, é porque eu caminhei rápido o bastante para chegar naquela esquina e perceber que não quero e não preciso atravessar a rua. Já me deixei atropelar por carros imprudentes e caminhões sem freios para hoje saber que, de escoriações e feridas, vou muito bem, obrigado. Portanto, já que é inevitável o nosso cruzar de olhares e caminhos, peço que tenhas a boa vontade de fazê-lo da forma menos chata possível.
Desculpa, é que eu esqueci que na minha testa está escrito:
“Use, brinque, magoe e depois jogue fora.”
"Perdão, eu te peço à distância, pela indigência das palavras, essas, que eu não falo e levo em mim e pouso sobre as tuas pálpebras cada vez que recostas a cabeça e fechas os olhos sem que saibas que eu te olho. Dizem coisas, essas palavras mudas, dizem teu nome entre meus lábios, adivinham tua respiração próxima ao meu rosto e o cheiro dos teus cabelos quando amanhece o dia. Falam das minhas mãos e dos teus rumos, essas palavras não-ditas, que perdem-se uns nos outros e do gosto que suspeito ter a tua língua pelo meu pescoço. Perdão, eu te peço à distância, e torço para que me surpreendas no verde amarelado da íris, instantes antes de eu deitar novamente incógnito meus segredos sobre teus olhos."
Eu tenho uma psicologia muito frágil – simplesmente não quero me envolver em estorinhas sujas como essa. É doloroso ver o carreirismo, a falta de escrúpulos e o mau-caratismo de gente que eu, ingênuamente, supunha “amigos”.
Eu acho um absurdo você me controlar assim, com essa facilidade, devia ter lei contra isso. Odeio você não me deixar ir embora, mas nunca me pedir pra ficar de vez.
Maioria é uma coisa e minoria é outra, e a minoria tem que se calar e se curvar a maioria. Eu quero respeitar é a maioria.
Como se eu fosse ouvida, eu gritei. Como se eu quisesse ser vista, eu gastei papel e tinta. Gastei meus dedos calejados no violão ao som de "Que País é Este?". Rouca demais, pequena demais. Suficientemente tímida pra virar revolucionária de sofá. Eu me revolto com a notícia e mudo de canal. Eu prefiro rir da incapacidade de realacionamento do Dr. House do que admitir a minha própria.
"...Me disseram, um dia, para eu não esperar do outro aquilo que ele não poderia me dar. Esperei anos por isso, apenas para poder entender o por que..que nem sempre vem de imediato, mais que de alguma forma sempre aparece...Percebi que, nem sempre o que você quer receber é o que o outro quer dar, e vice-versa. A vida é uma escola, os problemas a sua prova, e as inúmeras situações são as matérias, mas nem sempre passamos e nem sempre somos reprovados. Vida. Tive tanto medo desta a ponto de parar de viver. Já quis por um momento desistir do que ela me proporcionou e dos desafios que me concedeu. E agora, estou a frente de mais um deles
“Eu não ligava para muitas coisas. Eu nunca ligo. Ou eu amo ou eu desconheço. Você pode fazer uma festa na minha frente, mas se não morar no meu coração, eu não vou enxergar.”
Eu nunca mais comemorei meu aniversário. Não fazia sentido. Percebi que não há dias especiais na vida, só momentos especiais. E você não escolhe quando eles vão acontecer.
