Poemas quando eu me Amei de Verdade

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Deus disse: Eu era um tesouro que ninguém conhecia, e quis tornar-me conhecido. Então criei o homem.

Eu acredito em geral em um dualismo entre fatos e as idéias destes fatos nas mentes humanas.

Não quero saber em que língua a ópera será cantada - desde que seja em uma língua que eu não entenda

Se eu tivesse encontrado mais dificuldades na minha juventude, eu teria conhecido mais alegrias.

Dez anos atrás eu rachava uma pedra de gelo ao meio com o jato do mijo. Hoje não empurro nem bola de naftalina.

Não exibas tanto o esplendor dos teus dentes. Eu sei que são postiços. Mas há quem não sabe, dizes. Pois. Mas ainda que eu não soubesse, sabia-lo tu. Fecha a boca.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Escrever, Bertrand, 2001

Incerteza, oh, que deleite / Vós e eu nos vamos / Como se vão os caranguejos, / para trás, para trás.

Parece pretensioso o uso do «eu»; no entanto a forma pessoal é a única que exclui toda a pretensão. Quem a emprega traduz impressões recebidas, não emite sentenças, mas quem se veda o uso do «eu», constitui-se forçosamente num oráculo.

Você olha para qualquer grande corporação, e eu quero dizer as realmente grandes, e elas todas começaram com uma pessoa com uma ideía, fazendo-a bem.

Quando casualmente a adulação não consegue o seu fim, a culpa não é dela, é do adulador.

Quando sentimos que não há razão para sermos estimados, estamos à beira de lhe ter ódio.

A vida humana parece de algum modo tríplice, quando reflectimos que vivemos e sentimos em três tempos, no pretérito, presente e no futuro.

A filosofia não entorpece a sensibilidade, quando muito pode chegar a regulá-la.

Quando o interesse é o avaliador dos homens, das coisas e dos eventos, a avaliação é quase sempre imperfeita e pouco exata.

A opinião que domina é sempre intolerante, ainda quando se recomenda por muito liberal.

Quando temos muita luz, admiramo-nos pouco; mas, quando ela nos falta, acontece o mesmo.

Nunca perdemos de vista o nosso interesse, ainda mesmo quando nos inculcamos desinteressados.

Capitulamos quase sempre com os nossos males, quando os não podemos evitar ou remover.

As verdades mais triviais parecem novas quando se enunciam por um modo mais elegante e desusado.

A beneficência é sempre feliz e oportuna quando a prudência a dirige e recomenda.