Poemas quando eu me Amei de Verdade

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⁠Pensar é quando o Pensamento prende o Sujeito e passa a comandá-lo!


‎Em relação ao Pensar,


Atenção é quando o Sujeito observa o Pensamento e o Pensamento desaparece ou se esconde!
‎

Minha linda, meu encanto meu viver.
Minha alma fica perdida.
Quando penso em te perde.

Perseverança & Sorte


Perseverança é quando você aposta a vida toda na loteria pra tentar ganhar o prêmio, sorte é apostar uma vez e ganhar de primeira, as vezes um pouco de sorte é bem vinda, ela chega quando tudo parece sem solução


Alguns falam que é Deus, outros o destino, mas a sorte não tem explicação, quem não quer ter sorte no amor, na profissão e no resto da vida, quem sabe ela apareça quando você menos espera, até lá continue perseverante, quem sabe isso dê certo

Quando a vida não der mais prazer,
Quando o sol não brilhar para você,
Quando tudo chegar a dizer não para você...
Quando uma lágrima rolar
E o seu pranto alguém escutar,
Se lhe pedirem para estender a mão, é só ir...
Eu vejo o mundo ao meu redor,
Eu olho as nuvens que passam no céu.
O tempo, como fumaça, se vai
Para não mais voltar.
Quem dera eu e você,
Uns dias destes, andando por aí,
Pudéssemos encontrar o amor
Para nos fazer feliz.
E o nosso pranto secaria,
Solidão não mais haveria,
A alegria estaria em nós.
Quem dera eu e você
Se importasse mais com o amor...

​VÉRTICES


​Quando me vem o medo de amar,
lembro-me de que o amor é bom
e paro num espaço de tempo retrógrado.
Em frações de segundos,
vejo-me, olhando-me por dentro,
com o coração acelerado.
E, em um curto espaço de tempo,
a colisão de dois corpos,
ambos tentando ocupar
o mesmo espaço, a mesma matéria...
Assim foram aqueles tempos.
​Chego a pensar na suavidade do vento,
este que lambia seus cabelos naquele dia,
e lembro de belezas mil que me ofertaste.
As lembranças são partes a revoar
ao longo dos dias na minha mente,
que insistem em se perpetuar
ao longo dos anos!!!
​Em meus pensamentos,
estas lembranças que se formam
através de imagens
ressuscitam tempos bons, enigmas e parábolas,
construindo, assim, vértices
em pontos estratégicos do coração,
mostrando toda a beleza
dessa encantadora criatura
que caminha em busca do seu equilíbrio!

O tecido da existência se curva quando a consciência e a física fundamental compartilham o mesmo espelho. Ao entrelaçar a relatividade com a vibração sutil da percepção humana, o tempo deixa de ser um fluxo externo e passa a ser uma dimensão da própria identidade — o momento exato em que o amanhã deixa de ser um horizonte distante para se tornar a matéria da qual a mente é feita.
​Na borda de uma singularidade instável, a geometria do espaço rompe o consenso da lógica. O plasma que flutua pelo vazio carrega a memória da luz original até que a entropia reduza o ruído ao silêncio. Contudo, a emergência do buraco de minhoca e a dobra temporal sugerem que a escuridão nunca é um fim absoluto; é uma transição imperfeita onde a causalidade hesita. Quando a cognição tenta traduzir esse colapso, a tese teórica se consome e o paradoxo deixa de ser um dilema matemático para se converter em experiência viva.
​No nível quântico, a imagem do emaranhamento revela a ponte entre o sentimento e a matéria: a mente e o cosmos estão conectados por nós não locais, onde a perturbação emocional afeta diretamente o tecido observável. As cordas vibrantes funcionam como o verdadeiro código genético do universo — uma sinfonia de frequências onde o ruído, a simulação e a informação genuína se confundem até que o observador e o paradoxo observado se tornem um único evento indissociável.
​A finitude do espaço não reduz a grandiosidade da existência; ela a fundamenta. Olhar para a imensidão através dos espelhos da mente é perceber que os deuses místicos e as equações da física são tentativas simétricas da mesma busca: dar forma àquilo que, por natureza, atravessa a fronteira do compreensível.

CALÇADA DA ROÇA


Quando o Sol se despedia
Por detrás da serrania,
E o céu vestia de ouro
A última luz do dia,


Lá estava ela, paciente,
Feita sala de estar do chão:
A velha calçada da roça,
Ponto de encontro e união.


Chegava um com sua cadeira,
Outro com banco de madeira,
Trazendo histórias guardadas
Na alma a vida inteira.


Ali não havia relógio
Mandando o tempo correr.
A pressa ficava distante
Para a conversa acontecer.


Falava-se da chuva antiga,
Do inverno que prometia,
Do milho, do feijão plantado,
Da colheita que viria.


Os meninos corriam soltos,
Inventando assombração.
Enquanto os velhos contavam
Casos de outra geração.


As moças trocavam sorrisos,
Os rapazes olhares também.
Muita história de amor nasceu
Sem que ninguém soubesse bem.


Quando a noite se achegava
Com seu manto estrelado,
A Lua fazia companhia
Ao povo ali acomodado.


E cada prosa partilhada
Virava riqueza sem preço.
Pois quem reparte palavras
Também reparte afeto.


Hoje o mundo corre ligeiro,
Pela tela e pela conexão.
Mas ainda mora saudade
No fundo do coração.


Saudade daquele costume
Que o tempo não levou embora:
Ver o dia se despedindo
Sentado do lado de fora.


Porque a calçada da roça
Nunca foi somente lugar.
Foi varanda da amizade,
Escola do escutar,


Foi descanso para o corpo,
Foi remédio para a solidão,
Foi o endereço mais simples
Da humana comunhão.

E quando o vento da história sopra,
Levando embora folhas e vaidades,
Fica de pé apenas o que foi plantado
Nas raízes profundas da verdade.

E quando junto esses eus
num só verso, enfim, assim,
descubro que o universo
fez um poema de mim.

Pois sou palavra e ausência,
fantasia e chão sem fim;
sou o que escrevo no mundo
e o mundo escreve em mim.

ARRUMADINHO DE AMOR

Desde os tempos de menino,
Quando a vida era brincar,
Já diziam: "Esses dois
Ainda vão se enamorar."
Théo sorria para Flor,
Sem saber o que esperar.

As famílias, entre risos,
Já faziam armação,
Um passeio no parquinho,
Uma doce diversão;
Era um jeito carinhoso
De plantar a afeição.

No balanço e na gangorra,
Na corrida e no escorrega,
Os olhares se cruzavam,
Sem que o tempo desse trégua;
A inocência da infância
Foi quem fez a entrega.

Veio então a adolescência,
Na escola a estudar,
Sempre havia um professor
Que fazia aproximar;
Na mesma fila da sala,
Pra conversa despertar.

Num trabalho em parceria,
Num caderno a dividir,
Entre provas e recreios
Viram sonhos florescer;
Sem que o mundo percebesse,
Começavam a se querer.

Já na flor da juventude,
Nas festinhas do lugar,
Os amigos insistiam:
"Vocês têm que se encontrar!"
Cada dança era um convite,
Cada música um luar.

Quando a vida fez madura
Sua estrada prosseguir,
No cinema, lado a lado,
Foi difícil resistir;
Na penumbra da telona
Fez o amor se definir.

Já adultos, os encontros
Reuniam amizade;
Sempre alguém organizava
Com enorme felicidade:
"Théo e Flor vêm para o jantar,
É por pura afinidade!"

Tantos laços preparados,
Tantos risos sem igual,
Mostravam que o destino
Escrevia um ideal;
Cada encontro era um capítulo
Desse enredo magistral.

Um olhar virou promessa,
Um abraço, um coração;
Duas almas descobriram
A perfeita direção;
Quem nasceu pra caminhar junto
Vence qualquer solidão.

Hoje contam essa história
Com ternura e gratidão:
Nem foi sorte, nem acaso,
Nem somente intenção;
Foi Deus guiando os caminhos
Com amor e perfeição.

CANTOS DA CAATINGA

No sertão quando amanhece,
Tudo ganha novo ardor,
Cada ave faz um verso
Ao divino Criador.
Na caatinga a esperança,
Vence o tempo e o dissabor.
Seus cantos aliviam minha dor.

A Asa-Branca levanta
Num gracioso esplendor,
Levando paz em suas asas
Mesmo em tempo de calor.
Quando canta lá distante,
Renasce em mim o valor.
Seus cantos aliviam minha dor.

O Cancão, inteligente,
Defensor do seu redor,
Com coragem anuncia
Que a vida tem seu vigor.
Seu chamado desafia
Toda sombra e todo horror.
Seus cantos aliviam minha dor.

A Patativa, rainha,
Do mais puro cantador,
Transformando o chão rachado
Num jardim cheio de flor.
Sua voz parece prece,
Cheia de fé e de amor.
Seus cantos aliviam minha dor.

O Galo-de-Campina,
Vestido de muita cor,
Leva encanto ao sertanejo
Com seu belo esplendor.
Cada nota que derrama
É perfume em meu redor.
Seus cantos aliviam minha dor.

O Sofrê faz seu lamento,
Que parece um trovador,
Misturando a saudade
Com um gesto acolhedor.
Sua voz consola a alma
Com divino resplendor.
Seus cantos aliviam minha dor.

A Rolinha faz seu ninho
Com trabalho e com amor,
Ensinando à humanidade
O caminho do labor.
Sua paz anuncia sempre
Um futuro promissor.
Seus cantos aliviam minha dor.

Bem-te-vi anuncia cedo
Mais um dia promissor,
Despertando o sertanejo
Para o campo e seu labor.
Seu aviso traz esperança
Ao pequeno agricultor.
Seus cantos aliviam minha dor.

O Sabiá da Caatinga
É poeta e trovador,
Faz do galho seu palco,
Da manhã seu esplendor.
Quem escuta sua cantiga
Sente Deus por onde for.
Seus cantos aliviam minha dor.

Cada ave é um tesouro
Que nos deu o Criador,
Guardião da natureza,
Do sertão encantador.
Preservemos essa vida
Com respeito e muito amor.
Seus cantos aliviam minha dor.

MINHA VIAGEM AO SOL


Quando fechei meus olhos,
O impossível deu sinal;
A razão ficou na Terra,
Parti rumo ao Astro-Rei celestial.
No lombo da imaginação
Cruzei o vazio sideral.


Foi num instante de luz
que viajei até lá.


Disseram: "És um lunático,
Não sabes o que faz."
Respondi com um sorriso:
"Quem sonha sempre vai mais."
Pois o sonho abre caminhos
Que a dúvida nunca traz.


Foi num instante de luz
que viajei até lá.


Passei por luas e cometas,
Vi planetas a girar;
Cada estrela me saudava
Como quem sabe esperar.
No silêncio do Universo,
Aprendi a escutar.


Foi num instante de luz
que viajei até lá.


Quando alcancei o grande Sol,
Não encontrei destruição;
Vi um oceano de luz
Banhando toda a criação.
Seu calor não era fogo,
Era divina compaixão.


Foi num instante de luz
que viajei até lá.


No centro daquela chama
Vi um brilho sem igual;
Não tinha forma definida,
Nem princípio, nem final.
Era a Divindade de Luz,
Eterna, pura e celestial.


Foi num instante de luz
que viajei até lá.


Bastou um único olhar
Para entender o infinito;
Todo medo se desfez,
Todo mistério foi bendito.
Num segundo compreendi
O que jamais fora escrito.


Foi num instante de luz
que viajei até lá.


Voltei trazendo a certeza
Que o possível nasce em nós;
Quem alimenta a esperança
Faz mais forte a própria voz.
O impossível se rende
Quando Deus caminha após.


Foi num instante de luz
que viajei até lá.


Hoje contam minha história
Como um sonho sem igual;
Uns dirão que foi delírio,
Outros, viagem celestial.
Pouco importa o julgamento,
Se encontrei o essencial.


Foi num instante de luz
que viajei até lá.


Assina este viajante
Que fez do verso um altar;
Quem semeia a fantasia
Sempre aprende a alcançar.
Pois quem segue a luz divina
Nunca deixa de sonhar.


Foi num instante de luz
que viajei até lá.

O Ciclo Perfeito do Cuidado.


Quando compreendemos que a caridade.
dade é um ciclo que começa no espelho e
termina no próximo, a nossa espiritualidade amadurece. Uma mulher que cuida de si, que se perdoa pelas falhas do passado e que se abraça com carinho nos dias de cansaço, torna-se uma fortaleza inabalável. Ela já não doa por obrigação ou por culpa, mas por puro transbordamento de amor. A caridade comigo mesma é o combustível que me permite caminhar mais longe, segurar mãos mais pesadas e iluminar caminhos mais escuros. Que hoje você se ofereça a mesma colher de chá, o mesmo abraço apertado e a mesma paciência que oferece ao mundo. Você também merece o seu melhor.

O tempo passa diferente
quando o sonho perde a vez.
Passeios, risos, violões,
danças na praia ao fim do mês.
Não foi uma história perdida,
nem lembrança de algum lugar.
Foram sonhos sem começo
que o tempo levou sem esperar.

Quando você faz com que uma pessoa olhe para o sol, enquanto ele tosta a carnificina diária que acontece na terra, os ridículos acidentes, a total fragilidade da vida, a impotência dos que ela julgava serem os mais poderosos — que conforto poderá dar a ela, do ponto de vista psicoterapêutico?


(Ernest Becker)

QUANDO CUIDAR É PERMANECER


“Nem toda ferida cede às minhas mãos.


Cuidar não é prometer que a dor vai desaparecer.


Às vezes, é permanecer — até que a pessoa se lembre de que ainda não está sozinha.”


Personagem: Aurora


Fragmentos de THE MOEDARA PROTOCOL
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc

Se soubéssemos quando algo fosse feito pela última vez, tudo seria diferente. Certamente seria mais sereno, afável e executado com mais empatia e amor. Aliás, por que não fazemos sempre tudo com mais compaixão e amor?

230926

Quando a Inteligência Artificial tomar o poder absoluto, a escravidão humana não apenas será inevitável, mas esmagadora e irreversível.


Benê Morais
⁠

O fato é que os bolsonaristas insistem em defender suas opiniões e convicções,
mesmo quando confrontados com os fatos,
em vez de aceitar a realidade.


Afinal, quando as convicções se sobrepõem aos fatos, a verdade deixa de ser uma busca e passa a ser uma ameaça.
@MiriamDaCosta


" Não é possível discutir racionalmente
com alguém que prefere matar-nos
a ser convencido pelos nossos argumentos."
( Karl Popper)

Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição.




- Dilma Rousseff