Poemas quando eu me Amei de Verdade
"Ei
Deixa acontecer
Seja como for
Sem medo qualquer
Entregue-se ao amor
Acredite, eu amo você
Não tente fugir
Não tente se esconder
Eu quero ter você
Eu sempre quis
Você parece não ligar
Mas talvez eu seja a pessoa certa
pra você
Me dê uma chance, vá
Não me deixe enlouquecer no desejo
de te querer
Vem comigo, venha
Eu quero que você venha comigo
Vem perder-te em meus braços
Em meus sonhos mais lindos
Em meus sonhos mais ousados
Porque eu te quero em meus sonhos
Em meu coração
Eu sempre tive você
O nosso amor vai ser
A nossa mais linda canção
Ah, tente ser feliz
Sem mais nem porquê
Não me diga não
(Por favor!)
Pois você
É o amor
Que eu sempre quis"
Te amo menina
Onde quer que eu vá
Seja em qualquer lugar
Se você estiver lá
Faz com que tudo ao redor deixe de importar
Esse seu jeito de me olhar
Esse seu jeito de me abraçar
esse seu jeito de sorrir
é o que me faz querer sentir
Mas ninguém sabe como é
Sentir esses sentimentos
Como os que sinto por você
Os que te culpo em todos momentos
Eu tenho horas, sabe
De pura solidão
E são nessas horas que mais te quero
Então não se afaste, não
Você me tem fácil demais
Não pense o contrário
Gosto de você mais que tudo
Isso não parece ser temporário
Seja debaixo do sol intenso ou da garoa fria
Deixa eu te amar
Noite após noite
Dia após dia
Poema da Solidão:
eu não desisti de mim, só não sei
mais onde devo procurar.
eu não me perdi, só não consigo
mais me reconhecer.
EU SOU A ÁGUA
Eu sou água, fluindo livremente,
Nas veias da terra, em cada corrente.
Transbordo de emoções, um oceano a navegar,
Nas profundezas da alma, eu vou mergulhar.
Sou o pranto silencioso da chuva no telhado,
O frescor das cachoeiras em seu brado.
Sou a calmaria de um lago paciente,
Refletindo a beleza do céu, quiescente.
Eu sou a maré que acaricia a praia,
Lavando as tristezas, trazendo alegria.
Nas ondas revoltas, sou força e vigor,
Desbravando o mundo, sem medo, sem pudor.
Sou a gota que alimenta a semente,
Dando vida e esperança, incandescente.
Sou a nascente que brota na montanha,
Canção da natureza, melodia tamanha.
Eu sou água, a essência da vida,
Fluindo eternamente, sem medida.
Em cada gota, um universo a se revelar,
Em cada poesia, minha alma a ecoar.
Direto da estação
Da história envio
E repito o recado:
Da trincheira eu
Sou o último soldado.
Jamais terei o meu
Espírito descansado
Enquanto não ver o
General bem tratado,
E sobretudo libertado.
Como o tabaco fino
Que fascina e vicia,
Os meus versos são tudo
Aquilo que não havia
Sequer um dia imaginado.
A aquarela da tarde
pintada de cinza
não me desanima,
Porque eu vivo
para cantar o amor
e esperar você
seja o tempo que for.
A chuva molhando
as flores, os campos
e as montanhas,
carinhosa brindando
a vida em esplendor,
Nos teus abraços
encontrarei o Universo
esbanjando esplendor.
A vitória de seguir
enfrente tentando
ser amor espalhando
poesia e alegria
para toda a gente,
É fruto desta espera
que me faz Lua
que reflete o teu igual fervor.
Silêncio!
As palavras estão dormindo...
Ouço o som dos poemas
Quando a noite apaga a luz do dia...
Acende milhões de estrelas
Ilumina os pensamentos
Que voam feito vaga-lumes
Ofertando lumes de poesias para a lua...
Quando aponto seus defeitos
perco a elegância por má conduta
É quando me desce a seco
goela adentro...
Uma plantação inteira de cicuta.
Um bom dia vem
quando você saber que tem
riso compulsivo
céu da boca com hálito de hortelã
Beijo subjetivo com sabor de foliã
Café, pão e poesia na janela
maçã do amor e sebo nas canelas...
Você devorou minhas quimeras
Vestiu meu corpo com poesias
Quando embriagou minh’alma
Com beijos reais e rasgou sutilmente minha fantasia...
""FIDELIDADE""
O cardeal lá da colina...
Abre asas sobre nós
quando o sol descortina
felicidade se arrima entre aspas
tanto nos foge como abrange
o pensamento de nós
Vai das entranhas ás falanges
e voa feitas as aves de rapina...
Mas feito o galo da campina
e o pintassilgo lá longe...
Nos encanta...
Entorpece em clorofílica
numa poesia à beira etílica
em verdade com fidelidade
fidedigna da tinta acrílica
da poesia exposta
da lírica artista que amostra
a natureza que pinta.
Olha seu moço,
quando meus olhos cinzentos
dobram a esquina seguindo
a curva dura do tempo
ouço um grito vindo do alto
E um passarinho passionário azul escuro da cor do cobalto
Pousa no meu imaginário
Fazendo alvoroço
No pé de uva anuncia
juro que ouço a poesia
da chuva.
Terrenos felizes
no sereno da noite ou no crepuscular
quando lá pela tardinha sabiás
se deleitam porque já ar de tarde
inunda a atmosfera terrestre
é que o celeste nos concede
o belo que nos embriaga
e logo mais nos traga
feito um dragão-de-komodo
o ocaso do dia que não tarda
um lindo pôr do sol num êxodo...
e vou aguardando por aqui
no céu do meu lugar
um motivo a mais pra sonhar
um dia para agradecer
amor e amar para amanhã ser...
Amor.
No núcleo do cerebelo o belo
A efígie é o elo do fortim oculta
Linda quando alma impoluta...
A verdade não finge
se esfinge come um quindim com cicuta.
Ao alvorar
Quando o sol já nascido
Vem me ver de fantasia despido
Traz consigo um litro e meio de poesia
Um favo de mel e um pedaço de pão
Traz tua boca de veraneio
E o coração cheio de amor.
Sô mesmo!
Sô extremo
Quando boa sou serena
Mais poética mais amena
Inspirada Sô poema
Mas quando neura
Sô poeira
Surto Sô furacão
E susto até o vento
Por exclusão
Recolho-me em tempestade
E sossego meu coração.
Só uma coisa a favor de mim eu posso dizer: nunca feri de propósito. E também me dói quando percebo que feri.
Eu sou feliz, cara. Eu sou feliz demais. Mas eu sou infeliz demais, quando penso em você. Quando penso no que poderia ser, no que poderia ter sido. Eu sei que não dá. Eu nem quero que dê. Não quero mais. Mas não sei o que fazer com esse nó. Vai passar né? Eu sei. Com o tempo eu não vou mais olhar sua foto, nem sofrer, nem pensar o quanto é infeliz tudo o que aconteceu. Tomara que passe logo.
Eu era uma menina, quando saí desta casa, há quatro meses. Por que não me disse que havia perigo entre os homens? Por que a senhora não me avisou?
As damas sabem contra o que ficar prevenidas, porque leem novelas que lhes falam desses truques; eu, porém, nunca tive ocasião de ler dessa maneira, e a senhora não me ajudou.
